EVANDRO CORDEIRO
COLUNA DO EVANDRO | Gladson pede que todo servidor do Estado trate bem Tião Bocalom: “Ele é o prefeito da capital e um homem de respeito”, diz Cameli
O governador Gladson Cameli (Progressistas) está fazendo chegar a todos os servidores do Estado um carinhoso pedido dele para que o prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom (Progressistas), seja bem tratado, pessoalmente, e pelas redes sociais. “Não vai ser meu aliado nas eleições, mas é o prefeito da capital e um homem de respeito”, tem justificado Cameli.
Não faltará convênio
Gladson Cameli, a rigor, tem reiterado que não faltará apoio a Bocalom no sentido de parceria de Estado. Os convênios que forem possíveis serão celebrados, segundo o governador, que sabe do compromisso político do prefeito com o senador Sérgio Petecão (PSD), também candidato a governador.
Bocalom vice
Tião Bocalom é hoje o vice-presidente do Progressistas, cuja presidente é a senadora Mailza Gomes, mesmo partido do governador. Não tiveram juntos na eleição de 2020, mas isso não muda nada no que diz respeito à relação de poder.
Chapa de federal
José Bestene, deputado estadual do Progressistas, começou a trabalhar a chapa de federal do partido. Está sentando com bons nomes.
Candidato da igreja
A igreja Assembleia de Deus Rio Branco poderá, depois de muito tempo, poderá ter um candidato a deputado federal. A ex-secretária de Saúde da prefeitura da capital, Maria Jesuíta, estaria sendo convencida. Ela, por enquanto, não teria aceitado.
Homem da política
O jornalista Antônio Klemer, diretor de comunicação da Assembleia de Deus, também estaria conduzindo as discussões políticas que envolvem a denominação. Ele conhece muito do assunto.
De volta à disputa
Desde a morte do vereador e pastor assembleiano Gesse Santiago, em 2010, a Assembleia de Deus não colocava nome para a disputa. Em 2022 estaria disposta a volta à lume.
Falta comunicação
Alguns vereadores de Rio Branco estão criticando o prefeito Tião Bocalom por falta de comunicação em relação a Covid-19. Uma idiossincrasia, uma vez que os próprios parlamentares brecaram uma campanha publicitária há três meses.
“Polo popular”
Edvaldo Magalhães (PCdoB) acaba de dar nome a aliança de esquerda que pretende derrubar o governador Gladson Cameli, em 2022. “Polo popular” é a nomenclatura. O apelo, lógico, vem do marketing. Faz tempo que as esquerdas perderam a popularidade.
Não esperem
Tião Bocalom não vai demitir o Frank Lima por causa de faniquito de vereador, nem de jornalista. Frank é um dos cinco imexíveis dele. Os outros quatro são: Eracides Caetano, da Agricultura; Waltim José, da Casa Civil; Ailton Oliveira, da Comunicação; e Joabe Lira, da Zeladoria.
Porto seguro
Tem dois deputados federais com os pés e as mãos dentro do Progressistas. É só onde eles têm chance de reeleger.
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