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PAULO MACHADO

O que cava uma cova cairá nela

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“O que cava uma cova cairá nela; e o que revolve a pedra, esta voltará sobre ele.”  (Provérbios 26 : 27)

Estamos assistindo a um fenômeno que cresce como massa de bolo. 

Ao longo de mais de 30 anos, o Brasil viveu uma cortina de fumaça. Desde o final do regime presidencialista militar, a esquerda vem criando um cenário que confundiu o povo brasileiro.

Recordando a história, tínhamos somente 2 partidos políticos, um representava o nacionalismo e outro um liberalismo democrático com infiltrações de esquerda. Depois disso foram surgindo partidos diversos (hoje com 33), e aí se trabalhou uma nova constituição (1988), em que diz dissimuladamente “O poder emana do povo por meio de seus representantes”, empresta para seus representantes uma autoridade que esta acima da vontade do povo. Pelo menos é isso que os membros do Congresso Nacional acreditam.

O que vimos desde então, foi uma revolução cultural e de valores no Brasil por meio de ideologias gramscista.

A esquerda foi assumindo uma roupagem evolucionária de economia e desenvolvimento com ênfase no social sob pretexto distribuição de renda.

Tivemos um sociólogo muito inteligente que agindo como um falso profeta, que levou os brasileiros, (inclusive eu) a acreditar que o país estaria agora girando a roda da fortuna com o plano Real, com o equilíbrio monetário parelhado com o dólar, com uma relação diplomática no estilo intelectual, dando aos brasileiros uma falsa impressão de aceitação entre os países tidos como de primeiro mundo. Na verdade, esse socialista brasileiro estava preparando o caminho de um falso messias, um molusco que usou os pobres e oprimidos, que se apresentou como defensor das minorias e dos marginalizados, um populista ébrio que colocou o Brasil no ranking de um dos países mais corruptos do mundo.

Esse populista com sua narrativa mentirosa com fundamentos marxista, construída creio eu, nos cárceres do DEIC em São Paulo, junto de sua prole terrorista e idealista revolucionária, conseguiu aparelhar nosso país em todas as esferas do poder, com Exceção às FFAA, conseguiu delapidar os cofres de nossa nação em mais de 8 trilhões de Reais nos últimos 13 anos.

Foi muito dinheiro distribuído entre seus asseclas. Tudo para garantir a impunidade e o enriquecimento ilícito.

Graças à hoje combalida e moribunda Lava jato, (condenada à morte pelo nosso magnífico STF), os crimes dessa trupe foram descortinados aos olhos do povo brasileiro que em 2018 preferiu ao improvável e inimaginável Dom Quixote para derrubar o moinho que triturava nossos tesouros, um capitão que nominado como Messias, embora não seja o Messias Cristão, mas sendo cristão, revestido da armadura da fé e empunhando a espada da Palavra de Deus sob a insígnia de “Conhecereis a Verdade e a Verdade vos Libertará” (Jo. 8.32), decidiu enfrentar seus algozes como um anjo de Deus, a exemplo de sansão que com uma queixada de jumento derrubou 1.000 (Jz.15.16).

Desde então, uma cruzada desesperada contra esse homem tem sido travada pelo aparelhamento estatal.

Assim o Capitão tem sobrevivido batalha após batalha, com um congresso tramando armadilhas apoiado por um judiciário cumplice, e contrário a vontade do povo se organiza em conluio para derrubar àquele que foi eleito contra todos os prognósticos da imprensa marrom.

A princípio, apoiado em sua maioria pela Igreja evangélica, somado com católicos praticantes, por defender bandeiras como vida e família, honestidade e defesa moral conservadora, entrincheirou-se junto aos antigos companheiros da caserna para resistir aos primeiros confrontos.

Na fase atual, em meio a pandemia do coronavírus, o “genocida” se viu combatido por alguns governadores em uma aliança macabra, que tentando um “cheque mate” no cavaleiro solitário, caíram em sua própria armadilha.

A já fracassada CPI do covid que tinha o propósito de enquadrar o Capitão, teve seu contragolpe na incrementação dos estados e municípios na apuração de irregularidades, o que provocou uma desesperada e descarada tentativa de se blindar a CPI nomeando como relator um membro de fazer inveja a qualquer líder de facção criminosa, membro esse apelidado de “Atleta”, que tem como missão desviar as atenções dos reais crimes cometidos na pandemia, como o de desvio de verbas enviadas pelo Governo Federal a Estados e Municípios. 

Agora o gigante acordou.

Através de manifestações espontâneas do povo brasileiro, com a adesão de pessoas de bem, de modo pacífico jamais visto na história do Brasil, as ruas se encheram a uma única voz, para contradizer os representantes do povo, eleitos democraticamente, mas que por algum momento se esqueceram disso, e mandar um recado perigoso a esses contraventores, que a exemplo de 1964 na marcha da Família (que a história faz questão de esquecer), pode fazer o jogo virar, como diz nosso chefe de estado “O jogo é dentro das 4 linhas da Constituição”

Vamos aguardar o resultado desse último 01 de maio.

Novos e emocionantes capítulos dessa trágica história do Brasil estão sendo escritos por quem tem um cuidado especial pelo seu Povo e que preza pela Sua Palavra.

A Ele toda a Honra e Glória e Louvor para todo o Sempre.

Brasil acima de tudo, Deus acima de Todos.

Pr. Paulo Machado – Pedagogo –  Teólogo – Pós-graduado em Ciência da Religião

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COLUNAS

O STF e sua cruzada inglória

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*Paulo Machado

“Lembrai-vos da palavra que vos disse: Não é o servo maior do que o seu SENHOR. Se a mim me perseguiram, também vos perseguirão a vós; se guardaram a minha palavra, também guardarão a vossa.”  (João 15 : 20)

Neste final de semana assistimos a mais um episódio da saga ideológica anticristã travada nas mais altas esferas do poder.

Em plena semana Santa, período que 90% do povo brasileiro de predominância cristã celebra o sacrifício vicário de Cristo e sua ressurreição, assistimos perplexos mais um desvaneio da suntuosa e majestosa sublime e intocável corte suprema em sua sanha de discriminação religiosa disfarçada de medida preventiva de saúde pública.

Entre muitas peitas a que se dedicam seus excelentíssimos magnânimos ministros, mais uma de um de seus mais controversos rouba a cena, no que mais se parece com uma tragédia grega.

Na véspera da Páscoa, o ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), em atenção ao pedido da ANAJURE Associação Nacional dos Juristas Evangélicos do Brasil liberou a realização de missas e cultos religiosos em todo o Brasil. A decisão foi publicada neste sábado (3/4). Em resumo, Na decisão em caráter liminar (provisório), o ministro aponta que Estados e municípios não podem editar normas que proíbam completamente celebrações religiosas presenciais como medida de enfrentamento à pandemia por ferir um preceito constitucional que garante a liberdade religiosa e o direito de culto.

“A proibição categórica de cultos não ocorre sequer em estados de defesa ou estado de sítio. Como poderia ocorrer por atos administrativos locais? Certo, as questões sanitárias são importantes e devem ser observadas, mas, para tanto, não se pode fazer tábula rasa da Constituição”, escreveu o ministro.

Enquanto de um lado o bom senso se manifesta através do mais novo zelador da Constituição brasileira, de outro um dos mais brilhante  Ministro do STF Gilmar Mendes nega o pedido da CNPB Conselho Nacional de Pastores do Brasil e do PSD na ação que requeria contra o decreto do governo de São Paulo que proibia cultos presenciais.

A questão deverá ser discutida nesta quarta (07/04) pelo pleno e que pelo andar da carruagem já se faz percebido o resultado.

Observa-se uma certa resistência por parte do clero em aceitar o mais novo membro do colegiado. Opiniões divergentes vem sendo proferidas contra decisões do novo ministro demonstrando como serão os futuros embates naquela corte. Será porque foi indicado pelo Presidente Jair Messias Bolsonaro????

As declarações de escarnio produzidas pelo ministro Marco Aurelio “Imagino que Nunes Marques seja muito religioso” é uma pequena amostra do ambiente criado em torno daquele que defende princípios cristãos.

Então fica a pergunta: – “E quando solta bandido do PCC é porque é muito bandido ministro !?”

É clara a inclinação militante daqueles que se opõe a essencialidade dos serviços religiosos.

Estamos presenciando mais um capítulo dessa “novela da vida real”, como se não bastasse as aberrações que se presencia na tragédia Dória, temos ainda mais uma cena dantesca que envergonha o judiciário brasileiro.

Acreditamos que o Brasil tem Jeito. A Igreja ainda é a última trincheira.

*Paulo Machado é pastor e professor

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