POLÍCIA
“Segurança” de membros de organização passa a ser réu

Alvo de uma ação de investigadores da Delegacia de Homicídios da Polícia Civil, Rafael de Araújo Lima, preso com uma metralhadora no ano passado, passou a ser réu no processo.
O detento vai responder ação penal pelo crime de posse ilegal de arma de fogo de uso restrito.
A decisão é do juiz da 3ª Vara Criminal Cloves Augusto Alves Cabral, que recebeu a denúncia do Ministério Público.
A partir de agora, a defesa do réu terá o prazo de dez dias par responder à acusação.
Rafael de Araújo foi preso pela primeira vez, em 20 de outubro do ano passado.
Ele, que segundo a Polícia Civil, fazia a segurança de uma liderança de uma facção, portava uma metralhadora impressa em 3 D.
No dia seguinte, o acusado ganhou a liberdade provisória, em audiência de custódia.
Com o andamento da investigação, a DHPP pediu a prisão preventiva de Rafael e Araújo.
O mandado foi expedido e na tarde de 28 de outubro, o acusado voltou a ser preso.
Nos próximos dias será marcada a audiência de instrução e julgamento.
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