ARTIGO É hora de refazer as pontes

* Rodrigo Pires

“As pessoas felizes lembram o passado com gratidão, alegram-se com o presente e encaram o futuro sem medo” (Epicuro). É o que pensavam os filósofos estoicos sobre a virtude da gratidão, dentre eles, Epicuro.
As Sagradas Escrituras estão permeadas de passagens sobre a virtude da gratidão. A virtude da gratidão está em toda a Bíblia. Diz o Salmista: “Bom é render graças ao Senhor……”. “Entrai por suas portas com ações de graças……” (Sl 92:.1 e Sl 100:.4).
Ao revés, a ingratidão levou o homem à arrogância e ao orgulho, causa de sua queda moral. Para São Paulo, é a ingratidão a revolta contra o Criador: “Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus” (Rm 3:23).
À propósito de matéria publicada recentemente em site local, em que, que, de forma velada, me acusa de fisiologista, pelo simples fato de ter apresentado propostas alternativas ao Ddecreto do Governo Estadual que decretou ordenou o fechamento das atividades ditas “não essenciais” – como se as pessoas pudessem viver sem trabalhar –, quero me solidarizar com o Ssenador Márcio Bittar, em vídeo que fez publicar.
O parlamentar acreano cobra gratidão do Governo do Estado do Acre, destacando números que, só a cegueira da má vontade para com o Governo Federal, pode ocultar. Disse o Ssenador:
“Foram R$ 160 bilhões de reais do gGoverno fFederal em ajuda a todos os estados do Brasil e aos municípios. Só o caso do Acre, nosso estado – eu estava aqui fazendo a negociação do acordo que nós aprovamos –, o Acre foi beneficiado com quase R$ 1 (um) bilhão de reais, considerando os recursos enviados e o que o Acre deixou de pagar”.
Pontuou Márcio Bittar: “……estive com Bolsonaro semana passada. Nós vamos criar mais algum tipo de benefício, seja prorrogar o auxílio emergencial, ou até mesmo criar um novo programa. Bolsonaro já deu sinal verde no sentido de continuar ajudando as pessoas que precisam”.
Fechar totalmente o comércio, não é solução, denuncia o ilustre Ssenador Aacreano, hoje um dos políticos de maior respeitabilidade da República brasileira.
Perorando, Márcio Bittar cobra do Governo Gladson Cameli a gratidão devida ao Governo Federal: “Quero mandar um abraço ao meu Ggovernador, Gladson Cameli, ao Llíder do Ggoverno na AssembléiaAssembleia Legislativa, Gehlen Diniz, e pedir, aos integrantes do nosso Ggoverno, que não sejam ingratos com aquele que tem nos ajudado tanto”.
Pois bem, outrora já tive uma grande briga com Bolsonaro, quem e resolvi sair do PSL, em 2018, antes da oficialização da sua candidatura oficializada aà Presidência da Repuública., nNo segundo turno, contra o PT, fui de Bolsonaro. O tempo passou e, outrora empunhando de um megafone estudantil e convidado pelo movimento liberal Aacreano a discursar na frente do Palácio do Governo do Acre, com a camiseta com que sempre voufui votar, “Meu Partido é o Brasil”, fiz o discurso: ”“Eu não quero viver em outro Eestado, quero viver em um novo Acre. eE se para isso acontecer eu preciso for preciso deixar meu orgulho de lado e ir com Bolsonaro, o farei, . pPodemos ter nossas diferenças, mas contra o PT, partido que acabou com o Acre e o Brasil, lutaremos juntos até o fim”., pPor sorte essa fala foi gravada e em breve postarei para mostrar que existia uma unidade de projeto. eE nesse mesmo projeto estava Gladson Cameli, sujeito gente boa, carismático, bom de conversa, mas com equipe que poderia ser melhor escolhida e aproveitada e, também se escutasse mais o setor produtivo, teria mais êxito no seu governo, mas que ainda tem tempo de salvar sua reeleição, se começar a se livrar e ouvir as pessoas do Moreno Maia, Polo Benfica, Vila Pia, Caquetá, ao invés dos ex-conselheiros da esquerda.
AOo cronista que faz coro com o Governo Estadual, demonstrando toda sua ingratidão com o Governo Bolsonaro, e, por vias transversas, decidiu me atacar, sem citar meu nome,. Iinicia seu texto, amplamente divulgado, acusando-me de propor soluções diferentes para a crise da pandemia sem destruir a economia do Estado, o que, segundo sua visão de ingrato, seria fisiologismo e oportunismo, porém para o Eestado vizinho, de Rondônia, não foi. Foi solidariedade, e empatia com o povo e progresso.
A condução da política do gGoverno do Estado, no que diz respeito à crise da pandemia, pelos frios números, não pode receber o aplauso da população que o jornalista cobra, me atacando de forma velada.
O Governo Federal já destinou, aproximadamente, R$ 6,8 bilhões para o Eestado do Acre. Detalhando: R$ 461 milhões de suspensão de dívida do Eestado; R$ 1,5 bilhão de benefícios aos cidadãos acreanos; R$ 4,5 bilhões de recursos para o Acre e seus municípios e R$ 525,1 milhões para a saúde.
Em que pese essa dinheirama enviada para o Acre – sem agradecimento do Governo do Estado, ingratidão com a qual fazem coro jornalistas oficiais chapa branca –, o Acre tinha um dos piores desempenho, entre os Eestados, na execução da vacinação, conforme notícia do G1 – e a lista não é transparente –, muito embora, ao Presidente Bolsonaro, por decisão do STF, tem tenha restado a função apenas de prover os Estados de recursos.
Meu muito obrigado ao Presidente da República Jair Bolsonaro!

* Rodrigo Pires, empresário e fundador do Acre 2050

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