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SAÚDE

Comitê Especial de Enfrentamento à Covid-19 decide acompanhar casos de síndromes respiratórias, infecções hospitalares e monkeypox

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No Acre, os casos suspeitos ou confirmados de síndromes respiratórias agudas, infecções hospitalares e varíola monkeypox também serão monitorados pelo Comitê de Acompanhamento Especial da Covid-19 no estado. A inclusão de novos agravos para análise foi decidida durante reunião virtual do comitê, realizada nesta quarta-feira, 6.

A medida considera o aumento no número de casos registrados e a necessidade da definição de estratégias para conter o avanço dos vírus causadores das doenças respiratórias e da varíola monkeypox. “Essa era uma discussão que já vínhamos fazendo. A inclusão desses agravos contempla a pauta de discussões. Isso otimiza trabalho, recursos humanos, para que possamos discutir pontos de convergência para a saúde”, explicou o promotor de justiça Ocimar Júnior, representante do Ministério Público do Acre no comitê.

Uso da Máscara

Como forma de conter o avanço da monkeypox, da covid e de outras doenças virais, o comitê recomendou o retorno da obrigatoriedade do uso de máscaras em ambientes fechados. O acessório já é obrigatório em unidades de saúde e transportes coletivos.
Permanece também a recomendação da manutenção dos cuidados com a higiene das mãos, uso de álcool em gel, intensificação da higienização dos ambientes e, ainda, evitar aglomerações. Outra medida deverá ser o retorno da cobrança das carteiras de vacinação em repartições públicas e eventos com grande número de pessoas.

Cuidados na escola

Seguindo Nota Técnica da Fiocruz, neste momento o Comitê de Acompanhamento não orienta a suspensão das aulas, mas reitera a necessidade da obrigatoriedade do uso de máscara, isolamento de casos suspeitos, ou confirmados, e suspensão de eventos no âmbito da escola.

Covid no Acre

O Acre registrou, nesta quarta-feira, 6, 461 novos casos de covid-19. Outros 8 aguardam resultado da análise dos testes. Conforme boletim da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), em função do aumento do número de casos de covid-19, a Rede de Urgência e Emergência (RUE) foi reorganizada para o atendimento. Nas unidades de média e alta complexidade (UPAs e Pronto-Socorro) há 54 leitos reservados para covid, sendo 13 pediátricos. De acordo com o chefe da RUE, Edvan Meneses, embora haja crescimento no número de novos casos, a hospitalização é baixa. “Nesse sentido, é importante destacar a importância da vacinação e da manutenção do cuidados, como uso de máscara e higienização”, enfatizou.

Vacinação

No Acre, a campanha de vacinação contra covid iniciou no dia 19 de janeiro de 2021.
De acordo com a Sesacre, desde o início da ação até o dia 2 de julho de 2022 foram administradas 1.497.720 doses da vacina contra covid-19. Destas, 675.753 foram de 1ª dose, 557.274 de 2ª dose, 19.045 de dose adicional, 221.554 de 1º reforço, 10.945 de 2º reforço, e 13.149 dose única. Pelo menos 138.743 pessoas não receberam a 1ª dose da vacina e 254.214 pessoas ainda não tomaram a 2ª dose.

Atendimento

Na rede estadual de Saúde, a UPA do Segundo Distrito continua sendo referência para atendimento a pacientes que apresentem sintomas de covid. Na rede de atenção básica do município de Rio Branco, o teste de covid-19 continua sendo disponibilizado em todas as unidades de Referência em Atenção Primária (Uraps). Para casos de sintomas gripais a população deve procurar a Urap Maria Barroso. O Atendimento é das 7h às 22h.

Classificação de risco

Na avaliação do comitê, ainda não há necessidade de reclassificação de faixa em nenhuma regional do Estado. Considerando o momento de atenção, o Comitê Especial de Acompanhamento à Covid no Acre retomará as reuniões periódicas para avaliar a situação de saúde pública no estado. Inicialmente, sempre às quartas-feiras ou, extraordinariamente, quando necessário. Um nova reunião ficou marcada para o próximo dia 8, desta vez com integrantes da comissão organizadora da Expoacre 2022 e representantes da Secretaria de Estado de Educação (SEE), para avaliar estratégias de prevenção no âmbito da rede estadual de educação e da Expoacre.

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SAÚDE

Fundhacre na Comunidade chega à 4ª edição com mais de 450 atendimentos em áreas distantes

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A Fundação Hospital Estadual do Acre (Fundhacre) chegou à 4ª edição do Fundhacre na Comunidade no Seringal Cachoeira, localizado no município de Xapuri. Os serviços em saúde foram oferecidos no sábado, 13, e contaram com 52 atendimentos em pediatria, 35 em ortopedia, além da realização de 43 exames de eletrocardiograma, totalizando 130 atendimentos.

“Estamos levando essa ação às comunidades distantes, aproximando a população dos atendimentos. Esse é um trabalho de várias mãos em benefício daqueles que tanto precisam do serviço e têm dificuldades na locomoção e no acesso à saúde pública”, destacou a chefe do Ambulatório da Fundhacre, Rozangela Farias.

Toda a ação contou com a parceria da prefeitura municipal e da Secretaria de Saúde de Xapuri, por meio da equipe adjunta que esteve contribuindo na logística e nos atendimentos.

“Só tenho a agradecer por essa iniciativa. Toda a equipe está de parabéns, foi um atendimento de excelência, principalmente em nos trazer os serviços, pois muitas vezes não temos condições de sair daqui”, destaca a paciente Jocilene Almeida .

O Fundhacre na Comunidade é uma ação em saúde que tem como objetivo aproximar a unidade hospitalar da população por meio de atendimentos. O programa já realizou quatro edições, contemplando os municípios de Porto Acre, Bujari, Distrito Vila Campinas, localizado em Plácido de Castro, e agora, por último, Xapuri, atendendo mais de 450 pessoas nas comunidades.

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SAÚDE

Com articulação de Alan Rick, MS passa a custear tratamento de pacientes renais no Acre

Estado vai economizar R$ 4,6 milhões ao ano. Clínica habilitada para realização de hemodiálise atende mais de 120 pacientes

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A partir de agora, o Ministério da Saúde vai custear todo o tratamento de mais de 100 pacientes renais crônicos do Sistema Único de Saúde (SUS) atendidos por clínica particular em Rio Branco. Até então, o serviço era custeado pelo governo do estado que realizava os repasses de, em média, R$ 387.628,36 por mês. O total, por ano, alcançava os R$ 4.651.540, 32.

A habilitação da clínica no SUS é resultado da articulação do deputado federal Alan Rick, que neste momento está licenciado para concorrer a vaga de Senador da República. O parlamentar comemorou a conquista para a saúde do Acre. “Em 2016, conseguimos a habilitação do Hospital do Juruá que já recebe repasse anual de mais de R$ 2,4 milhões para a realização das hemodiálises. E agora conseguimos para Rio Branco. Isso garante recurso para o tratamento de pacientes da capital e de vários municípios. Eu agradeço a Deus pela oportunidade de ajudar o povo do Acre a ter o melhor atendimento para os pacientes renais crônicos” – disse.

Dona Nilcilene Souza da Silva, é de Capixaba, e vem a Rio Branco três vezes por semana para a realização da hemodiálise. Ela relata que o atendimento em um ambiente exclusivo para pacientes renais é muito melhor. “Quando era lá na Nefro, na Fundação, o astral da gente era lá embaixo, era muito triste vendo aquilo tudo com as outras pessoas doentes. Aqui é 100% melhor. O pessoal aqui cuida da gente como se fossemos da família.” – relatou.

“A habilitação é uma conquista, com o apoio do deputado Alan Rick, que nos deixou muito felizes. Traz uma segurança a mais para a nossa unidade de nefrologia e para os nossos pacientes SUS.” – declarou o nefrologista Ricardo Sena, responsável técnico pela clínica.

O Ministério da Saúde começará a realizar os repasses a partir da publicação da portaria, que regulamenta a transferência dos recursos para o estado, no Diário Oficial da União.

[Assessoria]

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SAÚDE

SEMSA faz campanha de vacinação contra poliomielite e multivacinas para aumentar a cobertura contra doenças variadas

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A campanha, lançada pelo Ministério da Saúde vai até o dia 9 de setembro e objetiva a atualização da caderneta vacinal de crianças e adolescentes menores de 15 anos. A Prefeitura de Rio Branco, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) disponibiliza a vacina contra a poliomielite e outras vacinas necessárias para complementar o calendário vacinal.

Socorro Martins, coordenadora da Vigilância Epidemiológica, explica que crianças menores de 5 anos, mesmo quem já fez primeira, segunda e terceira dose, precisa retornar à unidade de saúde para fazer uma dose extra vacina contra a poliomielite.

“Existe uma preocupação muito forte da reintrodução desse vírus no nosso país, até porque há mais de cinco anos nós temos coberturas muito baixas. Então, isso abre a possibilidade de retornar o vírus”.

Ainda segundo a coordenadora, a meta mínima é vacinar 95% do grupo alvo.

“Nós temos mais de 30 mil crianças menores de 5 anos para serem vacinadas. Este ano a nossa cobertura está em torno de 40%, quando o Ministério preconiza 95% das crianças vacinadas, então, nós temos uma defasagem muito grande”.

O dia “D” da campanha será 20 de agosto, com todas as vacinas disponíveis em cerca de 45 Unidades de Saúde, por isso Socorro Martins deixa o recado.

“Os pais devem comparecer às unidades com a caderneta de vacinação da criança e do adolescente em mãos. Mesmo quem já tem essas vacinas em dia deve retornar à Unidade de Saúde para se vacinar. Os pais não devem perder essa oportunidade”.,

A ausência da Caderneta de Vacinação não é um impeditivo para se vacinar. A orientação para quem perdeu o documento é procurar o posto de saúde, onde as vacinas foram aplicadas, para resgatar o histórico de imunização e fazer a segunda via.

Sobre a Poliomielite

A poliomielite, também chamada de paralisia infantil, é uma doença contagiosa aguda, causada por um vírus, que pode infectar crianças e adultos. A doença ataca o sistema neurológico afetando o corpo inteiro e pode causar paralisia nos membros inferiores. A vacinação é a única forma de prevenção da doença.

Para a campanha contra a poliomielite, o grupo-alvo são as crianças menores de cinco anos de idade, totalizando mais de 14.3 milhões de pessoas, sendo que as crianças menores de 1 ano deverão ser vacinadas conforme a situação vacinal encontrada para esquema primário. As crianças de 1 a 4 anos deverão ser vacinadas indiscriminadamente com a Vacina Oral Poliomielite (VOP), desde que já tenham recebido as três doses de Vacina Inativada Poliomielite (VIP) do esquema básico.

[Dircom]

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