O que muda no Bolsa Família a partir de maio
A exigência não significa um bloqueio imediato para quem já recebe o Bolsa Família. O governo afirma que a transição será gradual e integrada aos processos normais de atualização cadastral, como revisões periódicas e cruzamento de dados. Quem já possui biometria registrada — seja pela CIN, Justiça Eleitoral ou CNH — não precisará tomar nenhuma providência agora.
A partir de maio, novos pedidos ao Bolsa Família poderão exigir a apresentação da CIN como documento base. A comunicação com os beneficiários será individualizada, evitando filas, correria e deslocamentos desnecessários.
A Carteira de Identidade Nacional unifica o CPF como número único de identificação e permite o registro de impressões digitais ou biometria facial. A primeira via é gratuita e a emissão deve ser feita nos institutos de identificação dos estados, mediante agendamento.
O governo destaca que a mudança busca proteger quem realmente tem direito ao benefício, além de garantir mais transparência no uso de recursos públicos. Grupos específicos, como idosos acima de 80 anos, pessoas com dificuldades de locomoção, moradores de áreas remotas e famílias já inscritas no CadÚnico, terão regras diferenciadas e prazos mais flexíveis.














