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POLÍCIA

Mulher de presidiário é executada a tiros no Recanto dos Buritis

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Um crime tipo de execução foi registrado na noite desta quinta-feira, 18, na região do Segundo Distrito da Cidade.
A dona de casa Maria Antônio Vieira dos Anjos de 33 anos, foi assassinada enquanto era atendida por uma manicure.
O caso ocorreu em um apartamento, que fica na Travessa Santa Rosa, no Bairro Recanto dos Buris, região do Segundo Distrito da Cidade.
O homicídio da mulher pode estar relacionado a guerra de facções criminosas.
Segundo informações, Maria Antônia era casada com um detento, que integra a organização Comando Vermelho.
Mesmo assim, foi a uma área dominada pela facção rival, o Bonde dos 13. A atitude da vítima foi encarada como uma afronta. Por isso, os criminosos decidiram matá-la.
A vítima, estava na companhia de uma filha, mas a vida da adolescente de 15 anos, foi poupada pelos bandidos. A Polícia Civil acredita que Maria Antônio estava sendo monitorada por membros de uma facção, já que mais cedo, também esteve na região.
O caso será investigado pela Delegacia de Homicídios da Polícia Civil.
De acordo com informações apuradas no local, Maria Antônia tinha ao bairro “fazer as unhas”, mas enquanto era atendida por uma manicure, foi surpreendida por dois bandidos.
Um dos criminosos chegou a efetuar dois disparos contra a mulher, que não teve qualquer chance defesa. A vítima estava sentada e de costas para os executores.
Maria Antônia, de acordo com a polícia, era casada com um detento que faz parte da organização comando vermelho.
E o fato da mulher, ter ido a uma área dominada pela facção Bonde dos 13, foi tido como uma “invasão de território”.
O caso será investigado na Delegacia de Homicídios da Polícia Civil.

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POLÍCIA

Policia Civil do Acre deflagra mais uma fase da operação “Sinapse” apreende arma e prende 5 pessoas

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A Polícia Civil do Acre desencadeou nas primeiras horas da manhã desta terça-feira (13), a Operação “Sinapse”, criada para desarticular células de organização criminosa que vêm agindo em todo o estado.

A ofensiva policial deu cumprimento a cerca de 19 ordens judiciais de prisão e busca e apreensão realizadas na capital Rio Branco, e no município de Bujari e apreendeu uma arma de fogo tipo pistola calibre 380 e prendeu cinco pessoas.

A ação é oriunda de investigação da Delegacia de Repressão as Ações Criminosas Organizadas – DRACO, e contou com a
participação de mais de 60 policiais da Coordenadoria de Recursos Especiais – Core e do Departamento de Polícia da Capital e Interior – DPCI.

A operação aconteceu depois de seis meses de investigação da Polícia Judiciária, que vem monitorando as ações das organizações criminosas que tem agido no Acre.

Operação Sinapse

Sinapse é o elo de ligação entre neurônios onde agem os neurotransmissores (mediadores químicos), transmitindo o impulso nervoso de um neurônio a outro, ou de um neurônio para uma célula muscular ou glandular.

A Polícia Civil busca atingir essa região da organização prendendo membros que agiam como os “neurotransmissores” do bando criminoso.

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POLÍCIA

Ação conjunta das forças de segurança interceptam quase 200 quilos de cocaína na Br-364

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A ação policial foi realizada em conjunto pela Polícia Federal, o 6º Batalhão, o Rotam e o Gefron.
O carregamento da droga, que tinha como destino Rio Branco, era transportado numa caminhonete.
Durante a operação três pessoas foram presas e dois veículos foram apreendidos. “ As forças de segurança estão intensificando as ações de combate ao tráfico de drogas em todas as regiões”, disse o Delegado Rêmullo Diniz, coordenador do Gefron.

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POLÍCIA

Câmara Criminal mantem pena de mais de 400 anos a quarteto envolvido em duplo homicídio

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Na apelação criminal a defesa de três dos quatro envolvidos no duplo homicídio da Praia do Amapá, pediu a anulação, pediu anulação do júri.


Os advogados, argumentaram a ausência de provas e também que a decisão dos jurados foi contaria ao que consta nos autos.


Mas ao analisar o recurso o Desembargador Samoel Evangelista, disse que o conselho de sentença optou por uma das teses que constam no processo.


O voto do relator foi acompanhado pelos outros desembargadores.


Em 14 de dezembro do ano passado, Everton de Assis Melo foi condenado a 91 anos e 4 meses, Gilsicley Ferreira Monteiro a 107 anos e 3 meses, Gabriel de Souza Lima a 107 anos e 3 meses e Ivan de Souza Silva 101 anos e 4 meses.


O quarteto foi considerado culpado pelos os assassinatos dos cunhados: Fernando do Nascimento da Silva e Cristina Reis de Souza.

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