POLÍTICA
Sob a gestão Gladson Cameli, desemprego no Acre cai a 6,4% e atinge o menor nível desde 2012

Sob a gestão de Gladson Cameli, a taxa de desocupação do Acre recuou para 6,4% no 4º trimestre de 2025, queda de 0,6 ponto percentual (-8,6%) frente a patamares próximos de 7% observados em períodos recentes. O índice figura entre os mais baixos já registrados desde o início da série da PNAD Contínua, em 2012, e confirma trajetória de estabilização com leve melhora no mercado de trabalho estadual.
Divulgado pelo IBGE nesta sexta-feira (20) o resultado ainda se mantém acima da média do Brasil (5,1%), mas posiciona o estado em faixa intermediária no ranking nacional — distante dos maiores desempregos, como Pernambuco (8,8%) e Amapá (8,4%), e também dos menores, concentrados no Sul e Centro-Oeste, como Santa Catarina (2,2%) e Mato Grosso (2,4%).
Entre os fatores estruturais, o Acre apresenta um dos menores percentuais de trabalhadores por conta própria do país (18,8%, ante 25,3% no Brasil), indicando maior peso do emprego formal e do setor público, característica que tende a reduzir oscilações na desocupação. Esse perfil ajuda a explicar a manutenção do desemprego em níveis moderados ao longo dos últimos ciclos.
Recortes demográficos mostram taxa de desocupação de 7,9% entre mulheres e 5,7% entre homens no estado. Por escolaridade, o desemprego é mais elevado entre pessoas com ensino médio incompleto (9,1%) e menor entre aquelas com nível superior completo, evidenciando o papel decisivo da qualificação no acesso ao trabalho.
A taxa de 6,4% consolida, assim, um dos melhores resultados da série histórica do Acre, indicando mercado de trabalho mais estável e em gradual convergência com a média nacional no fim de 2025.













