COLUNA DO EVANDRO “Guardei 20 milhões só em janeiro para investir em ramais”, garante Bocalom

O prefeito Tião Bocalom (Progressistas) assegurou na manhã desta sexta-feira, 5, à coluna, ter conseguido poupar R$ 30 milhões em janeiro e guardado. Do total, R$ 20 milhões Bocalom separou numa conta especial para investir na recuperação de ramais.

Ainda sem equipe
Segundo o próprio Tião Bocalom, não ter nomeado toda a equipe, ter poupado em custeio e investimentos lhe garantiu um bom caixa para “realizar o sonho de investir na zona rural”.

Só pra aparecer
Sugerir lei para que igreja seja serviço essencial durante a pandemia, principalmente um parlamentar que nunca entrou numa casa de oração, não passa de aproveitamento político. Só para tentar aparecer no meio da crise.

Democrata constrangido
Conheço pouco político democrata igual ao governador do Acre, Gladson Cameli (Progressistas). Ele gosta inclusive de ser criticado pela imprensa. Repete isso desde que se elegeu deputado federal pela primeira vez. Pois ele ficou todo sem jeito quando membros da bancada federal do Acre pediram a ele punição a jornalistas que fazem críticas aos parlamentares e que recebem pelo Estado.

Pressão
Tião Bocalom (Progressistas) é osso duro. Tem levado pressão para nomeações, de gente que já acha que foi esquecida, mas reage como se nada tivesse acontecendo.

Lokdown
Não vejo chance de o governador Gladson Cameli (Progressistas) decretar o extremo lokdown. Embora a Covid ainda esteja numa crescente, o próprio Cameli tem na cabeça uma ideia lógica, segundo a qual a bandeira vermelha até dia 21 de fevereiro vai garantir um estancamento no número de casos.

Lene é oposição
Quem anda bem chateada, disposta a ser oposição a gestão Bocalom é a vereadora Lene Petecão (PSD). Não pede segredo.

Sensatez
Informação segura: o senador Sérgio Petecão (PSD) vai continuar andando por aí, inclusive hoje está navegando no Rio Purus, mas sem dizer que é candidato a governador e sem falar mal do governador Gladson Cameli. Combinou de esperar os desdobramentos políticos até o final do ano. Assim preserva os cargos que tem no governo de sua turma e não racha uma base eleitoral que tirou o PT do poder depois de suas décadas.

Vereadores se viram
Como não tem mais base de prefeito na Câmara Municipal de Rio Branco, os vereadores decidiram trabalhar sob a sombra da lei de murici, cada um por si. Inclusive os cargos que tinham a disposição na casa ele dividiram de forma equitativa.

Não terão coragem
Difícil em 2022 algum grupo político, puxado, seja por quem for, ter coragem de encarar o governador Gladson Cameli em uma provável reeleição. Ele tem a caneta e a popularidade maior da história.

A China está entrando
Pouca gente tem percebido como a China vem tentando hectare por hectare na Amazônia brasileira. A rigor, não só na Amazônia, mas no setor produtivo de todo o país. Eles estão de olho em nossas comodites, claro, mas muito mais nos grãos. É gente demais para darem de comer, segundo alerta o professor-doutor Marcos Santana, que já fez vários alertas ao governador Gladson Cameli e até ao prefeito Tião Bocalom, ambos do PP.

Quem é quem
Em Mancio Lima ninguém sabe como ainda pode existir oposição. A família que está no poder lá é a mesma há muito tempo. Tanto que na eleição de 2020, a adversária de Isac Lima (PT) foi a cunhada dele, Professora Cilene.

Cruzeiro do Sul alagada
Com a chuvarada das últimas horas o prefeito de Cruzeiro do Sul, Zequinha Lima (Progressistas), precisou abortar sua vinda a Rio Branco. O centro da cidade dele ficou literalmente debaixo d’água.

Muito trabalho
Primeiro-suplente de vereador em Rio Branco, pelo Progressistas, o Major Bombeiros Cláudio Falcão assumiu a Defesa Civil Municipal e ganhou uma sarna para coçar. Desde que ele sentou na cadeira, a convite de Tião Bocalom, ainda não conseguiu dormir uma noite inteira, com a chuva intensa sobre a capital do Acre.

Mudança no Judiciário
Nesta sexta-feira, 5, sai o desembargador Francisco Djalma da presidência do Tribunal de Justiça e assume a desembargadora Waldirene Cordeiro. Normal de dois em dois anos essa troca. Mas pouca gente acompanha essa movimentação no Judiciário por uma razão elementar: os juízes continuam distantes do povo.

Mais Lidas