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POLÍTICA

Na Aleac, Calixto rebate acusações sobre LRF após Adailton supostamente incentivar vaias ao governo

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Durante a sessão que marcou o retorno dos trabalhos da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), nesta terça-feira, 3, no hall da Casa, o debate sobre a situação fiscal do Estado elevou o tom político. O governador Gladson Cameli foi vaiado por pessoas incentivadas pelo deputado Adailton Cruz. Coube ao secretário de Governo, Luiz Calixto, rebater as críticas e negar qualquer manipulação nos dados fiscais que impedem, neste momento, o reajuste dos PCCRs.
Em meio à manifestação, Calixto afirmou que sua atuação política é baseada na franqueza e que não trabalha com promessas que não possam ser cumpridas. “Tentam me impor rótulos, mas eu sou uma pessoa do diálogo e do entendimento. Não crio falsas expectativas nem ilusões. Trato a política com integridade, transparência e sinceridade, porque isso me permite andar de cabeça erguida”, declarou.
O secretário reforçou que prefere a honestidade direta ao discurso fácil, ainda que isso gere desgaste momentâneo. “Se eu mentir ou enganar, depois vou ter que baixar a cabeça e ouvir ser chamado de mentiroso. Esse rótulo pertence a quem age com falsidade. Eu procuro tratar as coisas com sinceridade”, afirmou.
Ao comentar o adiamento dos reajustes dos PCCRs para 2027, Calixto explicou que a decisão decorre exclusivamente dos limites impostos pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e pela legislação eleitoral. “O cálculo da LRF não é feito pelo Calixto ou por qualquer pessoa. É matemática: a relação entre a receita corrente líquida do Estado e o gasto com a folha de pagamento. Isso não é invenção”, disse.


Diante das insinuações de que o governo teria manipulado números fiscais, o secretário foi enfático. “Falar em manipulação de dados é algo gravíssimo. Isso implicaria crime de responsabilidade do governador e de quem tivesse feito isso. Os dados são consolidados, conferidos e reconferidos. Por isso existe um prazo para publicação, justamente para garantir segurança e correção”, rebateu.
Calixto destacou ainda que as informações fiscais passam por auditoria e são públicas. “Dois mais dois é quatro em qualquer lugar do mundo. Os dados estão nos portais, são auditados pelo TCE. Não se trata de opinião, mas de aceitar o cálculo. Contas públicas não podem ser tratadas com suposição ou imaginação”, afirmou.
Encerrando, o secretário admitiu que sua postura firme gera reações, mas disse não abrir mão das convicções. “Não sou dono da verdade, mas defendo meus argumentos. Talvez por isso digam que sou duro. O dado é verdadeiro, e quem lançou dúvidas sobre isso precisa se retratar”, concluiu.

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