Valterlucio Campelo
Estamos em 2026. Acorda, Brasil!, escreve o colunista Valterlucio Bessa Campelo

Estamos em 2026. Acorda, Brasil!
Valterlucio Bessa Campelo
Os lambetogas, essa gente dominada pelo credo covarde “manda quem pode e obedece quem tem juízo”, saíram dos esgotos em que vivem para menosprezaram a caminhada iniciada pelo deputado mineiro Nikolas Ferreira em Paracatu-MG, com encerramento previsto para Brasília neste domingo (25/01), depois de mais de 200 quilômetros de percurso. Na chegada já estará acompanhada de milhares de pessoas e dezenas de parlamentares. No eixo monumental, na praça do Cruzeiro, esperam milhares e milhares em apoio à iniciativa. Será gigante, prometem os apoiadores.
Alguns dos molambos esquerdistas que de início minimizavam o movimento, aos poucos foram se assustando e chegaram a pedir que a justiça interrompesse a caminhada. Viram crime no direito de ir e vir. Para não passar em branco, Dimorais revogou o direito de reunião e proibiu qualquer movimentação nas proximidades da local onde está preso Jair Bolsonaro. Outros da espécie, espalhados nos jornais, com aquele cinismo de servos almoçados, exibem a dureza do ministro para garantir que tudo terá sido em vão, porque Bolsonaro continuará preso e martirizado. Os imbecis não sabem de nada.
Quem disse que o movimento é mera pressão pela prisão domiciliar de Bolsonaro não entendeu nada. Este domingo sucederá na história o de 8 de janeiro de 2023 e será aquele em que o brasileiro, presente em Brasília ou de olho na TV ou no smartphone, celebrará um despertar da nação para um ano eleitoral no qual estará em jogo 2/3 do senado, a câmara federal inteira, a presidência da república, governadores e assembleias estaduais. A caminhada cívica liderada pelo Nikolas é o primeiro passo da caminhada que derrotará inapelavelmente a esquerda autoritária, corrupta e assassina que nos governa em regime de Junta com o STF.
O próprio Nikolas demonstra isso. Em sua camisa, que virou símbolo, não está escrito a batom “soltem Bolsonaro”. A palavra de ordem é “Acorda Brasil!”. Isso é um chamamento para que saiamos da letargia, do sono do cansaço, para voltarmos às ruas. É alimento para a alma de quem há três anos sofre a injustiça, o escárnio e o autoritarismo. As ruas pertencem ao povo e é nelas que devemos estar.
Enquanto a república se contorce em uma retornada corrupção que liga bancos, membros do governo e ministros do supremo, do aposentão que envolve a parentalha do Lula ao Toffolão com suas adjacências, derramando dinheiros mal ganhos por toda a “cobertura” do edifício do poder, o povo, saqueado, enganado, assiste um presidente falastrão em cima dos palanques diários, batucando a mesma tecla quebrada de um crime que nunca houve e de uma condenação injusta. O país foi abandonado às feras que se nutrem do erário.
O país se deteriora internamente, com uma dívida que já lambe os 10 trilhões, tem um desempenho pífio na economia, vê suas estatais dando prejuízos bilionários, a gastança desenfreada do governo, o déficit estratosférico, os privilégios da camarilha palaciana, o crime organizado infiltrando-se no topo do poder, desmantelo nas emendas parlamentares, obras que não saem do papel, juros nas alturas e um abismo fiscal já cavado para 2027. Externamente, aliado da escória, o lulopetismo coleciona derrotas e se contenta com uma piscadela do Trump cujo valor vai até a próxima demanda.
Nikolas nos acorda para essa realidade. É disso que se trata. O Brasil não pode se manter amedrontado por alguns poucos homens autoproclamado donos de nossos destinos. Em 2026 precisamos dar uma basta e jogar na lama toda essa gente pérfida e corrupta. Nikolas Ferreira e seus aliados cumprem a tarefa de proclamar em todo o Brasil que chegou a hora de libertar a nossa fala, nossa escrita e nossos gestos. Não aceitaremos CENSURA.
Adiante, Bolsonaro terá que ser reconhecido como inocente que é de todas as acusações falsamente julgadas que o levaram à prisão. O milhar de manifestantes presos sem crime terá seus processos anulados, e todos devem ser justamente indenizados. O Brasil precisa em 2026 retomar as rédeas de seu destino e eliminar de vez o cancro que há décadas teima em conter a nossa sina de grande nação. O malfazejo terá que ser derrotado juntamente com toda a sua trupe de assaltantes.
Que os lambetogas também acordem e, ao invés de submeterem-se à autoridade aloprada, se aliem ao único e verdadeiro poder político, o que vem do povo. Como disse outro jovem (Etienne de la Boétie), há quase 500 anos, na França, basta que não entreguemos o que querem e eles (os poderosos) desabam. Acorda Brasil! Temos uma tarefa histórica para 2026.













