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POLÍCIA

PM acaba com festa de facção criminosa no segundo distrito

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“Festa acontecia desde a noite de sexta-feira (19), mas ninguém quis denunciar por medo”

REDAÇÃO CONTILNET

Seis homens e três mulheres foram presos acusados de desobediência, aglomeração e organização criminosa no final da tarde deste sábado (20). O fato aconteceu em um residencial na rua Salgueiro, no bairro Cidade Nova, região do Segundo Distrito de Rio Branco.

Policiais militares do 2° Batalhão informaram que estavam em um patrulhamento de rotina pela região quando passarem na frente de um conjunto de apartamentos e viram várias pessoas em uma festa com aglomeração e som muito alto. Como o decreto de lockdown aos fins de semana em vigor, os militares abordaram participantes da festa que estavam na frente do local do evento, mas foram ignorados.

Os PMs resolveram entrar no local e abordaram os demais participantes que estavam no interior do apartamento, mas acabaram encontrando drogas para o consumo pessoal e bebidas alcoólicas, além da caixa de som.

Segundo informações de moradores, a festa já estava acontecendo no local desde a noite desta sexta-feira (19), mas ninguém quis denunciar por medo de represálias, pois a maioria dos participantes são membros de uma facção criminosa que domina a região, além do local prevalecer a ‘lei do silêncio’.

Diante dos fatos, os participantes da festa foram detidos e encaminhados para a Delegacia de Flagrantes, juntamente com o material apreendido para os devidos procedimentos.

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POLÍCIA

Policia Civil do Acre deflagra mais uma fase da operação “Sinapse” apreende arma e prende 5 pessoas

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A Polícia Civil do Acre desencadeou nas primeiras horas da manhã desta terça-feira (13), a Operação “Sinapse”, criada para desarticular células de organização criminosa que vêm agindo em todo o estado.

A ofensiva policial deu cumprimento a cerca de 19 ordens judiciais de prisão e busca e apreensão realizadas na capital Rio Branco, e no município de Bujari e apreendeu uma arma de fogo tipo pistola calibre 380 e prendeu cinco pessoas.

A ação é oriunda de investigação da Delegacia de Repressão as Ações Criminosas Organizadas – DRACO, e contou com a
participação de mais de 60 policiais da Coordenadoria de Recursos Especiais – Core e do Departamento de Polícia da Capital e Interior – DPCI.

A operação aconteceu depois de seis meses de investigação da Polícia Judiciária, que vem monitorando as ações das organizações criminosas que tem agido no Acre.

Operação Sinapse

Sinapse é o elo de ligação entre neurônios onde agem os neurotransmissores (mediadores químicos), transmitindo o impulso nervoso de um neurônio a outro, ou de um neurônio para uma célula muscular ou glandular.

A Polícia Civil busca atingir essa região da organização prendendo membros que agiam como os “neurotransmissores” do bando criminoso.

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POLÍCIA

Ação conjunta das forças de segurança interceptam quase 200 quilos de cocaína na Br-364

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A ação policial foi realizada em conjunto pela Polícia Federal, o 6º Batalhão, o Rotam e o Gefron.
O carregamento da droga, que tinha como destino Rio Branco, era transportado numa caminhonete.
Durante a operação três pessoas foram presas e dois veículos foram apreendidos. “ As forças de segurança estão intensificando as ações de combate ao tráfico de drogas em todas as regiões”, disse o Delegado Rêmullo Diniz, coordenador do Gefron.

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POLÍCIA

Câmara Criminal mantem pena de mais de 400 anos a quarteto envolvido em duplo homicídio

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Na apelação criminal a defesa de três dos quatro envolvidos no duplo homicídio da Praia do Amapá, pediu a anulação, pediu anulação do júri.


Os advogados, argumentaram a ausência de provas e também que a decisão dos jurados foi contaria ao que consta nos autos.


Mas ao analisar o recurso o Desembargador Samoel Evangelista, disse que o conselho de sentença optou por uma das teses que constam no processo.


O voto do relator foi acompanhado pelos outros desembargadores.


Em 14 de dezembro do ano passado, Everton de Assis Melo foi condenado a 91 anos e 4 meses, Gilsicley Ferreira Monteiro a 107 anos e 3 meses, Gabriel de Souza Lima a 107 anos e 3 meses e Ivan de Souza Silva 101 anos e 4 meses.


O quarteto foi considerado culpado pelos os assassinatos dos cunhados: Fernando do Nascimento da Silva e Cristina Reis de Souza.

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