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ARTIGO O golpe

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“O golpe tá aí, cai quem quer”. Mas, será? A frase é apenas um dos diversos exemplos de como a sociedade está longe de chegar a um nível de consciência mais evoluído, pois, utilizada de maneira banal, escancara o quão somos indivíduos inseguros e covardes diante dos próprios sentimentos.

Além disso, demonstra a falta de empatia e responsabilidade sobre o que causamos ao outro. Bauman – meu crush filósofo, tsc – diz que vivemos tempos líquidos e que nada é feito para durar. De fato! Dos eletrodomésticos às relações, hoje, nada mais é duradouro.

A modernidade trouxe facilidade e com ela o frenesi, emoções afloradas e caos. Isso é tão verdade que temos diversos sofrimentos psicológicos. Pois, a maioria das vezes, os sentimentos são disfarçados, escondidos a sete chaves pelo medo de julgamentos, de dedos apontados.

Nossa sociedade virou um ditador, e estamos sob o jugo da indiferença. Equilibrar-se nisso tudo é como tentar andar sobre uma corda bamba, e caindo nos golpes.

De uso desenfreado nas paqueras, affairs, crushs e seja lá como você conheça o termo, o interesse por alguém virou “golpe”. De acordo com a máxima do significado, só cai nele quem quer. Os psicólogos que lutem para cuidar de tanta gente adoecida por pessoas doentes. Um loop.

Falamos de amor fraternal, de amar o próximo como a nós mesmos. Estamos em uma pandemia, cujo um dos ensinamentos principais é o zelo pela vida, pela harmonia, pelas relações, pelo ser humano.

A Covid-19 nos mostra o quão frágeis somos, expõe todas as nossas fraquezas, nos isola, nos obriga a nos voltarmos para dentro e assumirmos quem somos. Nos ensina a solidão, o abismo. E no final, se passarmos por ela, veremos luz. Se não, morreremos sozinhos. E a sociedade? Arma o golpe!

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Bandidos clonam telefone da jornalista Wania Pinheiro e pedem dinheiro emprestado; “É golpe”, avisa ela

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A jornalista Wania Pinheiro, proprietária do site ContilNet, está indo a uma delegacia de Polícia em Sena Madureira registrar queixa para que a clonagem de seu celular seja investigada. Desde a manhã desta sexta-feira, 8, um elemento vem se passando por ela, usando o WhatsApp. “É golpe. Não caiam”, avisa a repórter, empresária e pré-candidata a deputada estadual, a caminho da DP.

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Trabalhador tem perda salarial durante os últimos 12 meses, aponta IBGE

Em relação ao ganho real, o brasileiro perdeu mais de um por cento de seu ganho real, mostram os números da pesquisa

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Por Tião Maia, para AcreNews

O trabalhador brasileiro perdeu ganho real durante os últimos 12 meses. Neste período, o rendimento real habitual ficou em R$ 2.489 no trimestre findo em janeiro deste ano. Isso representa quedas de 1,1% em relação ao trimestre encerrado em outubro e de 9,7% frente ao trimestre finalizado em janeiro de 2021.

Os dados, da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), foram divulgados nesta sexta-feira (18) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Já a massa de rendimento real habitual (R$ 232,6 bilhões) ficou estável em ambas as comparações. A pesquisa divulgada hoje também mostra que a taxa de desemprego ficou em 11,2% em janeiro deste ano, abaixo das taxas de outubro (12,1%) e de janeiro de 2021 (14,5%).

A população subutilizada, ou seja, os que estão desempregados, aqueles que trabalham menos do que poderiam e as pessoas que poderiam trabalhar, mas não procuram emprego, chegou a 27,8 milhões de pessoas, quedas de 7,2% (menos 2,2 milhões) frente ao trimestre anterior e de 15,5% (menos 5,1 milhões) na comparação anual.

A taxa composta de subutilização (23,9%) caiu 1,9 ponto percentual em relação ao trimestre de agosto a outubro (25,7%) e 5,1 pontos percentuais na comparação com o trimestre encerrado em janeiro de 2021 (29%).

A população fora da força de trabalho (64,9 milhões de pessoas) permaneceu estável quando comparada com o trimestre anterior e caiu (menos 3,9 milhões de pessoas) na comparação anual. A população desalentada, isto é, ou seja, aqueles que desistiram de procurar emprego, ficou em 4,8 milhões de pessoas, reduções de 6,3% (menos 322 mil pessoas) em relação ao trimestre anterior e de 18,7% (menos 1,1 milhão de pessoas) na comparação anual.

O número de empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado (excluindo-se trabalhadores domésticos) foi 34,6 milhões de pessoas, 2% a mais (681 mil pessoas) que outubro e 9,3% acima (2,9 milhões de pessoas) que janeiro de 2021.

O número de empregados sem carteira assinada no setor privado (12,4 milhões de pessoas) cresceu 3,6% (427 mil pessoas) em relação a outubro e 19,8% (2 milhões de pessoas) no ano.

O número de trabalhadores por conta própria (25,6 milhões de pessoas) ficou estável na comparação com o trimestre anterior, mas subiu 10,3% (mais 2,4 milhões de pessoas) no ano.

Os trabalhadores domésticos (5,6 milhões de pessoas) apresentaram estabilidade no confronto com o trimestre anterior, mas subiu 19,9% (mais 931 mil pessoas) no ano.

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Crianças indígenas que se perderam na floresta foram encontradas quase um mês depois

Parentes chegaram a ser presos acusados do assassinato do menino e da menina; “foi um milagre de Deus termos encontrado essas crianças”, diz indigenista

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Por Tião Maia, para AcreNews

Um casal de crianças indígenas da etnia Mura, com idade entre 6 e 8 anos, que estava desaparecidas na floresta amazônica desde o dia 18 de fevereiro, foram encontrado quase um mês do desaparecimento. Os pais e outros parentes das crianças, que vivem numa aldeia na zona rural do município de Manicoré, interior do Amazonas, estavam presos e apontados pela polícia como acusados pelas mortes do menino e da menina. Os dois estão a caminho de Manaus porque foram encontrados doentes e subnutridos.

As crianças foram encontradas na floresta por um homem que cortava madeira. Elas estavam em estado crítico, muito magras e inicialmente foram encaminhadas para avaliação médica em Manicoré. Ao se perderam na floresta em 18 de fevereiro numa região de mata fechada, da comunidade Palmeira, no município de Manicoré, onde viviam com seus parentes. Elas estavam muito longe de casa, na comunidade Capanã, na área do lago do Capanã Grande.

A informação foi confirmada pelo coordenado do Distrito Sanitário Indígena (DSEI) do Ministério da Saúde, Januário da Cunha Neto, responsável por realizações de ações indígenas naquela região do Capanã. “Foi realmente um milagre de Deus encontrar essas crianças”, afirmou.

Segundo Neto, o desaparecimento das crianças foi comunicado ao DSEI Manaus pelo presidente do Conselho Distrital Indígena do polo-base Capanã, no dia 18 de fevereiro, por meio de um pedido de apoio no transporte de moradores da comunidade para encontrar os dois indígenas.

As crianças foram encontradas por três homens que retiravam madeiras na região do Capanã Grande, distante seis horas de lancha da aldeia onde moram com os pais. Elas estavam bastante desnutridas. O caso mais grave, segundo Januário Neto, é da menina, que, assim como o menino, recebe cuidados médicos no hospital de Manicoré.

O desaparecimento das crianças foi comunicado às polícias Civil e Militar, que mobilizou o Corpo de Bombeiros nas buscas. Dez dias depois, a polícia prendeu três integrantes da família, acusados de terem matado os indígenas e encerram as buscas no local.

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