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GERAL

“Bebê Bolsonaro” está no Arena da Floresta pintando camisetas de graça: “É pelo Brasil”, diz

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O publicitário Vilandro de Castro Soares, conhecido como “Bebê Bolsonaro”, que trouxe para o Acre nos anos 1980 técnicas novas para pintura em camisas, está desde cedo desta terça-feira, 7, no estacionamento do estádio Arena da Floresta, em Rio Branco, num ateliê improvisado, pitando camisetas com frases patriotas e até a foto vazada do presidente Jair Bolsonaro. “É pelo Brasil. Quem quiser pode trazer a camiseta aqui”, diz ele.

Segundo o próprio “Bebê” ele e sua equipe ficam no “ateliê” até a tardinha. A previsão é pintar pelo menos 10 mil camisetas. “Até agora já pintamos cerca de 1,5 mil blusas”, informou.

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ACRE

Morre seu Osvaldo “Português”, fazendeiro que desbravou o município do Quinari

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O ex-prefeito do Quinari, Celso Ribeiro, confirmou ao AcreNews a morte de seu pai, seu Osvaldo “Português”, um dos desbravadores do Acre na década de 1970, no ramo da pecuária. O patriarca dos Ribeiro morreu agora há pouco em Goiânia, Goiás. Osvaldo Alves Ribeiro, seu nome de batismo, tinha 82 anos e foi vítima de um infarto fulminante, deixando esposa e três filhos.

Segundo Celso Ribeiro, seu Osvaldo morreu do coração justamente no momento em que mais cuidava das complicações, razão pela qual estava em Goiânia. “Foi uma surpresa desagradável, mas agora vamos cuidar do féretro desse grande e amado homem”, afirmou o filho.

A morte do fazendeiro pegou todos que o acompanhavam de surpresa. “Ele tava bem, se tratando, mas de repente veio o ataque. Além de mim, estavam minha mulher, meu filho e o enfermeiro. Teve socorro, chamamos o SAMU, mas não teve jeito”, informou Celso Ribeiro. O corpo de seu Osvaldo será transladado para Rio Branco, onde será sepultado.

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ACRE

Avião com destino a Cobija cai em Pando e seis pessoas morrem

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Um avião da Força Aérea da Bolívia caiu na manhã deste sábado (9) no departamento de Pando, na região amazônica do país, e as seis pessoas que estavam a bordo morreram, entre elas quatro funcionárias do Ministério da Saúde.

A aeronave decolou da cidade de Riberalta, em direção a Cobija, capital do departamento de Pando, segundo disse o subcomandante da polícia nacional, Luis Cuevas, à emissora de televisão Unitel.

Cuevas relatou que o avião, com matrícula FAB-320, “se chocou contra uma árvore” e caiu perto da localidade de Agua Dulce, na mesma região.

“Sabemos que, nesse acidente, seis pessoas morreram. Estamos falando do piloto e do copiloto, que pertencem à Força Aérea Boliviana, assim como de quatro civis, lotados no Ministério da Saúde”, disse Cuevas.

Depois da queda, o avião pegou fogo, o que impediu a moradores, que tentaram ajudar no resgate, retirar os ocupantes da aeronave.

Bombeiros, policiais e equipes da Força Aérea foram deslocados para o local da tragédia, para atuar no recolhimento e transporte dos corpos, perícia, além de buscas pela caixa-preta da aeronave.

Com informações ContilNet.

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ACRE

Menino nascido em Rio Branco supera paralisia infantil, se forma na Ufac e diz que toparia entrar para política

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A paralisia infantil foi apenas um dos muitos obstáculos na vida do Jhonatan Barbosa de Vasconcelos. Antes mesmo de nascer, ele conta no esboço do livro que está escrevendo, sofria agressões por intermédio da mãe, que apanhava do pai alcoólatra. Depois, na vida escolar, bullying. Diante de tudo isso, a dificuldade para caminhar e até falar são fichinha para esse moço que virou historiador pela Ufac, passa o dia participando dos debates políticos nas redes sociais, e que, em entrevista ao Acrenews, revela o desejo ou a disposição de disputar um pleito eleitoral. “Eu toparia”, diz o audacioso.

O duro trajeto do Jhonatan nos seus 26 anos de vida vai virar livro. Ele tem um esboço da obra, mas ela seria, a princípio, escrita com o auxílio de seu professor na Ufac, Carlos Alberto, do Departamento de História, que acabou morrendo em 2020, durante a campanha eleitoral, de ataque cardíaco fulminante. Mesmo enlutado pela morte do amigo, a quem sempre presta homenagem, Jhonatan segue a vida. Procura outra forma de concluir sua obra, certamente fadada ao sucesso de leitura pela surpreendente história desse jovem nascido no bairro Nova Estação, a época preferia de Rio Branco.

Jhonatan nasceu em 27 de março de 1995 e foi logo entregue a avó, dona Luiza Leandro, uma sexagenária que assumiu as vezes de mãe do neto em razão dos desajustes dos pais. A mãe/avó nem desconfiava da saúde daquele neném, até notar alguns detalhes que fizeram ele procurar a medicina. Veio o diagnóstico, Jhonatan tinha paralisa infantil grau 80.9, a cerebral, numa escala que começa em 89.0. Dona Luiza, vó guerreira, assumiu a parada. Tratou de preparar o garoto para a vida escolar. Daí até a Ufac foi um “pulo”, diz ele, aprovado para o curso de História aos 19 anos e formando aos 22, depois de sofrer para concluir o ensino básico e o médio, decorrência das limitações.

Formado, Jhonatan é um homem seguro do que faz e das polêmicas políticas nas quais entra praticamente todos os dias, pelas redes sociais. Atualmente não tem uma ocupação específica. Estuda para concursos públicos. “Quero uma carreira em um emprego público”, diz ele, faceiro que só.

Paixão pela política

Jhonatan Vasconcelos é um crítico da política. Acha que o trabalho parlamentar poderia ser melhor valorizado. Segundo ele, alguns políticos reduzem a importância dos cargos. Talvez por essa razão esse historiador tenha interesse em um dia disputar uma eleição. “Eu toparia porque acho, entre outras coisas, que pessoas com deficiência como eu precisam ter uma representação. Nossas causas são poucas levadas a sério”, alfineta.

Enquanto não recebe um convite para uma disputa política, Jhonatan vai levando a vida normal. Tem palestras marcadas para ministrar, tem corrida de rua para participar, o que ele adora fazer de vez em quando, e tem as discussões nas redes sociais para meter o bedelho. Além do mais tem o livro para concluir, com seu título bem sugestivo: A vida é feita de superação.

Frases do Jhonatan

“Eu não gosto muito de divulgar as fotos dos meus avós, que me criaram. Eu gosto de preservar a imagem deles, porém sou muito grato a Deus pela vida deles”

“Na política eu poderia ter a oportunidade de incentivar a ampliação de políticas públicas para deficientes”

“A vida é feita de superação”

Você pode ler o esboço do livro clicando AQUI.

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