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ESPORTE

Cartas para a redação

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Mal começou a edição de 2026 da Copa do Brasil e dois dos três times do Acre envolvidos na disputa já foram para o infinito espaço sideral. Falo do Galvez e do Vasco da Gama que perderam nos pênaltis os seus confrontos contra, respectivamente, o rondoniense Guaporé e o paulista Velo Clube.

Coincidentemente (ou não), tanto o Galvez quanto o Vasco saíram na frente contra os seus adversários. Jogando em casa e inaugurando o placar, tudo levava a crer que a vitória viria até de forma tranquila. Não foi, porém, o que aconteceu. Ambos deixaram os caras empatar e decidiram nos penais.

Consequências imediatas dos fracassos: uma grana esperta deixou de entrar nos cofres dos perdedores. Um dinheirinho que, certamente, daria para manter os elencos durante o resto do ano; os torcedores, provavelmente, outra vez decepcionados, vão tratar de deixar mais vazias as arquibancadas.

Raciocínio súbito: confirma-se aquele ditado popular do futebol de que pênalti é uma coisa tão importante, mas tão importante mesmo, que deveria ser cobrado pelo presidente do clube. Eu acho que se os presidentes do Galvez e do Vasco tivessem batido os pênaltis, o resultado seria outro.

Especulações à parte, no entanto, faço questão de registrar a mensagem que me enviou o veterano craque Valdir Silva, paraense (hoje baseado em Manaus) que na segunda metade da década de 1970 desfilou sua classe pelo Independência, no péssimo gramado do Stadium José de Melo.

De acordo com o Valdir, que assistiu os jogos pela televisão, os dois representantes do futebol acreano para serem chamados de ruins ainda tem que melhorar muito. “Quando é que no nosso tempo a gente perdia algum confronto contra os times de Rondônia? Mas é nunca”, disse o Valdir.

E foi além, afirmando que no seu tempo de bola no futebol acreano dava para formar pelo menos três times bastantes superiores a esses Galvez e Vasco de hoje. Mas, registre-se, quando eu lhe lancei o desafio de escalar esses três times, no dizer dele melhores, o dito cujo não mais me respondeu.

Então, eu viajei até 1977 para ver o Tricolor de Aço daquele ano e saber se o Valdir tem razão. Viajei e encontrei a seguinte formação do Independência: Ilzomar; Belo, Deca, Beto Fuscão e Melquíades; Paulinho Pontes, Dida e Saúba; Bico-Bico, Valdir Silva e Júlio César. Melhor ou não?

Com a palavra vocês aí na frente da tela que viram esses sujeitos em ação. Vocês decidem. Esse time do Independência de 1977 teria alguma possibilidade de sucesso se disputasse a Copa do Brasil de 2026? Ou será que o nosso saudosismo é maior do que a realidade? Cartas para a redação!

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