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Cobrança do IPTU deve garantir R$ 63 milhões de receita para a Prefeitura de Rio Branco
A previsão da prefeitura da capital acreana de uma arrecadação de aproximadamente R$ 63 milhões com a receita do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) deste ano, enquanto no ano passado o tributo garantiu um aporte de R$ 54 milhões.
Foram emitidos cerca de 110 mil boletos dos moradores de Rio Branco, mas nos pagamentos à vista o contribuinte rio-branquense pode ganhar um desconto de 10% e quem pretende quitar os débitos de anos anteriores o desconto foi de 20%. “Dívidas de exercícios anteriores, em dívida ativa, podemos parcelar em até 36 meses a depender do valor da dívida existente”, revelou o secretário municipal de Finanças, Antonio Cid Ferreira.
Destacou que boleto do IPTU deve chegar nas próximas semanas na casa dos contribuintes, quem quiser antecipar o pagamento do tributo pode procurar os centros de Auto Atendimento espalhados pelas regionais. O tributo teve um reajuste de 5 97%, em comparação com o valor pago no exercício do ano passado. “Todos os recursos arrecadados devem ser aplicados em obras em favor da nossa população”, comentou Cid.
Obrigatoriedade – O pagamento deste tributo anual é obrigatório e garante a legalização dos imóveis nos bairros da capital, o não pagamento do IPTU pode levar o devedor a ser acionado judicialmente ou ter o seu nome inscrito na dívida ativa.
Os contribuintes podem optar pelo pagamento em cota única ou parcelar em seis vezes a dívidas com cartão de crédito. Quem estivem com dificuldades financeiras para arcar com o tributo, pode parcelar em 10 parcelas.
Em 2019, a arrecadação do tributo foi de R$ 22.209.934,00. Com a reedição do Programa de Parcelamentos de Créditos de Natureza Tributária (Refis Municipais), a prefeitura teve uma elevada para quase R$ 33 milhões.
Naquela ocasião, foram expedido mais de 100 mil carnês de cobrança do IPTU, sendo de 82.150 imóveis e 18.832 de terrenos baldios. No ano de 2016, apenas 40% da arrecadação projetada chegou aos cofres do Tesouro Municipal em decorrência da elevada inadimplência de 2015. [Cezar Negreiros/A Tribuna]