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POLÍCIA

Denunciado pelo MPAC, líder de organização criminosa é condenado a 13 anos de prisão

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Agência MPAC

O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por intermédio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), obteve a condenação, perante a 4ª Vara Criminal da Comarca de Rio Branco, da principal liderança e um dos conselheiros fundadores da organização criminosa “Bonde dos Treze”, a um total de 13 anos de reclusão em regime inicial fechado.

Marcos da Cunha Lindoso, vulgo “Dragão”, foi condenado pelo crime de integrar organização criminosa, com agravamento da pena por exercer comando, uso de arma de fogo, envolvimento de adolescente e manter conexão com outra organização. Atuou na instrução criminal o promotor de Justiça Júlio César de Medeiros, membro do Gaeco.

Marcos havia sido preso em abril de 2016 durante a “Operação Fim da Linha”, realizada em conjunto pelo MPAC e Polícia Civil após investigações sobre ataques realizados pelo grupo criminoso que liderava, que teve como alvo o incêndio de coletivos e outros veículos, além da realização de disparos de arma de fogo contra instituições públicas.

O sentenciado foi resgatado no mês seguinte por dois homens armados que renderam o agente penitenciário que o acompanhava durante uma feira de artesanato no Mercado Velho, na região central de Rio Branco, após ter sido liberado pela Justiça junto a outros presos para participar do evento como expositor de produtos artesanais.

Ele ficou foragido até dezembro de 2018, quando foi capturado pela Polícia Civil em São Paulo na “Operação São Jorge”, realizada em conjunto com a Polícia Civil do Acre, após 7 meses de intensas investigações. Foram apreendidos com ele, na ocasião, três tijolos de cocaína, quatro celulares, um veículo Toyota Camry blindado, 50 bananas de dinamite (cordel) e seis RG’s.

Durante o tempo em que esteve foragido, o sentenciado adquiriu identidade falsa e vivia uma rotina de luxo em São Paulo com sua esposa, também presa em flagrante durante a operação.

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POLÍCIA

Helicóptero do CIOPAER faz resgate de vítima com traumatismo craniano de Xapuri para Rio Branco

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Na manhã desta terça-feira, 03, a equipe do Corpo de Bombeiros em Xapuri, 8° Batalhão, decolou com destino ao seringal primavera, para atendimento de vítima de trauma de queda de árvore. Antes de chegar ao local indicado, na altura do quilômetro quinze do ramal do São João do Guarani, a guarnição encontrou a vítima.

Aldo Correia Dias, 37 anos, a vítima vinha sendo transportada em uma caminhonete em direção ao hospital da cidade. A vítima encontrava-se com um corte na cabeça, inconsciente, respirando e com pulso. Os bombeiros militares realizaram os primeiros socorros e encaminharam ao Hospital Epaminondas Jácome.

Identificada a gravidade da vítima, foi necessário o transporte aéreo, realizado pela equipe do CIOPAER (centro integrado de operações aéreas do Acre sob o comando do TC Negreiros, para o Pronto Socorro da Capital.

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Polícia Civil prende dois e apreende arma de fogo em comunidade isolada em Sena Madureira

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Ascom/PCAC

Ao final da semana passada, a Polícia Civil, por meio da Delegacia Geral de Sena Madureira, deu cumprimento a três mandados judiciais em uma comunidade isolada localizada no Seringal Tabatinga as margens do Rio Iaco, zona rural do município e prendeu T. S. O. de 21 anos e A. R. S. O. de 19 anos pela pratica de roubo, porte ilegal de arma de fogo e grave ameaça.

Os mandados, dois de prisão e um de busca e apreensão, foram cumpridos na localidade onde os indivíduos estavam cometendo vários delitos. Uma das vítimas, um idoso que teve seus pertences e dinheiro subtraídos pelos investigados, viajou cerca de 4 dias de viagem e se dirigiu a delegacia do município onde registrou o boletim de ocorrência.

Na denúncia o idoso relatou que havia sido roubado pela dupla em R$ 1.700,00 além de parte da mercadoria avaliada em R$ 300,00 foi roubada do estabelecimento comercial de sua propriedade na localidade. Além de ser roubado o idoso relatou também que vinha sofrendo ameaças de morte.

Diante dos fatos, o delegado Leonardo Meyohas Neves, montou equipe de agentes e de posse dos mandados se dirigiu a localidade onde efetuou a prisão dos mesmos, além de apreender uma arma de fogo com 14 cartuchos deflagrados e 4 recarregados.

Na localidade, várias testemunhas foram ouvidas onde relataram de forma unanime que a dupla vinha aterrorizando as pessoas e tirando a paz da comunidade.

De acordo com o delegado Leonardo Meyohas onde for necessário a policia Civil estará presente.

“A Policia Civil do Acre estará sempre presente na manutenção da segurança pública objetivando desempenhar seu papel de polícia judiciária, apurando, investigando e representando contra aqueles que tentam retirar a paz social”, reiterou Delegado Leonardo.

Presos, os investigados foram conduzidos à delegacia para lavratura de auto de prisão em flagrante e em seguida colocados à disposição da justiça.

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POLÍCIA

Justiça nega pedido de liberdade provisória para traficante de Cruzeiro do Sul

Decisão da 2ª Vara Criminal de Cruzeiro do Sul considerou a necessidade de garantir a tranquilidade e paz social

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Um homem denunciado pelo crime de tráfico de drogas teve o pedido de liberdade provisória negado no âmbito da 2ª Vara Criminal da Comarca de Cruzeiro do Sul. Dessa forma, o suspeito deve permanecer detido até o julgamento do processo dele.

Na decisão, assinada pelo juiz de Direito Flávio Mundim, titular da unidade judiciária, foi considerada a necessidade de garantir a tranquilidade e paz social. “Importante ressaltar a necessidade da medida preventiva, para assegurar a ordem pública, conforme se vê na manifestação Ministerial, quando pugnou pelo indeferimento do pedido, vez que a sensação de impunidade geraria a intranquilidade da sociedade local”, anotou o juiz.

Conforme os autos, o suspeito foi denunciado pela prática do crime previsto no artigo 33, caput, e artigo 35 c/c artigo 40, inciso III, todos da Lei 11.343/2006. Mas, a defesa do homem argumentou não existirem pressupostos legais para a prisão preventiva e ainda discorreu sobre as condições pessoais favoráveis.

Decisão

O juiz iniciou a decisão relatando que a reavaliação da prisão preventiva do suspeito já havia sido feita anteriormente e foi mantida. Conforme, o magistrado escreveu o crime pelo qual o homem é suspeito representa perigo à saúde coletiva e causa impacto social negativo, com crescimento da violência.

“(…) o crime de tráfico de drogas é delito que causa impacto nas mais diversas searas, além de representar um perigo permanente à saúde coletiva, também é responsável pela degeneração humana, pela destruição da família e pelo fomento à violência, por ser, sem dúvida, a principal causa de furtos, roubos e assassinatos, o que acaba por impor à sociedade uma sensação permanente de insegurança (…)”, registrou. (Processo n.°0701393-74.2021.8.01.0002)

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