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RAIMUNDO FERREIRA

A ‘liga’ que une matéria e espírito e o sentido da vida é tema da coluna desta segunda, 6, do professor Raimundo Ferreira

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A MARATONA DA VIDA
Na obra Em Busca da Sabedoria, de Sri Ram, entre as boas temáticas tratadas e que nos levam a viajar em interessantes meditações sobre o sentido da existência, uma delas afirma que nossa vida é a “liga” que une a matéria ao espírito. Dessa forma, a arquitetura, a perfeição — enfim, a obra perfeita — é realizada pelo espírito; a matéria é apenas o instrumento que possibilita que ele se manifeste e cumpra sua função.
A matéria só tem utilidade quando está manifestada e conectada por meio do milagre da vida. No entanto, afirma-se que o homem, de alguma maneira, precisa empenhar-se para que o espírito cumpra sua função e possa contribuir para a evolução da raça humana.
Segundo suas conclusões, o que mais se observa são vidas inúteis, vivendo de aparências, sendo egoístas e não praticando a solidariedade. Dessa forma, deixam de exercer a função de SER como humano.
Segundo esse filósofo, não se faz necessário oferecer uma grande contribuição para que o indivíduo possa deixar marcas positivas que o eternizem.
Apesar de não haver uma semelhança direta com as ideias do filósofo, essa antiga história serve para ilustrar a determinação e a coragem que marcam a vida de um homem como herói.
Em uma grande batalha ocorrida em 490 a.C., os Persas, que eram incontestavelmente superiores, declararam que, se vencessem — o que provavelmente era tido como certo — iriam a Atenas, matariam as crianças, violentariam todas as mulheres e destruiriam toda a cidade.
Diante de tal ameaça, os atenienses foram para a batalha e, acreditando que a derrota era certa, as mulheres combinaram que prefeririam morrer e matar as crianças a serem violentadas e assistir aos persas destruírem a cidade. Ficou combinado, então, que, se em vinte e quatro horas ninguém viesse avisar o resultado da batalha, elas começariam o extermínio.
Não se sabe por qual milagre, ou com a ajuda de quem, mas os atenienses, que eram infinitamente inferiores, venceram a batalha. Porém, o tempo estava se esgotando para que a comunicação chegasse à cidade.
Selecionado pelo vigor até então demonstrado, o soldado Pheidippides partiu e correu sem parar os 40 km da cidade de Maratona até Atenas para dar a notícia e evitar a tragédia.
Cumpriu a missão, mas, ao chegar, disse apenas uma palavra: “Vencemos!” — e caiu morto.
Essa é a origem da história da prova de resistência que é disputada até hoje, conhecida como a maratona, inspirada na histórica Batalha de Maratona.

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