POLÍCIA
Justiça determina que trio acusado de execução no Ramal do Macarrão vá a Júri Popular

A Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) acolheu o recurso do Ministério Público (MPAC) e decidiu que os três acusados pela morte de André Barroso serão julgados pelo Tribunal do Júri. A decisão reforma a sentença anterior, que havia poupado os réus do júri popular.
A Emboscada pelas Redes Sociais O crime ocorreu na noite de 11 de fevereiro de 2024, no Ramal do Macarrão, região do Belo Jardim. Segundo as investigações, André Barroso foi vítima de uma “cilada”: ele teria sido atraído ao local por meio de mensagens enviadas pelas redes sociais de uma mulher, onde foi surpreendido e executado a tiros.
Os Acusados e as Acusações
Os réus Darcifran de Moraes Eduíno Junior, Francivaldo Barrozo de Chaves e Jadeson Silva do Nascimento haviam sido inicialmente impronunciados por falta de provas suficientes. No entanto, a desembargadora Denise Castelo Bonfim, relatora do recurso, entendeu que há indícios claros de autoria e materialidade que justificam o julgamento popular.
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Jadeson e Francivaldo: Responderão por homicídio qualificado e organização criminosa.
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Darcifran: Responderá por homicídio qualificado.
Réu de Alta Periculosidade Um detalhe que chama a atenção no processo é o histórico de Darcifran Eduíno. Em abril de 2024, ele já havia sido condenado a quase 28 anos de prisão pelo envolvimento na morte do jogador de futebol Thiago Eneas, crime que também causou grande comoção em Rio Branco.
Agora, o Tribunal do Júri será o responsável por dar a palavra final sobre a responsabilidade do trio na execução de André Barroso.












