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CULTURA

Artista acreano, Écio Rogério da Cunha lança EP de estreia com composições autorais

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Assessoria

Composições musicais do artista acreano Écio Rogério da Cunha inspiradas em causos e memórias pessoais que estavam guardadas há anos foram gravadas pela primeira vez em 2021. O EP de estreia se chama “As canções do Écio” e já está disponível gratuitamente pela internet, nas plataformas: Deezer e Spotify. Para conquistar ainda mais o público, as músicas também estão nas redes sociais Tik Tok e Instagram.

O EP resulta de um projeto aprovado no edital 002/2020 do Governo do Estado do Acre, por meio da Fundação de Cultural Elias Mansour, cujos recursos têm origem na Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc. O repertório conta com seis músicas selecionadas que passam pelos gêneros Brega, MPB e Samba-canção. Na gravação, houve a participação especial de Gigliane Oliveira, Heloy de Castro e Sandra Buh.

Écio Rogério da Cunha estende seu bom humor ao seu trabalho artístico e afirma que não sentia necessidade de gravar suas composições: “Componho desde jovem, hoje velho, componho bem menos. Sempre cantei essas músicas, mas nunca achei importante divulgar ou registrar em algum lugar. Levei uma vida inteira para compor essas canções, porque elas são de épocas diferentes e contam história que eu vivi em tempos diferentes”, explica o artista.

A decisão por selecionar músicas e as gravar em um projeto autoral veio do incentivo insistente da também artista e amiga, Sandra Buh. “Uma amiga de longa data, [ela] chegou e disse: ‘Écio vamos fazer teu EP, vamos registrar tuas músicas em algum lugar, isso é importante pra tua vida.’”, conta aos risos enquanto recorda dos questionamentos que se fazia até tomar a decisão.

Uma das participações especiais no EP, a artista Sandra Buh fala da admiração pelo amigo e da importância do registro de trabalhos artísticos. “Eu trabalho com o Écio desde 2006 e durante esse longo tempo, conheci as canções dele. Gosto muito da maneira que ele compõe, são músicas engraçadas, reflexivas e aí veio a ideia: ‘Écio, por que você não registra sua música?’. Eu acho importante que os artistas tenham suas obras registradas e ele gostou da ideia. Para mim, foi uma honra participar do EP das Canções do Écio”, revela.

O artista

Apesar da estreia com o EP, Écio Rogério da Cunha vem de trajetória artística com música e teatro desde 1979. Passou por diversos grupos de teatro e grupos de música em Rio Branco (AC) e Brasília (DF).  Professor do Curso de Licenciatura Plena em Artes Cênicas -Teatro e ABI Teatro, na Universidade Federal do Acre (Ufac), tem licenciatura em Música pela Universidade de Brasília (UnB) e mestrado em Letras, Linguagem e Identidade pela Ufac. Atualmente, integra quatro grupos artísticos: Cia Visse e Versa, O barulho do Acre, Macaco Prego da Macaca e o Maracatu Pé Rachado.

Ficha técnica do EP

Compositor: Écio Rogério da Cunha

Arranjador: Écio Rogério da Cunha e Sandoval França

Bateria: Charles Spencer

Guitarra e Percussão: Gabriel Kerchiner

Percussão: Caetano Rogério

Flauta: João Veras

Trompete: Jailson Gomes

Baixo: Carlos Alberto

Participações especiais: Heloy de Castro, Sandra Buh e Gigliane Oliveira

Produção Musical: Écio Rogério e José Risley

Técnico de gravação, Masterização e Mixagem: José Risley

Gravação: RB Estúdio

Produção executiva: Nathânia Oliveira

Assistente de produção: Gigliane Oliveira

Designer gráfico: Renis Ramos

Fotografia: Narjara Saab

SERVIÇO
Estreia do artista Écio Rogério da Cunha com o EP autoral “As canções do Écio”

Disponível on-line: plataformas – Deezer e Spotify/ redes sociais – Tik Tok e Instagram

Acesso gratuito

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CULTURA

Acre, Amazonas e Pará representam o norte na mostra de Tiradentes 2022

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Foto: Reprodução (Divulgação)

Evento responsável pela abertura do calendário brasileiro de grandes festivais, a Mostra de Tiradentes 2022 irá destacar o cinema da Região Norte. São quatro produções selecionadas, sendo duas do Pará (“Meus Santos Saúdam Teus Santos”, de Rodrigo Antonio, e “Uma Escola no Marajó”, de Camila Kzan), uma do Acre (“Centelha”, de Renato Vallone) e outra do Amazonas (“521 Anos / Siia Ara”, de Adanilo).

O acreano “Centelha” fecha o time nortista em Tiradentes. Dirigido por Renato Vallone, o curta-metragem de 26 minutos filmado em preto e branco apresenta o delírio da fome de um homem que incorpora, no decorrer de um ritual ancestral, os demônios de um país doente. Casa e homem tornam-se testemunhos vivos da história. Santuário ou quartel general, as transformações afetam tudo ao redor e provocam a fúria do céu.​

A presença na Mostra Temática marca mais um grande evento que “Centelha” participa: em 2021, o curta do Acre esteve no Festival do Rio na sessão Curtas Novos Rumos, no Festival Visões Periféricas e, neste ano, foi selecionado para a Mostra Ouros Nortes do Festival Olhar do Norte. [ Com informações Cineset/Caio Pimenta]

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CULTURA

Teatrão, Palácio e Biblioteca da Floresta serão revitalizados

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Agência AC

O governador Gladson Cameli e a senadora Mailza Gomes assinaram, nesta quarta-feira, 19, em Rio Branco, o convênio que garante a revitalização da Biblioteca da Floresta, do Teatro Plácido de Castro (Teatrão), que também terá parte da estrutura física ampliada, e do Palácio Rio Branco. O montante, na ordem de R$ 12,4 milhões, foi destinado pela parlamentar, por meio de extra emenda.

Com os projetos devidamente finalizados pela Secretaria de Estado de Infraestrutura (Seinfra), os documentos dependem tão somente de aprovação da Caixa Econômica Federal para que as ordens de serviço sejam dadas. O banco estatal ficará responsável pela liberação dos recursos e fiscalização das reformas.

O governador Gladson Cameli enalteceu o empenho da senadora com a recuperação destes importantes patrimônios públicos. “O meu muito obrigado à Mailza por ter conseguido esses recursos para a revitalização destes prédios, em especial, o nosso Palácio Rio Branco, que faz parte da história do Acre. Faço questão de acompanhar essa obra de perto”, comentou o chefe do Executivo.

Investimentos na revitalização dos espaços públicos somam R$ 12,4 milhões. Foto: Diego Gurgel/Secom

Mailza Gomes reforçou seu compromisso com a população e afirmou que o seu mandato segue à disposição, para viabilizar recursos que beneficiem o estado. “Estou muito feliz em contribuir com a revitalização desses espaços culturais tão importantes do nosso Acre. O nosso trabalho será sempre em prol do bem coletivo”, afirmou.

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CULTURA

Há 15 anos, o mundo conhecia a história do Acre através da minissérie “Amazônia – De Galvez a Chico Mendes”

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Por Observatório da TV / Foto: Reprodução

Em 2 de janeiro de 2007, a TV Globo estreou a minissérie Amazônia – De Galvez a Chico Mendes, na qual Glória Perez, natural do Acre, quis traçar em três fases um panorama da história do estado e da região.

Um grandioso elenco foi reunido para a produção, que teve direção-geral de Marcos Schechtman, parceiro da autora desde O Clone (2001/02), atual cartaz do Vale a Pena Ver de Novo. A história começa em 1899, atravessa a primeira década do século 20, dá um salto de algumas décadas e tem seu desfecho nos anos 1980.

A partir das famílias do Coronel Firmino (José de Abreu) e do seringueiro Bastião (Jackson Antunes) que como muitos outros é explorado e humilhado pelo proprietário do seringal, a história mostra como o negócio da borracha funcionava e as disputas pelo rentável território do Acre, que na época pertencia à Bolívia, mas era majoritariamente ocupado por brasileiros em busca de melhores perspectivas.

Dessa conjuntura se aproveita Luiz Galvez (José Wilker), espanhol que se lança numa batalha pela conquista do Acre ao saber que os bolivianos estão para arrendar toda a região a um consórcio formado por empresários da Inglaterra e dos Estados Unidos.

Nesse cenário tem destaque também a figura do militar Plácido de Castro (Alexandre Borges), que chega ao Acre para demarcar terras de seringais e acaba envolvido na disputa pela independência do território, que consegue.
Entre os anos 1940 e 1950, depois de muitos anos de distribuição desigual da riqueza surgida da borracha e com a grande concorrência das plantações mais organizadas da Malásia, o cultivo brasileiro cai em decadência. Nessa fase surgem amadurecidos Augusto (Humberto Martins), filho do Coronel Firmino, e Bento (Emílio Orciollo Netto), filho de Bastião.

Nos anos 1980, os vastos seringais já deram lugar a pastos para gado. Augusto (Francisco Cuoco) não consegue impedir que o domínio de outrora lhe escape por entre os dedos. De sua parte, Bento (Lima Duarte) é o grande amigo de Chico Mendes (Cássio Gabus Mendes), cuja luta por direitos dos índios e dos seringueiros e contra a destruição da Amazônia o leva a ser assassinado cruel e covardemente.

Leia mais: https://observatoriodatv.uol.com.br/colunas/fabio-costa/na-manchete-e-na-globo-a-amazonia-foi-cenario-de-producoes-de-teledramaturgia

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