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terça-feira, janeiro 19, 2021

Enfraquecido por duas eleições com votações pífias, MDB tá num silêncio sepulcral


O MDB, que já foi o partido do Brasil e, claro, do Acre, está pianinho depois de mais uma eleição com pífia votação em Rio Branco e uma inesperada derrota em Cruzeiro do Sul, justo os dois principais colégios eleitorais. Os caciques do partido não querem conversa. Tentei vários deles, inclusive Flaviano Melo e Vagner Sales. Flaviano alega férias; Sales, nem responde as ligações. Sem eles falar fica difícil saber como o partido ressurgirar em 2021. Se senta com o governador Gladson Cameli (Progressistas) ou se pende para o grupo do senador Sérgio Petecão (PSD), caso se materialize o que é apenas boato de bastidores, a divisão desses dois grupos.
Para quem precisa montar duas chapas, de deputado federal e estadual, para 2022, o MDB tem muito trabalho pela frente, começando primeiro sua reconstrução com as bases, com quem já teve intimidade matrimonial, naquela época do 15 na rua, que fazia diferença nas campanhas. Flaviano, Vagner, Mauri, João Correia, Aldemir Lopes, entre outros figurões da sigla, ainda tem muita lenha pra queimar, é preciso reconhecer – eles sabem muito de bastidores-, mas há quem surgira a eles começar a chamar uma rapaziada mais nova, vê se pinta coisa boa nas urnas, a partir de caras novas. Quanto ao senador Márcio Bittar, retirei o nome dele da lista de propósito, e não sem razão. Há informações de bastidores segundo as quais dificilmente ele permanece no glorioso. A rigor, Miguel Bittar de elegeu pelo MDB, mas a intimidade entre ele e a sigla é de puro protocolo.




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