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ESPORTE

Na Marca da Cal completa 7 anos com quase 10 mil textos publicados

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DA REDAÇÃO

Com independência e sem nenhum vínculo político, o site namarcadacal.com.br chegou no último dia 13 de agosto ao seu sétimo ano de atividade no jornalismo esportivo. Neste período, o veículo eletrônico veiculou 9.825 publicações, entre matérias, matérias especiais, notas e colunas.

Segundo o jornalista esportivo Manoel Façanha, proprietário do site, a sua criação ocorreu no momento em que sua coluna “Na Marca da Cal”, então publicada no Jornal Opinião, completou 18 anos de circulação, em janeiro de 2019.

Façanha explica ainda que o site namarcadacal.com.br nasceu com o objetivo de levar informações diárias do futebol acreano e de algumas outras modalidades esportivas para o leitor. A ferramenta traz também uma coluna informativa/opinativa e a crônica bem-humorada assinada pelo professor Francisco Dandão.

Site tem como principal característica a valorização da memória do futebol

 

Independência – 1972. Em pé, da esquerda para a direita: Illimani, Chico Alab, Jorge Floresta, Palheta, Melquiades, Zé Augusto, Flávio e Moura. Agachados: Manoel Pezão,Bico-Bico, Bebé, Aldemir Lopes, Escapulário e Tonho. Mascotes: Yokanan (de branco) e Klowsbey (com a camisa tricolor). Foto/Acervo: Zequinha Moura.
Juventus – 1968 – Em pé, da esquerda para a direita: Rômulo, Zezé Gouveia, Viegas, Escurinho, Nostradamus, Tinoco e Milton – Nilson, Aírton, Dadão, João Carneiro, Nemetala e Elói – Foto/Acervo Francisco Dandão.
Seleção da Federação Acreana de Desportos (FAD) – 1967. Da esquerda para a direita: Benevides, Mozarino, Viana, Alberto, Zezé Gouveia, Danilo Galo, Dimiro, Bebé, Bico-Bico, Amílcar e Tião Lustosa. Foto/Acervo Francisco Dandão.

 

O jornalista esclarece que uma das características principais do site é valorizar a memória do futebol acreano. Façanha garante que, nesse período, o portal já veiculou a história de mais de 100 personagens, entre outros relatos, isso sem falar de inúmeros trabalhos cheios de dados estatísticos a respeito do futebol local. “Eu e o professor Francisco Dandão temos uma parceria de mais de duas décadas e sempre priorizamos valorizar o lado da memória do futebol acreano. Ora escrevendo textos para diários, ora para site e até mesmo para revistas, isso sem falar da publicação, em parceria, de alguns livros”, pontuou o jornalista.

Proprietário do site tem o maior acervo da memória esportiva acreana

Na era digital, cronista esportivo garante o maior acervo esportivo do futebol acreano. Foto/Danto Freitas.

Outro aspecto importante do site é o riquíssimo acervo de fotografias. O jornalista acredita que ele tenha o maior acervo de imagens do esporte acreano, principalmente do futebol profissional, apesar de algumas delas serem da época do futebol amador. “Criar e preservar um acervo não é tarefa fácil. Requer cuidados, organização e custos. Neste ano, a convite da professora Roselia Lopes, esposa do falecido presidente da Federação de Futebol do Acre Antônio Aquino Lopes (Toniquim), tive a oportunidade de contribuir com a criação do memorial do saudoso dirigente. Foi um trabalho nada fácil, mas o fato de contar com um bom acervo de imagens do futebol acreano, associado à minha militância de 30 anos no jornalismo, contribuiu de forma positiva para a conclusão do trabalho no tempo estabelecido.”

Façanha explica ainda que o site é uma verdadeira ferramenta de busca pela história esportiva acreana e ainda desempenha um papel pra lá de importante para subsidiar pesquisadores e estudantes — alguns deles, inclusive, buscando contato pessoal com a sua pessoa para entrevistas visando informações para a conclusão de cursos superiores nas áreas de Educação Física e Jornalismo.

Trio preservou memória do futebol acreano, afirma jornalista

Em 2014, o saudoso presidente Aquino Lopes lança mais uma edição da peça “Futebol Acreano em Revista”. No segundo plano, aparecem os jornalistas esportivos Francisco Dandão e Manoel Façanha, produtores da revista. Foto/Acervo Manoel Façanha

O jornalista finaliza afirmando que, se existem memórias preservadas do futebol acreano, isso é graças ao trabalho do saudoso presidente Toniquim (FFAC), assim como à dedicação do professor Francisco Dandão e à sua própria. “O Toniquim teve a sacada de criar a revista histórica da Federação de Futebol do Acre — uma verdadeira viagem à origem do nosso futebol — e ainda fez outras inúmeras publicações da peça, enquanto eu e o professor Dandão sempre nos dedicamos à política de preservação da história esportiva acreana.”

Em 2011, o então presidente da FFAC, Aquino Lopes, lança a edição história da peça “Futebol Acreano em Revista”. Foto/Acervo Manoel Façanha

 

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