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EVANDRO CORDEIRO

COLUNA DO EVANDRO | Primeiro suplente de deputado procura um partido para disputar as eleições em 2022

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O primeiro suplente de deputado estadual Loy Rego, que disputou a eleição em 2018 pelo extinto PRP, numa coligação puxada pelo PV, cansou de procurar um jeito para assumir um mês, que seja. Ao invés disso está à cata de um partido pelo qual pretende disputar as eleições ano que vem em melhores condições, nos mais diversos sentidos.

Suplência nunca mais

Loy Rego é empresário do ramo da limpeza e nunca deixou se ser um representante da Baixada da Sobral, região onde sempre garante sua principal votação, além de Tarauacá, sua terra natal. Para 2022 está se organizando para não ter que ficar mais na suplência.

Avante novo

Novo presidente do Avante, com aval da nacional, Solino Matos chegou para juntar, ao invés de desmanchar o ninho da pata. Convidou o antigo presidente, Manoel Roque, para permanecer na sigla. Roque ficou. É o vice. Os irmãos Soster também permanecem. Inclusive, em 2022, Jarbas e Gringo devem fazer uma dobradinha para federal e estadual. E Solino feliz da vida, no comando da sigla.

Bittar sai do MDB

Pelo andar da carruagem, a saída do senador Márcio Bittar do MDB é iminente. Com a confirmação da candidatura a senadora da deputada federal Jéssica Sales, não tem como Bittar ficar, uma vez que ele tem um candidato a senador, a professora Márcia Bittar, candidata, também, do presidente Jair Bolsonaro.

Beirute também sai

Quem também deve deixar o MDB nos próximos dias é o ex-vereador e médico Carlos Beirute. Ele tem convincente justificativa: uma CEC 1 que ele tinha conseguido para um apoiador em Santa Rosa acabou sendo trocado por Flaviano Melo, sem lhe consultar.

Suplente de luxo

Carlos Beirute, nome mais cortejado para a primeira suplência de tudo o quanto é candidato a senador em 2022, estaria dando preferência para formar chapa com Márcia Bittar. O convite já teria sido feito.

Sem defesa nas redes

Ontem, numa roda onde se falava de política, meio dia, em um badalado restaurante de Rio Branco, foi unânime a crítica em relação a defesa do Governo Gladson Cameli, que não é feita por cargos comissionados, nem por deputados. Pior: com o coração grande, Cameli não tem coragem de cobrar.

Coincidência

Na noite desta quarta-feira, 14, talvez por coincidência, o governador Gladson Cameli jantou com os deputados de sua base. Durante a boia, claro, ele não cobrou a ninguém, fidalgo como é, mas com certeza deixou isso claro em outras palavras e gestos.

Gigante do Juruá

Ouvi ontem em uma roda de gente do Juruá o seguinte: o prefeito Zequinha Lima (Progressistas) está se tornando um gigante político capaz de ser o fiel da balança nas eleições de 2022.

Ainda sem partido

Antônia Lúcia, nossa bispa da Rede Boas Novas, ex-deputada federal, está catando um partido para disputar as eleições em 2022. Até agora ainda não bateu na porta certa.

Perdeu o PL

Depois de comandar o PL por um longo período no Acre, Antônia Lúcia perdeu a sigla para a deputada federal Mara Rocha, que deixou o PSDB. A missionária vai acabar indo para o Republicanos, partido da Igreja Universal.

Manduquinha de volta

O governador Gladson Cameli mandou reformar uns carros antigos cuja ferrugem vinha “dissolvendo” em cemitérios de veículos do Estado. Vai resgatar, claro, como peça de museu. Entre as relíquias, um fusca da polícia nos anos 1980, a antiga manduquinha.

Montagem de chapa

O presidente de um partido garantiu à coluna: tem meia chapa de federal pronta e a de estadual praticamente fechada. O segredo para manter essa chapa, segundo ele, foi não contar nem mesmo para a própria mãe quem são seus futuros candidatos. Tudo isso por causa da forma como a eleição para estadual e federal vai ser disputada me 2022, sem as coligações.

Sugestão ao Frank

Conselho de uma figura experiente da política local ao secretário de Saúde de Rio Branco, Frank Lima. “Frank, vai lá na sala do Bocalom e pede a ele um afastamento de dois meses. Também se não aparecerem as provas em 60 dias daquilo que estão lhe acusando, você volta por cima da carne seca. Você sai grande disso”.

Parar o sangramento

Se acatar a sugestão de se afastar, Frank Lima evitaria ficar “sangrando”, juntamente com Bocalom, em plena praça pública, diante da opinião popular. É o chamado passo para trás, para dar dois lá na frente.

Não cola

Vai perder tempo quem insistir na ideia de colar o tema corrupção no Governo Gladson. Isso não significa que não acontece, segundo o próprio Cameli, porque uma gestão é feita por gente, mas o diferente está na forma como esta é combatida.

Movimentação

Os Bestene começaram a se mexer. O pai, José, deputado estadual, começou a trabalhar a montagem das chapas, para 2022; o filho, Samir, vereador de Rio Branco, vai assumir a presidência municipal do Progressistas, partido deles.

Partido procurado

Partidos como o Progressistas, ao invés de preocupar seus dirigentes por falta de candidatos, dará dor de cabeça a estes por causa da grande procura. O PP vai estar abarrotado em 2022. Vai ser uma das siglas boas para se eleger.

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EVANDRO CORDEIRO

COLUNA DO EVANDRO | Indústria se anima com volta dos empregos no Acre, mas Fieac ainda se preocupa com trabalhadores informais

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A notícia mais recente sobre a volta dos empregos no Brasil, segundo o Caged, reserva uma nota especial para o Acre, onde houve um dos maiores crescimentos de novas ocupações. Os empresários José Adriano e Marcelo Moura, que lideram Fieac e Fecomércio, respectivamente, não são um poço de empolgação, mas admitem que a notícia é alvissareira.

Informais

Segundo o presidente da Fieac, José Adriano, “esses dados do Caged refletem um crescimento do emprego formal no Acre desde o início do ano, e isso é sempre uma informação positiva e animadora porque mostra que a economia vem reagindo, porém o que nos preocupa é a velocidade dessa recuperação em relação aos empregos informais, autônomos e empregos domésticos. Essa parcela da sociedade continua amargando um índice de desemprego muito alto, o maior da região norte, em torno de 16%”.

Candidatos da igreja

Muito bem votado na eleição de 2020, o obreiro da Assembleia de Deus ministério Rio Branco, Alex Souza, ligou para informar o seguinte: ele não disputará as eleições em 2022, quando a igreja terá pelo menos dois candidatos a estadual. “Vou apoiar o deputado Cadmiel Bomfim (PSDB)”, afirmou.

No altar não

A despeito da política dentro das igrejas, maioria das lideranças evangélicas está evitando expor políticos em seus altares. O passado recente, com muitas decepções, recomenda cautela.

Voto impresso

Pouca gente prestou atenção em uma fala do ministro Luiz Roberto Barroso no Acre, por meio da qual ele admite, talvez inadvertidamente, que os votos eletrônicos podem não bater com os impressos. O vice-governador Major Rocha viu e está usando a fala para chamar a atenção das pessoas em favor do voto auditável.

Retrocesso?

Essa questão do voto impresso, contra o qual a esquerda tem horror, está escancarando certo mau-caratismo. Já pensou uma deputada federal dizer que o voto impresso é retrocesso. O eleitor apaixonado tudo bem, mas eleito pelo voto ser contra é bem esquisito.

Cercado

O empresário Everton Soares, liderança política emergente do Alto Acre, está cercado pelo Progressistas. Ele já vinha conversando com o representante do governo na região, o ex-vereador Joelson Pontes, mas hoje ele recebeu a visita do deputado estadual José Bestene. Ficou a meio passo de assinar a filiação.

Maurício do Chalé

O empresário Maurício do Chalé, suplente de deputado estadual no PDT, já se prepara para as eleições de 2022. Por duas vezes bateu na trave. Ano que vem é para arrebentar o cadeado, segundo ele. Terá três vereadores que ajudou a eleger em 2020.

Boas Novas

Hoje estive no programa Novidade de Vida, na rádio e TV Boas Novas, apresentado pela Gabriela Câmara. Em pouco tempo ela apresenta um dos maiores complexos de comunicação do Acre, dentro da nova proposta de imprensa. Foi uma honra.

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EVANDRO CORDEIRO

COLUNA DO EVANDRO | “O Jorge Viana sabe que mente”, diz senador ao comentar novo comportamento do petista que tenta votar ao poder

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A nova roupagem com a qual o ex-senador Jorge Viana, do PT, tem se apresentado ao povo, para tentar voltar ao poder, agora com fala mansa, e insistindo na ideia de que os acreanos estão infelizes, foi questionada pelo senador Márcio Bittar (MDB) nesta quarta-feira, 28. Bittar enxerga nesse “personagem” pré-moldado um novo meio para “enganar” os acreanos, como da primeira vez.

À coluna, Márcio Bittar disse o seguinte sobre o petista: “O Jorge Viana teima em fingir que não conhece a realidade. Ele sabe muito bem que mente. Ele é inteligente o suficiente para saber que o que foi feito no Acre ao longo de mais de 20 anos, porque, como eu venho dizendo várias vezes, antes mesmo deles assumirem o primeiro mandato, a política ambiental, o exagero da legislação ambiental, patrocinada, incentivada, defendida por eles, já era o que reinava no Acre e na Amazônia e depois vieram 20 anos de poder quase que absoluto. Então, ele é inteligente o suficiente para saber que o Acre de hoje é o Acre que eles nos deixaram e o Gladson, com apoio irrestrito do presidente Bolsonaro, tem uma longa caminhada pela frente, com meu apoio, para destravar ou para reconstruir as pontes da prosperidade que eles dinamitaram. Essa que é a verdade.

Eles nos entregaram depois de tanto tempo, de sugarem tanto o Acre, do Acre dar tanto para eles, eles nos entregaram o Estado mais pobre, muito mais violento e desesperançado. O povo acreano, povo nordestino, valente, corajoso, que veio para essas terras enfrentando tudo que é tipo de bicho, malária, beira de rios, seringal, mulheres que pariram filhos na mata, enfim, uma história de bravura, de povo valente que já veio do Nordeste enfrentando a seca, quem dobrou de certa forma a espinha deles foi o PT, porque era um povo que queria trabalhar, não queria viver de favor de Governo, dependendo do Estado. O povo acreano, hoje, que depende quase que exclusivamente do Governo, o que é obra deles. Isso é uma vergonha. Eu já disse isso não sei quantas vezes em quantos comícios, em quantos debates. Um bom governo é aquele que ao final de quatro anos pudesse dizer que pegou o estado com 100 mil famílias dependendo de ajuda do Bolsa Família e entregou só com 10 mil, que diminuiu a quantidade de pessoas dependentes. O retrato do Acre hoje é o que eles pintaram”.

Flaviano: “Estou feliz”

O deputado federal Flaviano Melo (MDB) também questiona a nova “pele” que Jorge Viana vem usando para tentar uma reaproximação com os eleitores, sempre alegando que o povo está infeliz e que o Acre precisa voltar a sorrir. Sarcástico, Flaviano diz não estar enxergando essa infelicidade que Viana apregoa. “Eu, por exemplo, estou feliz”, afirma.

Jenilson federal

Notícia quentinha, vinda do PSB, assegura que o deputado estadual Jenilson Leite está aproveitando a onda que está levando seu nome às praias, enquanto ele se declara candidato a governador. No final, principalmente se passar o voto distritão, ele vai fazer o que a nacional está pedindo: disputar uma vaga na Câmara Federal.

Outros preocupados

No PSB, não apenas o deputado Jenilson Lopes tem se preocupado com as eleições em 2022, sob nova regra, sem coligações. Manoel Moraes, que vem de três vitórias seguidas, só disputaria se passar o voto distritão.

Regra dura

Sem coligação, apenas alguns partidos terão chance de eleger deputados em 2022. Entre estes acredito que Progressistas, MDB, PDT e PT. O restante vai ter que lutar muito.

Blefe

Quando um grupo anuncia que terá uma candidatura a qualquer custo, isso é blefe brabo. Candidatura majoritária, principalmente, não funciona assim.

Nem confiança

O governador Gladson Cameli ignorou totalmente as insinuações feitas pelo senador Sérgio Petecão (PSD) segundo as quais alguém teria oferecido dinheiro para ele desistir.

Sem lógica

Não faz sentido um candidato favorito, no topo em todas as pesquisas, oferecer grana para adversário desistir da disputa.

Candidata da igreja

Na Assembleia de Deus Rio Branco, presidida pelo pastor Luiz Gonzaga, está praticamente batido o martelo que a ex-secretária de Saúde da prefeitura da capital nas gestões de Marcus Alexandre (PT) e Socorro Neri (PSB), Jesuíta Arruda, será a candidata da denominação a deputada federal. Faltaram alguns poucos ajustes.

Três estaduais

Informações dão conta de que, para deputado estadual, a Assembleia de Deus não baterá martelo. Pelo menos três nomes se levantarão naquele ministério, os do atual deputado Cadmiel Bomfim (PSDB), do ex-vereador Ismael Muniz, e do pastor Alex Souza, bem votado para vereador, em 2020.

Destaques?

Em decorrência das sessões virtuais não dá para avaliar performance de ninguém da nova safra de vereadores em Rio Branco, mas dá para se ter ideia. Da atual legislatura devem se destacar Michelle Melo (PDT), Samir Bestene (Progressistas), Fábio Araújo (PDT), Adailton Cruz (PSB) e Rutênio Sá (Progressistas). Pelo menos nas redes sociais são os mais vistos.

Cobrar para disputar

Sem a possibilidade de coligações e os partidos tendo obrigação de formar chapas competitivas, tem muita gente se preparando para cobrar por candidatura. Para ajudar eleger os cabeças, endinheirados, alguns só vão na grana antecipada. Certa razão.

Diária não é crime

Difícil o prefeito de Epitaciolândia, Sérgio Lopes (PSDB), entrar em carrumbamba. Pense em um sujeito sério, durão. Diária por diária todo gestor belisca. Está amparado na lei.

Bocalom no Guinness

O prefeito Tião Bocalom (Progressistas) terminará sua gestão para ser, ato contínuo, registrado no Guinness Book. Será o primeiro executivo do mundo a governar sem nenhum acordo com o legislativo.

Aposentadoria

Quem está arrumando as malas para encerrar a carreira no Judiciário é o desembargador Pedro Ranzi. Aliás, belíssima carreira. Sem uma mácula. São três décadas e meia de dedicação à magistratura.

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EVANDRO CORDEIRO

COLUNA DO EVANDRO | Voto ‘distritão’ deve passar em Brasília e eleição 2022 será dos mais votados; deputados do Acre contra e a favor

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A possibilidade de o voto “distritão” ser aprovado em Brasília antes de outubro, portanto para virar regra das eleições em 2022, é grande. Na Câmara Federal é certo que passará. A bancada federal do Acre está dividida. Ao menos entre os ouvidos pela coluna, a regra tem seus defensores e detratores.

O que é voto “distritão”?

Voto distritão é uma regra eleitoral que assegura vitória aos mais votados. É uma espécie de salvação para quem não tem partido, e vive o sério risco de disputar sem chances em 2022.

Flaviano é contra

Da bancada do Acre, Flaviano Melo (MDB) diz que é contra o voto “distritão”. Segundo ele, essa regra põe fim aos partidos. “Quem quer esse voto é quem não consegue montar chapa de candidatos. Esses partidos do eu sozinho. Que se elegiam em coligações. Eu não acredito em política sem partidos”, diz.

Alan Rick rebate

“Eu espero que passe. Na Câmara vai passar. O distritão é simplesmente o respeito ao voto do eleitor. Quem tiver mais votos ganha a eleição. Com o fim das coligações partidárias esse é o único caminho pra montagem das nominatas”, afirma o líder do DEM no Acre.

Não contar com esse apoio

O Artur Neto, ex-chefe da Casa Civil de Tião Bocalom, agora de volta ao Governo Gladson, havia dito à coluna que seu irmão, Henrique Afonso, vice-prefeito de Cruzeiro do Sul, não apoiaria o atual governador em sua reeleição. Henrique é do PSD, do senador Sérgio Petecão e deve apoia-lo. “Ele sempre foi muito leal”, diz Artur.

Iapen é exemplo

Bom administrador e um policial exemplar, Arlenilson Cunha mudou o Iapen no Acre. Ao invés de ser um setor de desgaste para o Governo, o Iapen é exemplo do quanto as coisas têm dado certo.

Suplência do Senado

A corrida pelo Senado, em 2022, ainda não tem um favorito, de fato. As pesquisas atuais dão uma dica, apenasmente. Mesmo assim nos bastidores já existe disputa pelas suplências. O nome do médico Carlos Beirute, por enes razões, é um dos mais badalados.

Candidato a suplente

Uma vez que está decidido na casa dos Beirute que ninguém lá será candidato, nem Rodrigo, filho, tampouco dona Ana, esposa, ele não nega que estará nas eleições de 2022, apenas como suplente de senador. 

Intimidade com o público

As imagens do governador Gladson Cameli em Plácido de Castro, no domingo, 25, são as inequívocas expressões do quanto ele goza de popularidade. Não bastasse os adultos, as crianças são apaixonadas pelo Cameli.

Aproximação

Um grupo de artistas reclamava esses dias à coluna que não conseguiram ainda se aproximar do governador Gladson Cameli. O sonho deles é tomar um café com o homem.

Conselho e caldo…

Depois de dispensar um conselho um dia desses de um “aliado”, Tião Bocalom justifica que não é cem por cento o correto, o inerrante, mas não gosta de ouvir bobagens travestidas de conselho.

Trabalho silencioso

Moisés Diniz continua trabalhando nos bastidores a formação de chapas no Solidariedade. Como na maioria dos partidos menores, lá também não aceitará ninguém com mandato.

Os adversários

Quando se pergunta dentro da prefeitura de Rio Branco quem são os adversários da secretaria de Saúde do município, o dedo aponta fino e rápido para o rumo da Câmara Municipal e na direção dos gabinetes dos vereadores Michelle Melo (PDT) e Adailton Cruz (PSB).

Nanicos e seus senadores

Os partidos considerados nanicos não vão abrir mão de seus candidatos a senador. O PSOL está trabalhando nas redes sociais o nome do advogado Sanderson Moura e o Cidadania está tratando a pão de ló seu pré-candidato, o bacharel em Direito Leandro Costa. Ambos não se importam com resultado de pesquisas.

Empáfia

Tem uns ex-integrantes da Frente Popular, derrotada em 2018, que ainda arrotam pelas redes sociais com uma empáfia medonha. Não seguem sequer o líder deles, Jorge Viana, que resolveu mudar o estilo de andar e até o tom de sua fala.

Povo com depressão

Jorge Viana, a rigor, descobriu que os acreanos estão em uma depressão sem precedentes. Nas postagens dele não fala em outra coisa, senão em levantar o astral do povo, voltar a ser feliz…

Novos tempos

Políticos remanescentes dos anos 1990 ainda não absorveram os novos tempos, onde reina a informação. Hoje em dia todo mundo é jornalista, colunista e apresentador de TV. Ninguém mais cai em contos, como nos anos 1990.

Sumidão

Alguém dá notícia do deputado estadual Luiz Tchê (PDT)? Ele sumiu do noticiário como nenhum outro político do Acre.

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