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Rio Branco tem 6 alimentos em alta e 6 em queda; tomate recua 8,65% e feijão sobe 3,37%

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Os preços dos alimentos que formam a cesta básica de Rio Branco ficaram divididos em julho de 2026: seis produtos ficaram mais baratos e outros seis registraram aumento em relação a junho. O movimento resultou em redução de 1,74% no valor total da cesta, que passou de R$ 704,28 para R$ 692,04, uma economia de R$ 12,24 em um mês.
Entre os produtos que deram alívio ao consumidor acreano, o tomate apresentou a maior redução, de 8,65%. Na sequência aparecem o café em pó, que ficou 3,19% mais barato; o arroz agulhinha, com queda de 1,99%; a manteiga, 1,55%; e o açúcar cristal, 1,45%.
A carne bovina de primeira também apresentou redução entre junho e julho, completando o grupo de seis alimentos que ficaram mais baratos na capital acreana.
Do outro lado da cesta, o feijão carioca exerceu a maior pressão sobre o orçamento. O produto ficou 3,37% mais caro em julho.
O pão francês teve aumento de 1,59%, enquanto o leite integral subiu 1,34%. A farinha de mandioca avançou 0,88%. Banana e óleo de soja também registraram elevação no mês, completando a lista dos seis produtos que encareceram.
O que caiu em Rio Branco
Tomate: -8,65%
Café em pó: -3,19%
Arroz agulhinha: -1,99%
Manteiga: -1,55%
Açúcar cristal: -1,45%
Carne bovina de primeira: queda
O que subiu
Feijão carioca: +3,37%
Pão francês: +1,59%
Leite integral: +1,34%
Farinha de mandioca: +0,88%
Banana: alta
Óleo de soja: alta
A redução de 8,65% do tomate teve peso importante para que a soma da cesta terminasse julho em queda, mesmo com metade dos produtos pesquisados registrando aumento.
Com a redução de R$ 12,24 no custo dos alimentos, também caiu o tempo de trabalho necessário para comprar a cesta. Um trabalhador de Rio Branco remunerado pelo salário mínimo precisou trabalhar 93 horas e 55 minutos em julho, contra 95 horas e 35 minutos em junho. A diferença foi de 1 hora e 40 minutos.
A cesta passou a comprometer 46,15% do salário mínimo líquido do trabalhador da capital acreana.
Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada pelo Dieese e pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
Observação: mantive banana, óleo e carne apenas como “alta” ou “queda”, sem inventar percentuais, porque o material disponível não traz com segurança as três variações mensais específicas de Rio Branco.

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