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EVANDRO CORDEIRO

COLUNA DO EVANDRO | Gladson revela ter convidado outra vez os aliados de 2018 para a união em 2022 e não vê demérito nisso

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Cada vez que sai uma pesquisa o governador Gladson Cameli (Progressistas) dá uma parada em sua agitada agenda para refletir sobre os números. Pouca gente sabe que ele chama uma turma mais velha, um a um, para ouvir as análises e, partir daí, captar melhor a voz das ruas. Ele tem o maior cuidado, garante, para não se ensoberbecer. De fato, tem levado isso ao pé da letra. Ao invés de esnobar os resultados, cada vez mais favoráveis a ele ao passo que as pesquisas vão saindo, o governador dar sempre uma sentada no chão, como fez em Sena Madureira na última sexta-feira, 1, põe o boné de lado e nos pés enfia a sandália da humildade. Nisso acabou revelando a coluna ter feito, recentemente, uma rodada de ligações para aliados de 2018, sem o menor constrangimento, para convida-los ao convívio. Só não citou nomes, mas garante que foi para quase todos. “Unidos outra vez vai ser melhor”, avalia.

Pedir ajuda

Gladson Cameli admite faltar muito para realizar o Governo que sonha para deixar como legado, mas acredita na humildade como forma de alcançar o objetivo. Por isso, não enxerga demérito em ligar para os ex-aliados, nem ao pedir ajuda sempre que for necessário. “Sou governador, mas não sou dono da razão”, disse em Sena Madureira na última sexta-feira, 1, durante agenda com o prefeito Mazinho Serafim (MDB), que nem é seu aliado.

Demonstração

Ainda em Sena Madureira outra demonstração de humildade de Cameli. Ele se surpreendeu ao descobrir a situação de um radialista, o Márcio Farias, aliado seu na campanha em 2018, que está fora do ar. Garantiu que vai corrigir a injustiça. “Eu não sou onisciente, minha gente. Não sei de tudo. Preciso que as pessoas me ajudem nesse sentido”, afirmou.

A terra parou

Foi um deus-nos-acuda nas redações dos sites esta segunda-feira, 4, com a queda das principais plataformas de comunicação da humanidade, WhatsApp e Facebook. Como de praxe, nós, brasileiros, fizemos foi chacota do perrengue. Aqui em Rio Branco, então, alguns vereadores aproveitaram para alfinetar o prefeito Tião Bocalom (Progressistas) fazendo caçoagem análoga; Dois deles: Emerson Jarude (MDB) e Michelle Melo (PDT).

Nome da sigla

Deverá se chamar União Brasil e usará o número 44, o partido que nascerá da fusão entre DEM e PSL. No Acre duas estrelas discutem seu futuro: Alan Rick, que mandava no DEM, e Márcio Bittar, que sempre controlou o PSL.

Conselheira

Saquei quem é uma das figuras que a deputada federal Vanda Milani (PROS) ouve com muita atenção: a ex-vereadora Alba Thomaz, sobrinha do vereador de Rio Branco, N Lima (Progressistas), presidente da Câmara.

Foi simbora

Eliane Sinhasique foi simbora cuidar da vida dela lá em Fortaleza, no Ceará, depois de começar do zero no final dos anos 1980 no Acre e alcançar quase tudo na imprensa e na política. Era a atual secretária de Turismo do Estado, cargo ainda vago. A rigor, o governador Cameli ainda nem insinuou quem substituirá a “Pequena”.

Inevitável

A família Santiago, inevitavelmente, terá dois candidatos nas eleições 2022: a vereadora Michelle e o engenheiro civil Leandro. Esse último é menos conhecido, mas está em posição interessante no Estado. É ele quem executa as ações da Seinfra Acre afora. Só precisam se acertar para ambos não disputarem a mesma cadeira. Senão fica ruim a bessa para família toda.

Antes do apagar

Antes de fechar 2021, bem antes, o governador Gladson Cameli deverá divulgar uma alvissareira notícia. Tic, tac, tic…

Será?

Ex-prefeito de Cruzeiro do Sul, Vagner Sales (MDB), teria falado em desistir de vez da política ou eu estou ouvindo coisas?

Salvam-se poucos

De modo geral a atual legislatura na Assembleia Legislativa é uma das mais fracas da história. Tem alguns parlamentares que não sabem ser oposição, nem situação. Pode ser que seja a pandemia a culpada.

Prejuízo sem o zap

Acredite, no Acre o prejuízo foi considerável com a queda do Facebook e WhatsApp. A Acisa não fala em números, mas admite que a perca foi significativa, porque praticamente todo o comércio gira em torno dessas plataformas, principalmente depois da pandemia.

Olho no futuro

Os Bestene preparam algo muito especial para o caçula deles na política, o vereador Samir Bestene (Progressistas). Ele tem umas agendas sistemáticas em todas as regionais de Rio Branco. Como dizia meu vô Orlando, nesse pau tem formiga.

Despedida do Edmir

Com muita tristeza recebi a notícia da morte do Edmir Borges Gadelha Júnior, publicitário que, junto com outro nome não menos respeitado no meio, a Ana Cristina Silveira, me incentivaram e, por fim, criaram meu blog, o Blog do Evandro Cordeiro, minha primeira viagem no mundo web. Edmir partiu cedo, deixando um legado de respeito e carinho com os colegas. Deus me deu a oportunidade de encontra-lo três dias antes de sua partida nos corredores da Fundação Hospitalar, onde eu fazia visita.  Fica aqui meu respeito a esse cara maravilhoso e sua família digna.

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EVANDRO CORDEIRO

COLUNA DO EVANDRO | Suplente diz que vaga de Célio Gadelha é, pela ordem, de MDB, depois PP

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O segundo suplente de vereador do MDB Oséias Silva discorda paradoxalmente do suplente do PSD, Anderson Sandro, que acha que a cadeira do vereador Célio Gadelha (MDB), cuja cassação deve se confirmar até fevereiro, é sua.

Oséias mandou a seguinte carta a coluna:

“Vamos lá nobre amigo Evandro Cordeiro,

Na política do nosso Acre se vê de tudo, inclusive um partido que pretende ter candidato a governador querer buscar sem ter tido votos para tal uma vaga para acomodar suplente.

Agora, vejamos:

O PSD vai requerer, junto com o suplente Anderson Sandro, o quê?

O PSD somou nas eleições de 2020 entre votos nos candidatos e legenda um total de 10.841 votos válidos que lhes rendeu 01 (uma) cadeira. O meu partido MDB somou entre candidatos e legenda 13.774 o que lhes rendeu 02 (duas) cadeiras. Eles alegam que caso se confirme a cassação do nobre Vereador Celio Gadelha com a perca dos votos eles vão herdar a vagas e não o glorioso.

Gostaria de saber qual é mágica que vão fazer. Pois, se anular os votos do Vereador Celio Gadelha o meu partido MDB passa a ter um total de 12.481 (votos nos candidatos e legenda) e o PSD continuará estacionado nos 10.841. Como farão? Acho que não farão porque a vaga é do MDB , logo do 1º suplente João Marcos Luz.

Pelo bem da razão, sou um mero 2º suplente de vereador do competente vereador Emerson Jarude e do vereador Celio Gadelha que até o presente é vereador e até que seja definitivamente julgado precisa ser respeitado pela função em exercício.

Abraços.

Oséias Silva”

Rede Massa no Acre

A empresária Gabriela Câmara acaba de trazer para o Acre uma das maiores FMs do Brasil, a Rede Massa, uma das maiores do Brasil. A Massa é do apresentador Ratinho e vai tocar tudo, do rock ao funk. O gospel seguirá pela rádio Boas Novas. Com mais essa emissora, os Câmara inauguram seu complexo de comunicação com duas FMs e três emissoras de TV.

Manter Petecão

Pessoas ligadas a Jorge Viana (PT) garantem que ele fará de tudo para que o senador Petecão mantenha sua candidatura a governador. Acredita que no tete-a-tete com Gladson ele perde, por isso precisa dessa base rachada.

Venda do AP

Gladson Cameli está vendendo seu apartamento para um médico. Quer descer pra ficar como mais gosta, no mesmo nível do povo.

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EVANDRO CORDEIRO

COLUNA DO EVANDRO | PSD vai reivindicar segunda vaga de vereador caso a cassação de Célio Gadelha se confirme

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O suplente de vereador Anderson Sandro, segundo mais votado na chapa do PSD na disputa para vereador em Rio Branco em 2020, poderá ser o próximo “dono” da cadeira onde está sentado hoje o vereador Célio Gadelha, do MDB, cuja cassação poderá ser confirmada logo no início de 2022. O partido de Sandro fez um levantamento e descobriu que faltaram apenas 67 votos para fazer o segundo – o primeiro foi a Lene Petecão.

Entusiasmado

Anderson Sandro, que ficou nos últimos dois anos como vereador na Legislatura passada, ao assumir mais ou menos da mesma forma, com o afastamento de Sandra Asfury, disse que está animado. Não gostaria de assumir nessa circunstância, diz ele, mas se o destino quiser ele está aberto.

Outros partidos

Progressistas e MDB também podem reivindicar a cadeira de Célio Gadelha. O ex-vereador João Marcos Luz, do MDB, interpreta que a cadeira é dele, assim como alguns dirigentes do PP.

Covid de volta

Estamos levando a Covid na brincadeira. Nos últimos cinco dias já tem muita gente testando positivo. No meio do bolo um empresário, o Fernando Lage, que já foi transferido de UTI no ar pra São Paulo, e o deputado estadual Chico Viga.

Medida urgente

A presidência da Assembleia Legislativa já estudaria, inclusive, a possibilidade de suspender as sessões presenciais, uma vez que Chico Viga manteve contato com maioria dos colegas.

Beijoqueiro deputado

O digital influencer Diego Lins, conhecido como repórter Beijoqueiro, anunciou pelas redes sociais que disputa as eleições em 2022 para deputado estadual.

Não vai avante

É inglória a missão da vereadora Michelle Melo (PDT) em função da CPI do Transporte em Rio Branco. Primeiro, ela não está tendo apoio dos colegas e, segundo, o prefeito Bocalom, aí estilo dele, está enfrentando a parada.

Orçamento secreto

Quem comemorou nas redes sociais a decisão da ministra Rosa Weber, que liberou as emendas de bancadas, que a oposição chama de orçamento secreto, foi o senador Márcio Bittar (PSL), relator e trabalhando para liberar perto de R$ 1 bilhão para o Acre. Os petistas que comemoraram a primeira decisão de Weber ficaram tristinhos.

Esquisito

Ouvi um negócio esquisito sobre as últimas pesquisas. Os números potencializam muitos interesses.

Os aloprados

“Meu amigo, o Jorge Viana está levando um aperto dos aloprados da esquerda (aquele pessoal que sobreviveu 20 anos em bons cargos) para que dispute o governo. Eles acham que, eleito senador, Jorge não fará diferença nenhuma na vida deles”. De um ex-assessor de Tião Viana a coluna.

Deus e Lula

O ex-secretário de Estado e pastor Henry Nogueira, rasgou elogios a escolha do ministro pastor André Mendonça para o STF, mas deixou claro no final que, na disputa eleitoral, estará com Lula (PT).

Não abre

Bocalom me disse que não vai abrir mão de duas coisas nos próximos dias: punir empresas de ônibus que estão tratando o passageiro mal e rejeitar o projeto “Papai Noel Gay”. E olhe que muita gente tentou convencer ele.

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EVANDRO CORDEIRO

COLUNA DO EVANDRO | O PT e seus puxadinhos pintaram o “sete” no Acre e no Brasil e quer frescar pela pintura de um portal

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A frente popular, um conglomerado de partidos que comandou o Acre por mais de 20 anos, puxada pelo PT, abusou da bondade dos acreanos. Fez por aqui, mais ou menos, o que os mesmos partidos fizeram com o Brasil de Lula e Dilma. Nem precisa explicar muita coisa, porque o desfecho todos sabem. Depois de entregar o Acre com cerca de 200 mil desempregados, 114 mil dos quais vivendo abaixo da linha da pobreza, segundo dados de 2019, além de um exército de faccionados, uma garotada que apelou para “ganhar” a vida no crime, os petistas deixaram o Estado avermelhado de uma ponta a outra. Ninguém conhecia mais o brasão do Acre. Todos os símbolos foram descartados em favor do personalismo.

Nessas duas décadas, dos três governadores petistas, ninguém cultuou mais a personalidade que o primeiro deles, o Jorgenei Viana Macedo das Neves, conhecido como Jorge Viana. Esse avermelhou o curral, parafraseando o grupo amazonense de todas de boi que, a rigor, algumas vezes animou os caríssimos comícios deles. Nada escapou da sanha de Viana de cultuar seu nome e a sigla de seu partido. Da delegacia de polícia ao ônibus, tudo precisava lembrar ele e a agremiação. Ao invés do brasão, mandou forjar uma castanheira, para quem não lembra, uma árvore estigmatizada por um caule que se parecia com o número um e uma copa que lembrava um três, para sublinhar uma mensagem na cabeça do incauto eleitor.

O período inicial deles foi tão afrontoso que a atabalhoada oposição à época, amadora como nunca se viu, ainda trabalhando de forma diletante, com o velho cabo eleitoral e os surrados currais com comida para o votante comer quando deixasse a sessão, foi parar na Justiça. Entendeu que era preciso parar aquela máquina que trucidava miolos, embebedando o eleitor.

O tempo passou e essa máquina abusada e sem escrúpulos da tal frente popular cansou o povo, pelo menos 20 anos depois. Os petistas e puxadinhos, acostumados com as expensas do Estado, se apresentava cagando e andando com o que os outros diziam, tanto que a derrota em 2018 assustou a maioria. Foi um baque da peste. Eles achavam que ganhariam a eleição, devido a sequência de vitórias esmagadoras. Perderam. E apanharam para uma oposição ainda perdida, tanto que ganhou mais se espalhou rápido, bem antes do tempo.

Logo após o resultado das urnas, em 2018, todo mundo que estava no palanque da campanha, achava que deveria disputar o Governo em 2022. Viraram logo as costas para o governador eleito, Gladson Cameli, que precisou se virar sozinho para conduzir um Estado quebrado. Para piorar, ainda veio a surpreendente pandemia. Cameli, um rapaz cheio de boas intenções, não teve vergonha de pedir ajuda para reerguer o Acre. Apelou para todo mundo. Pouco foi ouvido.

Mesmo diante de tantos desafios, aos poucos Gladson Cameli vem organizando o Acre, mesmo com todos querendo tomar sua cadeira, inclusive antes do tempo. Conseguiu arrumar as finanças, mesmo na pandemia, pagou todo mundo em dias e iniciou uma série de obras, algumas de alto volume, outras nem tanto, além de pequenas reformas em logradouros públicos, como o Parque da Maternidade, que já foi entregue a ele em 2019 só o resto. Ele não reclamou de ninguém, não julgou ninguém e partiu para arrumar as coisas.

Pois depois de recrudescer a pandemia, o governador Cameli resolveu dar vida a alguns dos logradouros públicos mais abandonados e, mesmo escolhendo as cores da bandeira, como fez com a Arena da Floresta, foi espezinhado pela turma do PT, que começa a sentir profunda saudade do poder e mete a cara pelas redes sociais, como se não tivessem nada a ver com a situação em que entregaram o Acre há três anos. A última foi a pintura dos pórticos do Parque da Maternidade. E olha quem foi lá para frente, gravar um vídeo já com parte da estrutura que vai usar para disputar o governo em 2022: Jorge Viana. Ele mesmo, o mais narcisista dos caras. Bravejou como um siri numa lata por causa das cores, um azul claro escolhido para homenagear a bandeira do autismo. A aparição do “reizinho” incendiou um grupelho de ex-cecs, mas também foi duramente rejeitado por uma maioria que não aceita a ressurreição de velhas catrevagens. Logo o Jorge, que deixou o Acre no vermelho, literalmente…

Se sou o governador Gladson, pintava inclusive as calçadas do Acre de azul, a cor que ele está deixando como legado, depois de organizar a bagunça deixada pelos folgados, que esqueceram de pensar no povo e tomaram ferro em 18, por deixar todo mundo no vermelho.

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