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SAÚDE

Fevereiro Roxo e Laranja: Afya Cruzeiro do Sul reforça conscientização sobre doenças crônicas e Leucemia

Especialista da instituição alerta para sinais iniciais de Alzheimer, Lúpus, Fibromialgia e Leucemia

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O mês de fevereiro se inicia com campanhas de conscientização em dobro na área da saúde. As campanhas nacionais Fevereiro Roxo e Fevereiro Laranja chamam a atenção da população para doenças que impactam diretamente a qualidade de vida e exigem diagnóstico precoce.

O Fevereiro Roxo é dedicado à conscientização sobre doenças como Alzheimer, Lúpus e Fibromialgia, enquanto o Fevereiro Laranja alerta para a Leucemia, um tipo de câncer que afeta a medula óssea, responsável pela produção das células do sangue.

Apesar de distintas entre si, todas essas doenças têm em comum o impacto significativo na vida dos pacientes e de seus familiares, reforçando a necessidade de atenção aos sinais iniciais.

Segundo Pedro Souza, neurologista e docente da Afya Cruzeiro do Sul, o diagnóstico precoce não interfere apenas no prognóstico clínico, mas também no planejamento de vida do paciente. “Identificar a doença mais cedo permite organizar tratamentos, adaptar rotinas e preservar a autonomia por mais tempo”, explica.

No caso de doenças crônicas e neurológicas, o diagnóstico antecipado contribui diretamente para a prevenção de agravamentos. No Alzheimer, possibilita o início de medicamentos que retardam a perda das conexões do cérebro; no Lúpus, ajuda a evitar crises sistêmicas que podem levar à insuficiência renal ou a lesões neurológicas; e, na Fibromialgia, reduz o risco de sensibilização central severa, facilitando a adesão a exercícios físicos e terapias multidisciplinares.

Além disso, o diagnóstico precoce garante que o paciente busque ajuda antes que as limitações se tornem mais graves. De acordo com o neurologista, muitos sinais ainda são ignorados ou confundidos com situações comuns do dia a dia. “No consultório, é frequente que familiares confundam os primeiros sinais do Alzheimer com o ‘envelhecimento normal’. São sinais críticos que acabam passando despercebidos”, alerta Pedro Souza, especialista.

Entre os principais sinais de alerta estão a anomia (dificuldade persistente para encontrar palavras comuns), desorientação em trajetos conhecidos, mudanças sutis de personalidade, apatia, irritabilidade ou perda de interesse em hobbies antigos, muitas vezes confundidas com depressão, além de dificuldades em tarefas executivas do dia a dia.

Já a Leucemia apresenta sinais iniciais inespecíficos, que podem ser confundidos com viroses ou cansaço crônico. “Entre os principais sintomas estão fadiga extrema, que não melhora com o repouso; palidez e falta de ar, decorrentes da anemia; hematomas ou petéquias, pequenos pontos vermelhos ou roxos na pele que surgem sem trauma aparente; além de febres baixas e suores noturnos, frequentemente ignorados como resfriados. Outro sinal importante é o aumento dos linfonodos, conhecidos como ínguas, especialmente no pescoço e nas axilas, geralmente indolores”, ressalta o docente.

Outro desafio no combate a essas doenças, segundo o especialista, é o estigma social, que ainda dificulta o cuidado adequado com os pacientes. “Frases como “fibromialgia é frescura ou coisa psicológica” ignoram a base neurofisiológica da doença; “Alzheimer é só esquecimento” desconsidera sintomas comportamentais e motores; e mitos como “lúpus é contagioso” contribuem para o isolamento social de pacientes, especialmente aqueles com manifestações cutâneas”, observa Pedro Souza.

Afya Amazônia

A Afya tem uma forte relação com a Amazônia, com 16 unidades de graduação e pós-graduação na Região Norte. O estado do Acre conta com uma instituição de graduação (Afya Cruzeiro do Sul). Tem ainda onze escolas de Medicina em outros estados da Região: Amazonas (2), Pará (4), Rondônia (2) e Tocantins (3). Além delas, a Afya também está presente na região com 4 unidades de pós-graduação médica nas capitais Belém (PA), Manaus (AM), Palmas (TO) e Porto Velho (RO).

Sobre a Afya

A Afya, maior ecossistema de educação e soluções para a prática médica do Brasil, reúne 38 Instituições de Ensino Superior, 33 delas com cursos de Medicina e 25 unidades promovendo pós-graduação e educação continuada em áreas médicas e de saúde em todas as regiões do país. São 3.753 vagas de Medicina aprovadas pelo MEC e 3.643 vagas de Medicina em operação, com mais de 24 mil alunos formados nos últimos 25 anos. Pioneira em práticas digitais para aprendizagem contínua e suporte ao exercício da Medicina, 1 a cada 3 médicos e estudantes de Medicina no país utiliza ao menos uma solução digital do portfólio, como Afya Whitebook, Afya iClinic e Afya Papers. Primeira empresa de educação médica a abrir capital na Nasdaq em 2019, a Afya recebeu prêmios do jornal Valor Econômico, incluindo “Valor Inovação” (2023) como a mais inovadora do Brasil e “Valor 1000” (2021, 2023, 2024 e 2025) como a melhor empresa de educação. Virgílio Gibbon, CEO da Afya, foi reconhecido como o melhor CEO na área de Educação pelo prêmio “Executivo de Valor” (2023). Em 2024, a empresa passou a integrar o programa “Liderança com ImPacto”, do Pacto Global da ONU no Brasil, como porta-voz da ODS 3 – Saúde e Bem-Estar. Mais informações em: www.afya.com.br e ir.afya.com.br.

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