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SAÚDE

Acre e Rio Grande do Sul são os primeiros lugares no Brasil em transparência sobre vacinação, diz pesquisa

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Pesquisa organizada no Brasil pelos professores doutores Fabiano Maury Raupp e Ana Rita Silva Sacramento, da Universidade Federal da Bahia (UFBA), sobre a transparência em relação a vacinação, traz uma notícia alvissareira para os acreanos.

Divulgado pelo jornal Estadão, de São Paulo, o levantamento diz que o Acre está, junto com o Rio Grande do Sul, em primeiro ligar no quesito transparência na vacinação anti-Covid. Os dois pesquisadores informam que a pesquisa considerou o critério de doses disponíveis.

A notícia coroa a guerra travada pelo governador Gladson Cameli (Progressistas) no combate à pandemia, junto a seu secretário de Saúde, o odontólogo Alysson Bestene. Para chegar a esse título de mais transparente do país, o governo investiu fortemente no setor de tecnologia da Secretaria de Saúde, coordenado pelo TI Paulo Cavalcante.

Mapa da Transparência na Vacinação. Imagem: Dados da pesquisa (2021)/Reprodução.

O próprio governador tem se manifestado sempre cobrando o máximo de transparência possível, principalmente em relação às ações de combate ao coronavírus.

Segundo os dois cientistas, neste levantamento sete estados receberam nível ótimo de transparência, sendo que Acre e Rio Grande do Sul dividiram pontuação máxima. Já o nível bom foi observado em sete estados. Se somados os números de estados com nível ótimo, bom e médio (estados com a condição próxima de bom), é possível afirmar que o conjunto de entes investigados ainda parece distante da situação desejável de transparência no processo de vacinação contra a Covid-19.

Foi pontuado também aqueles que estão em patamares inferiores, níveis baixos e opaco, que, juntos, representam quatro estados (15,38%), todos estes situados na região Nordeste.

Pesquisa organizada no Brasil pelos professores doutores Fabiano Maury Raupp e Ana Rita Silva Sacramento, da Universidade Federal da Bahia (UFBA), sobre a transparência em relação a vacinação, traz uma notícia alvissareira para os acreanos.

Divulgado pelo jornal Estadão, de São Paulo, o levantamento diz que o Acre está, junto com o Rio Grande do Sul, em primeiro ligar no quesito transparência na vacinação anti-Covid. Os dois pesquisadores informam que a pesquisa considerou o critério de doses disponíveis.

A notícia coroa a guerra travada pelo governador Gladson Cameli (Progressistas) no combate à pandemia, junto a seu secretário de Saúde, o odontólogo Alysson Bestene. Para chegar a esse título de mais transparente do país, o governo investiu fortemente no setor de tecnologia da Secretaria de Saúde, coordenado pelo TI Paulo Cavalcante.

O próprio governador tem se manifestado sempre cobrando o máximo de transparência possível, principalmente em relação às ações de combate ao coronavírus.

Segundo os dois cientistas, neste levantamento sete estados receberam nível ótimo de transparência, sendo que Acre e Rio Grande do Sul dividiram pontuação máxima. Já o nível bom foi observado em sete estados. Se somados os números de estados com nível ótimo, bom e médio (estados com a condição próxima de bom), é possível afirmar que o conjunto de entes investigados ainda parece distante da situação desejável de transparência no processo de vacinação contra a Covid-19.

Foi pontuado também aqueles que estão em patamares inferiores, níveis baixos e opaco, que, juntos, representam quatro estados (15,38%), todos estes situados na região Nordeste.

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SAÚDE

Pais ou responsáveis não precisam mais assinar autorização para vacinar crianças em Rio Branco

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Uma nota técnica emitida pela Secretaria Municipal de Saúde de Rio Branco (SEMSA), no início da tarde de hoje (20), retira a exigência de assinatura de termo de assentimento quanto às informações das condições clínicas da criança e das possíveis reações.

No documento, comenta ainda que “avançando na vacinação pediátrica contra a COVID-19, Rio Branco reduz a faixa etária para vacinação das crianças e convoca todos os pais e/ou responsáveis a garantirem a proteção de seus filhos, maiores de 10 anos de idade”.

A nota exalta ainda que “todas as crianças de 5 a 11 anos com comorbidades e/ou deficiência permanente terão prioridade nesta etapa em atenção à recomendação do Ministério da Saúde e deverão demonstrar tal condição”.

Por fim, a autarquia comenta que “o andamento do processo vacinal acontece de forma decrescente à medida que a demanda na faixa etária se esgota. Toda criança deve estar acompanhada do pai, mãe e ou responsável legal”.

Veja onde vacinar:

USF Manoel Bezerra Cidade do Povo

USF Gentil Perdome da Rocha Esperança

USF Dr. Mário Maia Cidade Nova

USF Maria Verônica Preventório

USF Vitória Vitória/Regional São Francisco

As Unidades de Saúde da Família (USF) são exclusivas para vacinação de crianças com horário de funcionamento das 08h às 12h e das 14 às 16 horas.

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SAÚDE

Localizado ao lado do Acre, Rondônia tem 51 casos de Ômicron em 19 cidades

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A Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) em parceria com o Laboratório Central de Saúde Pública de Rondônia (Lacen) e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), registraram 51 casos da variante Ômicron do coronavírus em 9 municípios rondonienses. Os pacientes têm idades entre 8 e 64 anos e estão sendo monitorados pela Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa) e pelas vigilâncias municipais.

Os casos registrados nos municípios são: 1 mulher em Guajará; 30 pessoas em Porto Velho, sendo 21 mulheres, 8 homens e 1 menina; 1 homem em Candeias; 1 menino em Jaru; 1 mulher em Alta Floresta, 5 pessoas em Presidente Médici sendo, 4 mulheres e 1 homem; 7 pessoas em Cerejeiras sendo 3 mulheres e 4 homens; 1 homem em Seringueiras e 4 pessoas em Vilhena sendo, 1 mulher e 3 homens.

A variante já foi identificada em mais de 17 estados do Brasil. Os sintomas mais comuns são: secreção nasal, dor de cabeça, fadiga (leve ou grave), espirro e dor de garganta. O Governo está tomando medidas para amenizar o contágio, conscientizando e reforçando a população com as prevenções com mascaras, álcool em gel, as vacinações e evitando aglomerações.

Com o avanço do vírus, está ocorrendo o chamamento de profissionais da saúde para ampliação leitos de UTI nas unidades Públicas Estaduais, o Governo de Rondônia convoca os candidatos classificados em processo seletivo da Sesau. Os convocados devem atuar no enfrentamento da emergência da pandemia decorrente da covid-19 e Influenza.

O secretário de Estado da Saúde, Fernando Máximo ressalta a importância de completar o ciclo de imunização. “Vale a pena lembrar que o poder de transmissão e contágio da Ômicron é muito alto. É de extrema importância que nos vacinemos visando completarmos o ciclo vacinal com a 2ª e a 3ª dose, pois somente assim estaremos imunes e livres dessa doença que já fez muitas vítimas”, finaliza o secretário.

Fonte: Secom-GOV-RO

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SAÚDE

Casos de dengue duplicaram em 2021 no Acre: Mais da metade das cidades beiram o risco de Epidemia

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Entre 2020 e 2021, o número de casos confirmados de dengue no estado do Acre dobrou. Até a última semana do ano (semana epidemiológica 52), foram registrados 14.733 casos de dengue; 251 de zika; e 266 de chikungunya. Dos 22 municípios acreanos, 12 tem risco elevado para epidemias de arboviroses, que são as doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti.

“Os números colocam o estado em alerta, mas mesmo assim, estão dentro do esperado para o período. São índices para orientação de medidas que os gestores públicos municipais precisam tomar”, pondera o chefe do Departamento de Vigilância em Saúde estadual, Gabriel Mesquita. Ele acrescenta que, nos municípios mais críticos, nota-se um padrão de insuficiência de agentes locais para controle de endemias, escassez de insumos, materiais e transporte. “Até mesmo falta de sensibilização da própria população ou da gestão local.”

O último levantamento rápido de infestação por dengue mostrou que mais da metade das cidades estão com índices para risco de epidemia (Foto: Reprodução)

Brasiléia, Bujari, Capixaba, Cruzeiro do Sul, Epitaciolândia, Feijó, Plácido de Castro, Porto Acre, Rio Branco, Rodrigues Alves, Sena Madureira e Xapuri estão na zona de risco alto. Acrelândia, Assis Brasil, Mâncio Lima, Manoel Urbano, Senador Guiomard e Tarauacá também precisam reforçar ações de controle. Em casos como os desses municípios, o estado intensifica as ações de orientação para combate e prevenção das arboviroses.

“Evitamos ao máximo o uso de inseticidas, em especial o Fumacê que é caro, traz prejuízos ao meio ambiente e tem atuação limitada”, considera Mesquita. O mais indicado para um combate eficaz é que a população participe ativamente da destruição de criadouros e tratamento de reservatórios de água que possam abrigar os ovos do mosquito.

[Agência Brasil 61]

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