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POLÍCIA

Condenado por torturar Nego Bau tem recurso negado pela Justiça

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A defesa de Jefson Castro, condenado a cinco anos de prisão pela acusação de torturar o morador de rua Nego Bau, ingressou com um recurso chamado de embargo de declaração, que é usado quando há alguma dúvida, omissão ou contradição em uma decisão judicial.

No documento, o advogado escreveu que a fixação do regime inicial fechado de cumprimento da pena com fundamento 1º, inciso 7º da Lei, 9.455/97 (Lei de Tortura) que estabelece que o condenado por crime previsto nesta Lei, salvo a hipótese do § 2º, iniciará o cumprimento da pena em regime fechado, contradiz o entendimento do Supremo Tribunal de Federal, que declarou a inconstitucionalidade do dispositivo.

No entendimento da defesa deve ser aplicado neste caso o regime semiaberto e que Jefson Castro tem o direito de apelar em liberdade ou com a aplicação de medidas cautelares diversas da prisão.

Ao analisar os embargos de declaração, o Juiz da 3ª Vara Criminal, Raimundo Nonato Costa Maia, escreveu que a decisão contrariou o entendimento do STF. “E para sanar a referida omissão, substitui o artigo anterior pelo 33, inciso 3º, que estabelece o crime de tortura: com o fim de obter informação, declaração ou confissão da vítima ou de terceira pessoa”, diz um dos trechos do magistrado.

Na mesma decisão foi mantida a prisão do mecânico Jefson Castro da Silva Ferreira. Para o magistrado o regime mais gravoso da pena, no caso a prisão, justifica-se pela crueldade elevado do réu, que decepou o dedo da vítima com um terçado e ainda a constrangeu a pegar o dedo, segurar e mostrar para o vídeo que estava sendo gravado.

O magistrado destacou ainda, que não assiste razão à defesa em requerer a modificação para o regime semiaberto e a concessão de apelar em liberdade.

No último dia 29, Jefson Castro foi condenado a 5 anos de prisão pelo crime de tortura contra o morador de Rua Renan Almeida de Souza, que era conhecido como Nego Bau.

A defesa ainda pode recorrer à Câmara Criminal do Tribunal do Justiça. O Ministério Público do Acre já ingressou com uma apelação criminal para aumentar a pena de Jefson Castro. O recurso ainda será analisado pelo TJ.

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POLÍCIA

Identificada mulher que deu golpe de R$ 10 mil em idosa na capital

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia da 2ª Regional, identificou uma mulher que subtraiu de uma idosa a quantia de dez mil reais.

Os investigadores receberam a idosa M.C.F. P., de 68 anos, que compareceu na delegacia solicitando ajuda, pois havia sido subtraído de sua conta aproximadamente R$ 10.000,00 (dez mil reais) sem seu conhecimento.

A partir daí a idosa teve um atendimento especializado e preferencial, tendo seu caso resolvido em menos de uma semana.

O trabalho investigativo identificou a autora M.A.C.M., de 43 anos, que havia subtraído o valor tratando-se de uma ex-funcionária do Centro de Referência em Assistência Social-CRAS, que havia atendido a vítima há tempos.

Em posse do cartão e senha da conta da idosa a mulher que prestava assistência a vítima e gozava da confiança dela, realizou o saque bancário.

Segundo o Delegado Samuel Mendes, titular da delegacia da Segunda regional, a autora foi identificada e, em seu interrogatório, confessou a autoria do delito, bem como, efetuou na delegacia a devolução do dinheiro da vítima, quantia aproximada de R$ 10.000,00 (dez mil reais).

“As investigações irão continuar para que seja verificado se houve apenas furto, ou crimes previstos no estatuto do idoso. Caso constatado crime específico do estatuto do idoso, a investigação será direcionada à Delegacia de Atendimento ao Idoso (DAI) onde a vítima terá um atendimento especializado e direcionado para apuração destes delitos específicos”, finalizou o Delegado Samuel.

[Ascom/PCAC]

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POLÍCIA

Justiça mantém prisão preventiva de homem preso com 18 kg de cocaína no Bujari

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O Juízo da Vara Criminal do Bujari negou o pedido de liberdade provisória formulado em Habeas Corpus (HC) e manteve a custódia preventiva de um homem acusado do crime de tráfico de drogas, na sede daquele município.

A decisão, do juiz de Direito titular da unidade judiciária, Manoel Pedroga, publicada na edição nº 7.121 do Diário da Justiça eletrônico (DJe), desta segunda-feira, 08, considerou que não há ilegalidade na decretação da medida excepcional, nem tampouco na sua manutenção para garantia da ordem pública, devendo a decisão ser mantida pelos próprios fundamentos.

Entenda o caso

De acordo com os autos do processo, o acusado foi denunciado, juntamente com outro homem, por tráfico de drogas. A dupla foi flagrada, no último mês de junho, em posse de 18 Kg de material entorpecente, o qual testou positivo para cocaína.

Apesar do réu ser primário e possuir residência fixa, em razão da alta quantidade de droga e da periculosidade do acusado, a prisão em flagrante foi convertida em preventiva para, entre outros, garantir a ordem pública.

Inconformada, a defesa do acusado apresentou HC com pedido de liberdade provisória, sustentando, em síntese, que há, no caso, “flagrante ilegalidade” na prisão do denunciado. Nesse sentido, foi requerida a soltura do réu com a decretação de medidas cautelares diversas da prisão.

Decisão

Ao apreciar o recurso, o Juízo da Vara Criminal da Comarca do Bujari entendeu que, contrariamente ao alegado pela defesa, não há ilegalidade na manutenção da custódia preventiva, uma vez que há “prova da existência do crime e indícios suficientes de autoria”, fazendo-se, ainda, necessário acautelar a ordem pública.

“Verifico que os requisitos que autorizaram sua custódia cautelar, entre eles, o da garantia da ordem pública, ainda devem ser observados no presente momento processual, uma vez que foi apreendida uma grande quantidade de entorpecentes em seu poder”, registrou o juiz de Direito Manoel Pedroga.

O magistrado também considerou ser inviável a aplicação de medidas cautelares diversas da prisão “no presente momento processual, haja vista que a periculosidade do requerente evidencia que a ordem pública não estaria garantida com sua soltura”.

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POLÍCIA

Marechal Thaumaturgo: quatro peruanos são presos com 9 kg de maconha

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No início da tarde desta segunda-feira, 15, uma ação integrada entre a Polícia Civil e Polícia Militar em Marechal Thaumaturgo prendeu quatro homens em posse de 9kg de entorpecente (Maconha) que estavam dentro de quartos alugados em uma hospedaria. O entorpecente, com pesagem de 9kg, tinha como destino final a cidade de Cruzeiro do Sul e iria abastecer pontos de vendas na cidade.

Os presos I. A. A. L., de 35 anos, S. A. H., de 57 anos, A.  A.  Q., de 22 anos, e L. M. L., de 40 anos, todos de nacionalidade Peruana, foram capturados após trabalho investigativo da Polícia Civil que constatou que o bando estava hospedado em uma pensão em posse do entorpecente. A ação da Polícia Civil e da Polícia Militar, após buscas no local, encontraram a droga que estava escondida em dois quartos.

Foi dado voz de prisão ao bando que foi conduzido à Delegacia Geral do município para lavratura de auto de prisão em flagrante e em seguida colocados à disposição da justiça onde irão responder pelos crimes de integrar organização criminosa, tráfico e associação para o tráfico de drogas.

[Ascom/PCAC]

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