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Projeto “Cinema Acreano nos Bairros e Ramais de Rio Branco” é iniciado pela Asacine
Por Aline Vitória
A Associação Acreana de Cinema (Asacine) deu início, no dia 14 de novembro, ao projeto Cinema Acreano nos Bairros e Ramais de Rio Branco. O projeto é financiado com recursos do governo federal por meio da Lei Paulo Gustavo, é promovida pela Fundação Garibaldi Brasil e pela Prefeitura Municipal de Rio Branco. Além disso, o projeto conta com o apoio da Academia Acreana de Letras (AAL).
As duas primeiras instituições escolares a receberem o projeto foram a Escola Aguinaldo Moreno, localizada no km 25 do Quixadá, e a Escola Irene Dantas, situada no km 25 da Transacreana. As exibições aconteceram no dia 14 de novembro, a partir das 9h da manhã. Já as escolas Henrique Lima e Mário Lobão participaram da iniciativa no dia 18 de setembro, enquanto a Escola João Mariano foi contemplada no dia 19 do mesmo mês.
De acordo com o presidente da Asacine, o historiador e cineasta Enilson Amorim, o projeto tem como objetivo levar o cinema acreano às escolas situadas em bairros periféricos e áreas rurais de Rio Branco. “Queremos estimular os estudantes não apenas a conhecerem os cineastas acreanos e suas produções, mas também mostrar como a arte cinematográfica pode ser utilizada como um instrumento de conhecimento transversal. Além disso, pretendemos incentivá-los, por meio de palestras, a produzirem seus próprios trabalhos audiovisuais”, destacou Amorim.
O cineasta e historiador Adalberto Queiroz, pioneiro do cinema acreano nos anos 1970, reforçou a importância da ação. “É bom vivenciar, no ambiente escolar, o gosto pela sétima arte. O projeto da Asacine busca despertar a curiosidade dos alunos, tanto para conhecerem nossas produções quanto para abrir os olhos das crianças e adolescentes para o universo do cinema. Nosso objetivo é estimular essa juventude a produzirem seus próprios documentários”, explicou Queiroz.
Ao todo, serão exibidos cinco curtas-metragens de cineastas acreanos em 15 escolas da periferia de Rio Branco, além de instituições de difícil acesso nos ramais mais distantes da capital.
Nesta terça-feira (21), o projeto será levado à Escola Monte Castelo e ao Lar Vicentino.