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COLUNAS

O papel da Igreja na pandemia

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A mais de um ano que estamos vivendo dias difíceis. Dias esses que nos faz repensar nas coisas que fizemos e mais ainda naquelas em que a bíblia tem nos ensinado sobre “amor ao próximo.

Diante de um fenômeno social de pandemia do Covid-19, em que tantas incertezas, dores, medos, invadem as nossas casas, suspeitamos que a morte se aproxima querendo fazer amizade. Você quer essa amizade querido leitor? Acredito que nenhum de nós. Ao contrário, pois, como cristãos, acabamos de celebrar a Páscoa do Senhor, ou seja, declaramos com toda força poética uma outra realidade: a vida é maior que a morte.

E sendo assim, buscando por uma forma externa sem perder a essência da real posição no qual faço parte, percebemos que o papel da igreja além do que imaginava era, é e sempre será maior, pois o que se pratica nada mais é essencial do que o amor. Este por ser o ícone de uma sublime entrega para todo aquele que se voltasse para a cruz e pudesse interpretar a razão de toda dor e sofrimento aquém nos amou, ama e sempre amará ao que estiver disposto a fazer um papel social como o que foi apresentado aos judeus e a todos sem distinção do amor incondicional, de se entregar por uma causa.

Desde o fenômeno que nos fez revelar o que temos e somos, chamado Covid-19, as dúvidas tem se tornado a maior arma entre todos, mas esta, maior que uma arma de fogo, a incerteza de como enfrentar o inimigo sozinho e desarmado. Por esta razão, a igreja entra como uma coluna de força e de extrema essencialidade no papel social, humano, psicológico e acima de tudo, espiritual.

Quando tratamos aquelas pessoas que por algum motivo estão passando por problemas que outrora não existiam, buscamos em Deus o divino dom da revelação através do Espírito Santo para instruir aquele aquém Deus entregou seu único filho para morrer por ele e por nós de tal forma essa, uma solução ou caminho para deixar a pessoa atendida e com a consciência de que Deus o ouviu.

As igrejas buscaram mecanismos e se reinventaram neste momento dicotômico de líderes cristãos em meio a pandemia. Evidente que entre esses aspectos, existem diferentes caminhos, mas de forma pedagógica, as igrejas foram por duas vertentes: uma, o uso das redes sociais,  e aplicativos para realização de cultos, palestras, orações, dentre outros elementos litúrgicos; e também a negação do isolamento social, afirmando que os fiéis devem retornar aos templos.

Entretanto, existem as igrejas que permanecem os seus trabalhos e ações como na sua originalidade, atendimentos pastorais, acompanhamento espiritual de seus rebanhos diante da pandemia, necessidade como nunca um templo teve não somente por aqueles que se dizem membros, mas também por pessoas que ao longo desta que por muitos está sendo chamada de “os tempos difíceis”.

Sabemos que estas ferramentas ficarão como uma nova linguagem que muitos ignoravam e ou não desejavam experimentar. Mas dentro delas as pessoas passaram a utilizar como a opção em meios aos decretos impossibilitando seus cultos naturais e ações tais como, “encontros” de orações e etc…

Por outro lado, tem aqueles que dizem que o melhor é estar em suas residências e fazendo de forma home office do que praticando tudo o que aprendeu durante seu tempo de evangelho.

Desta forma, deixa eminente a sua razão pela qual deveria ser exercida, mas o fenômeno causador da dúvida o deixou ser conduzido como espelho das ações externas.

Por isso que acreditamos não ser uma ação que substituíra o culto presencial. Estamos buscando superar tal contexto, mas ansiosos, não como está escrito em 1Pd: 5: 7, que diz, lançando toda a vossa ansiedade sobre Ele, porque Ele tem cuidado de vós. Mas de dias melhores, de esperanças, para que o reencontro dos abraços, dos beijos, do cheiro, e do tão tradicional entre todos, o aperto de mãos.

Contudo, quero aqui desejar como filho de Deus, que lutemos e avancemos em prosseguir para o alvo, JESUS CRISTO, aquele que se pôs entre todos por amor a pecadores e deixando uma mensagem de que o amor sempre vencerá o mau.

Pr. Evercley Melo

EVANDRO CORDEIRO

COLUNA DO EVANDRO | ‘O que não iremos é ser empecilho’, diz Jéssica Sales sobre reunião entre pretendentes ao Senado

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A deputada federal Jéssica Sales (MDB), uma das que puxou a reunião entre ela, a senadora Mailza Gomes (Progressistas) e o deputado federal Alan Rick (DEM), para uma tratativa cavalheira sobre como será definido o candidato a Senador do governador Gladson Cameli (Progressistas), acredita que o resultado do encontro será coisa boa. “O que não iremos é ser empecilhos”, afirmou, em relação a reeleição de Cameli.

Melhor na pesquisa

Jéssica Sales informou a coluna, ainda, que durante encontro entre os três “ficou claro que, o melhor na pesquisa será uma opção para o governador”. E que aceita que o “Deus escolher” para ela.

Aprendendo ainda

Na verdade, essa ambição saudável por uma cadeira no Senado entre os aliados do governador Gladson Cameli pode se transformar, a partir de um acordão, numa grande força para a reeleição dele e o fortalecimento de um grupo ainda inexperiente no poder. Basta lembrar que todos estavam há 20 anos assistindo o PT governar, com seu estilo interno antidemocrático, onde as coisas eram resolvidas no grito e a nanicada da aba do chapéu dos Viana se calava.

A indignação que precisa viralizar

O polícia penal Adriano Marques, que também é sindicalista e bacharel em Direito, expôs sua indignação em relação a frouxidão da lei penal. Disse ele:

“Chegamos ao ponto em que vemos nas ruas policiais fazendo manifestações públicas pedindo mudança nas leis. Ocorre o seguinte: antes, as polícias prendiam as pessoas e elas permaneciam presas. Hoje, o indivíduo comete um crime, vai preso e o delegado ou juiz é obrigado a liberar o suposto criminoso, porque assim a lei determina. Está aí a origem da sensação de impunidade. Temos altos índices de crimes com envolvimento de menores de idade. Eles são apreendidos, levados para a delegacia e ainda saem rindo da polícia. O que antes eles tinham coragem de dizer somente ao policial na rua, passaram a dizer ao delegado e agora já falam até para os juízes e promotores”.

Baluarte da imprensa

Zezinho Moraes é um desses baluartes da imprensa no interior do Acre. Ele trabalha no Alto Acre com suas emissoras de rádio as quais sempre colocou à disposição da então oposição a esquerda na época dos governos petistas. Ele me disse que esse posicionamento é puramente ideológico. “Sempre fui anti-esquerda”, garante.

Do conservador Valdir Perazzo

“Conversei com o jovem empresário do agronegócio Rodrigo Pires, que vem exercendo importante liderança como liberal conservador na sociedade acreana.

Rodrigo Pires se surpreende pelo fato do Estado do Acre não ter um único veículo de comunicação em que os conservadores se sintam representados.

Concordei com ele!

Já está na hora do Estado do Acre – com imensa vocação para o Agronegócio – aí se exercite uma contraditória no debate político, criando-se e viabilizando-se pluralidade de ideias políticas.

Impõe-se a necessidade de um veículo de comunicação que dê voz aos conservadores”.

Nota da coluna

A não ser que Valdir Perazzo e Rodrigo Pires tenham intenção de ver uma imprensa radical. Se não, bem-vindos ao Acrenews, cujo espaço aos conservadores não é aberto, é escancarado. As atitudes editoriais revelam quem somos.

PSL e DEM, Marcia e Alan

Perguntei ao Pedro Valério, presidente do PSL, o seguinte: Na fusão de PSL com DEM, como ficará isso no Acre, uma vez que o PSL tende a apoiar a candidatura da Márcia Bittar ao Senado, e o DEM tem o Alan Rick, que também pleiteia o Senado? Ele, na lata: “Deixa acontecer a fusão que a gente resolve. Agora estou trabalhando na formação da chapa”.

Novo Sanderson Moura

Como mudou muito seu estilo em 15 anos, deixando para trás seu estereótipo de sindicalista bravo, quando disputou o Sinteac, quando era do DCE na Ufac, se tornando em um apologeta de grandes oradores, como Cícero, reeditando por aqui a escola ateniense, e seguindo Osho, o advogado Sanderson Moura tem garantido que vai disputar o Senado. Só não se sabe se vai conseguir sob esse novo formato, bem mais zem. Quando era das ruas chegou a ser convidado para se submeter às urnas. Bora vê.

Chamando pra porrada

Quem anda pelas ruas de Rio Branco pedindo votos para Senador é o investigador mais famoso do Acre, o bacharel em Direito Leandro Costa. Brabinho, ele anda chamando Jorge Viana para um duelo. “Vou dar uma surra de votos nesse menino da floresta”, promete o abelhudo.

Os contras

Só a esquerda mais radical é contra a fala do senador Márcio Bittar (MDB) em reação aos artistas que ficam em luxuosos apartamentos em Copacabana dando pitaco sobre o que deve ou não ser feito aqui no Acre, em relação ao meio ambiente. Tô com Márcio. Assim como a esquerda local, esses agourentos não se importam com a melhoria de vida do homem do campo e o da cidade também, repetindo essa retórica falida.

Ainda sem rumo

As principais lideranças evangélicas do Acre ainda não definiram, de uma vez por todas, como vão se comportar nas eleições de 2022. Só decidiram que com a esquerda não caminham.

Seguidores empolgados

Se o próprio deputado Jenilson Leite (PSB) tem consciência de quão difícil seria uma eleição dele para governador, o mesmo não pode se dizer de seguidores seus nas redes sociais. É só alguém abrir uma pesquisa no Facebook que ele vence em todas contra Gladson, Petecão e até Jorge Viana.

A realidade é outra

Quando chega a campanha, hora de a onça beber água, aí é para quem tem topete, por exemplo, encarar uma candidatura a reeleição como a do Gladson, cuja gestão é aprovada pela população.

Bolsonaro

Um dono de instituto de pesquisa do Acre me disse essa semana que tantas pesquisas faça aqui no Acre, só dá Bolsonaro presidente. E me explicou: “É porque aqui não tem grandes interesses contra Bolsonaro, como tem lá no ‘Brasil’. Mas, na real, as pesquisas lá são iguais a daqui. Bolsonaro vai se reeleger folgado”.

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EVERCLEY MELO

O Acre virou um canteiro de obras

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Nosso estado está vivendo um momento verde-amarelo da construção civil. Vários são os termos assinados de fontes diretas de recursos do estado como também de emendas parlamentares. O que muda e também não se pode deixar de avaliar é, que o ganhador é o povo. Este que tem seu papel mais importante, o da democracia. E que quando colocado em prova, faz de tudo para ter seus direitos preservados, o da cidadania pela escolha que fez, os de seus representantes.

A gestão e o gestor

A gestão sempre será um conjunto de ações para ajudar a administrar tudo aquilo que foi tratado em um ambiente de trabalho.

Agora, para o gestor, cabe a ele a tarefa de executar e bem o que estará em suas mãos. E não se pode falar o contraditório do atual Secretário de Infraestrutura (Seinfra), Cirleudo Alencar, no governo do Estado do Acre. Este veio para ficar lembrado quando lhe for o tempo, e este pedido de tempo vai demorar, pelo menos neste governo será muito difícil de se deixar.

As obras estão a todo vapor nos quatro cantos do estado e na capital.

Gerando emprego e renda

Tudo o que o governo vem tentando fazer é, acabar com essa pandemia e voltar a normalidade, se é que podemos dizer assim. Mas, não se pode deixar de afirmar os esforços para que todos sejam vacinados.

E para que as ações governamentais aconteçam e que aqueles que estavam esperando as portas se abrir, chegou as obras para aquecimento da economia e a geração de emprego e renda na mesa dos acreanos.

A dança das cadeiras, quem vai ficar sentado?

Nos corredores da política acreana se ouve muito sobre quem fica e quem sairá das cadeiras, seja ela estadual federal e senado. O que se pode afirmar com tudo isso é, que não será fácil para ninguém disputar uma cadeira nesta eleição de 2022.

Quem deixa a cadeira e quem senta?

O eleitor terá vários nomes para fazer uma reflexão sobre quem pode ser seus representantes e quem eles podem retirar das cadeiras por não ter sido a voz do povo.

Vale lembrar que a análise não implica somente na conduta política, mas também ver a qualidade de cada candidato apresentado.

O leal e o desleal

O jogo para as eleições do próximo ano será uma das mais intrigantes da história. Pois ela vem com o que se pode dizer, existe lealdade no jogo político ou somente os interesses individuais? Pois de um lado o rato de olho no pires do gato é vice e versa.

Quem será o gato e quem será o rato, somente a população decidirá, mas teremos e veremos lágrimas dos dois lados dizendo que jamais imaginaria tamanha decepção.

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EVANDRO CORDEIRO

COLUNA DO EVANDRO | Gladson não convidou ninguém para disputar o Senado, mas também não pediu a ninguém que desista

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Não é verdade que o governador Gladson Cameli tenha convidado alguém para disputar o Senado. Ele também não pediu a ninguém para desistir. Nem vai pedir. A deputada federal Vanda Milani (PROS) é prova. Ela conta que ele é assim: trata todo mundo bem, chama todos os postulantes de meu senador, mas tem avisado nos bastidores que os interessados devem se viabilizar para lá na frente essa questão ser resolvida. “É o que eu estou fazendo. Tô andando, trabalhando”, diz ela. E está mesmo.

Saída do SD

A deputada Vanda Milani também contou como se deu sua saída do SOLIDARIEDADE. E foi simples. O partido tende a apoiar Lula para presidente. Ela é Bolsonaro. “Só restou sair”, disse à coluna.

Não fica fora

Carlos Gomes, aquele professor que ficou em terceiro lugar na disputa pela prefeitura de Rio Branco em 2016, estará nas eleições de 2022. Ele afirma não saber se como candidato. O mais provável é que seja nos bastidores. Mas ficar fora, nunca! Segundo garantiu.

Nada acertado

A participação do prefeito Mazinho Serafim (MDB) no evento do governador Gladson Cameli com prefeitos nesta terça-feira, 14, se deu pelo mais absoluto sentimento de respeito pela população. O Gladson não olha para a figura do adversário político na hora de ajudar os municípios. Mas é bom que fique claro: não existe nenhum acerto político entre eles.

Greta Torloni

Ninguém melhor que o senador Márcio Bittar (MDB) para responder a atriz global Christiane Torloni, que anda, de seu apartaento, de frente para o mar, no Rio de Janeiro, dando pitaco sobre a construção de uma estrada para ligar o Brasil ao Peru pelo Juruá. É o tipo de ambientalista que age só para agradar um certo público. Quem sabe o que é certo por aqui e quem está lá no campo. “Essa turma insiste numa narrativa cujo resultado é nos deixar pobre a vida inteira”, disse Bittar.

Bobagem

Não adianta deputado federal e senador chegar por aqui pelo Acre mostrando que foi apontado como o melhor político em Brasília, segundo não sei quem. Gente, hoje todo mundo tem informação 24h à disposição.

Vereadora da Baixada

Ex-vereadora, a Graça da Baixada deixou a secretaria de Agricultura da prefeitura de Rio Branco, onde era diretora de ramais desde o início da gestão Bocalom. Está decidindo se disputa as eleições em 2022.

Com o PT

Candidato a governador, que chova ou faça sol, o senador Sérgio Petecão (PSD) deixou claro nesta terça-feira, 14: não terá problema nenhum em estar junto com o ex-senador Jorge Viana (PT) de alguma forma nas eleições de 2022.

Decidido

Sobre o PT, a rigor, está cada vez mais claro que Jorge Viana deverá disputar o Governo. Só há uma razão para ele recuar, o fato de ter disputado eleições atrás de eleições sem meter a mão no bolso e dessa vez, se quiser, ele terá que mexer na conta pessoal.

Indeciso ainda

Ex-vereador, Rodrigo Pinto está ameaçando desembarcar no Acre a qualquer momento, com objetivo de estar na disputa eleitoral do ano que vem. Só não decidiu ainda o que vai disputar. Ele mora em Dubai, onde foi adquirir maturidade.

Jéssica do Alto Acre

Jéssica Sales, a boa deputada federal do MDB, está para afundar as estradas do Alto Acre. Toma café em Capixaba, almoça em Xapuri, e dorme em Brasileia. Quer deixar de ser a parlamentar do Juruá apenas.

Segredo

Não há quem consiga arrancar um nome que seja da chapa do SOLIDARIEDADE, montada pelo presidente Moisés Diniz. Ele só adianta o seguinte: além de não ter ninguém com mandato, a chapa é equilibrada. Todo mundo da mesma altura, diz o Cacique.

Espertos

Os pré-candidatos às eleições de 2022 que têm dinheiro, não estão pagando nem um quibe para o eleitor. Sabem que a forma certa é guardar a grana para a última semana de campanha.

Reação da economia

Professor de economia Alex Barros, nosso consultor financeiro mais famoso, está otimista com a reposta do Brasil e do Acre no pós-pandemia.

Vídeos do AcreNews

Vem aí uma programação inédita de vídeo do site AcreNews. Parecia celebrada com um grupo de jovens artistas que é testosterona braba. Vai ser show.

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