Em sua coluna, na página dois, do finado jornal Página 20, o Antonio Stélio costumava apelidar seus desafetos, além de escrever verdadeiras barbaridades impublicáveis até
“…Eu, graças à Deus, peguei esse apelido de artista…” Seu Hélio Melo foi um grande artista plástico brasileiro – Acreano-universal, como costuma dizer e escrever
Trôpego o pé-inchado caminhava, perna-passava entre a calçada e a rua de lama procurando o rumo de casa. Ingeriu uma quantidade exagerada de álcool. Ele