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Programa Nacional de Alimentação Escolar seleciona cafeicultores do Acre para abastecer escolas

Via: agencia Ac
O governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Educação e Cultura (SEE), realizou na terça-feira, 27, a seleção dos cafeicultores responsáveis pelo fornecimento ao Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), que atende os estudantes da rede estadual de ensino.
É a primeira vez que o café produzido no Acre entra no cardápio das escolas públicas. A iniciativa busca trazer mais dignidade para a comunidade escolar e fortalecer a economia local, selecionando produtores do estado.
Jorge Pereira e Keyti Espindola, casal que produz na Reserva Chico Mendes, em Brasileia, foram os selecionados na chamada pública, voltada à agricultura familiar.
Keyti relata que obteve acesso ao edital por meio das redes socias e que, logo após examinar os critérios exigidos, começou a preparar a documentação necessária para participar do processo de seleção: “Na abertura dos envelopes, foi identificado que nós fomos selecionados, os primeiros e únicos, já que é uma novidade no Pnae eles inserirem o café nesse chamamento”.

Nova perspectiva de negócio
Segundo a produtora, a participação no chamamento representa uma nova perspectiva de negócio. Atualmente o casal possui marca própria e comercializa o café em diferentes regiões do país, com ponto de revenda em São Paulo e comercialização em Rio Branco, na loja Made in Acre.

É a primeira vez que Keyti e Jorge participam de uma chamada pública para fornecimento de alimentos. A seleção é considerada por eles promissora, por apontar novas metas de produção e fortalecer a autonomia produtiva. “Essa conquista representa muito para a gente, porque isso vai garantir o destino dessa produção”, avalia Keity.
Governo investe cerca de R$ 75 milhões por ano na alimentação escolar
O secretário de Educação e Cultura, Aberson Carvalho, destaca a importância do Pnae, como política de fortalecimento ao produtor local e à agricultura familiar.

E explica que o recurso federal do programa tem a contrapartida do Estado para garantir refeições com qualidade nas escolas.
“Estamos falando de cerca de R$ 75 milhões por ano na alimentação escolar, sob a liderança do governador Gladson Camelí e da vice-governadora Mailza Assis, trabalhando para cuidar das pessoas”, informa.













