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CULTURA

Cartunista Enilson Amorim lança a segunda edição de “Clarinha e o Boto”

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O cartunista Enilson Amorim lança dia 19 de abril às 9 horas da manhã na Livraria Paim, a segunda edição do livro “Clarinha e o Boto”. A obra escrita e ilustrada pelo desenhista é um dos contos infantis que mais encantou a criançada depois de Mapinguari a Lenda. O livro está sendo financiado pela Lei Aldir Blanc, Governo Federal através da Fundação Elias Mansour- FEM e Governo do Acre e conta com apoio da Livraria Paim e da Academia Acreana de Letras-AAL.


Segundo o escritor que também é membro da Academia Acreana de Letras, “este é um momento bastante gracioso em minha vida, pois estou colocando à disposição através deste projeto, cerca de 100 exemplares para serem distribuídos nas Bibliotecas e demais pontos de leitura de nossa capital, afim de incentivar nossas crianças a conhecerem de forma mais lúdica e divertida um pouco de nosso folclore local, pois esta segunda edição, além das páginas ganharem uma gramatura de capa mais resistente, surgiram também novos desenhos e um colorido ainda mais atrativo que as crianças vão amar”. Finalizou o artista, tido como a maior referência do folclore acreano na literatura infantil.
A OBRA


O livro narra a história de um pescador chamado José que tem sua filha raptada por um garotinho vestido de branco que leva a menina para as profundezas do Rio Acre visando mostrar o quanto as mães peixes ficam triste ao verem seus filhotes sendo capturados pelos pescadores em época de reprodução dos peixes (DESOVAS). Diante do acontecido, o velho pescador pede ajuda da índia Iara para conseguir sua filha amada de volta pra casa. A história é repleta de muito mistério, afetividade e magia.
O AUTOR
Enilson Amorim é autor de vários livros que de forma lúdica conta as lendas dos povos da floresta. O artista nascido em 1974 em Rio Branco Acre. É filho de migrantes nordestinos. Começou a trabalhar na imprensa acreana aos 17 anos no jornal ‘‘O Rio Branco’’ em 1995, local onde permaneceu exercendo a função de chargista durante oito anos. Por lá, idealizou com o editor Zacarias Pena Verde, um caderno infantil intitulado ‘‘O Riobranquinho’’, onde criava quadrinhos do Mapinguari e Curupira, diversificando ainda mais o conteúdo daquele matutino. Mas tarde, o jornalista foi trabalhar no periódico ‘A Tribuna’’, onde permaneceu como diagramador e caricaturista durante sete anos.
A carreira de Amorim foi marcada por inúmeras premiações locais e nacionais, tornando-se um dos mais renomados artistas de seu tempo e ainda um dos mais requisitados em terras acreanas. Atualmente, Amorim é graduado em História, possui uma especialização em docência em ensino superior, e é membro da Academia Acreana de Letras-AAL sendo o titular da cadeira de número 07 e o segundo cartunista a assumir uma das cadeiras da AAL depois de Hélio Guimarães Cardoni. Recentemente, está trabalhando com projetos literários que visam resgatar a cultura local e aplicá-las exclusivamente para o público infantil. (Assessoria)

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Os Descordantes anunciam um novo single: “E Agora”

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Quase 4 anos após o último lançamento de inéditas com o álbum Quietude, Os Descordantes anunciam um novo single: “E Agora”. A banda, atualmente composta por Dito, Saulo e Heriko, anunciará oficialmente hoje (12), a data de lançamento da música no Instagram oficial do trio.

Um dia após uma Live beneficente, Dito, ao falar com o Acrenews, deu um contexto ao novo single:

“Gravamos essa faixa no final de 2017. A banda continua inativa, principalmente por conta da pandemia. A gente não pensa em gravar mais material inédito por enquanto. Essa faixa estava guardada e vamos lançar pra matarmos a saudade de nos reconhecermos quanto artistas, pra matar a saudade de quem gosta da banda e também porque a música tá bem bonita e merecia ver a luz do dia!”

A faixa será lançada no dia 11 de junho, data em que comemoram 4 anos de lançamento do seu último disco de inéditas, Quietude.

Saulo, Dito e Heriko – Os Descordantes

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Delegado de polícia do Acre lança livro contando sua história por meio de live nesta quarta, 12

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O livro trata da trajetória do autor que foi estudar direito aos 45 anos e fazer concurso para o cargo de Delegado de Polícia Civil depois dos 50 anos, sendo que tomou posse no cargo aos 55 anos no Estado do Acre. Atualmente é Delegado na Primeira Delegacia de Rio Branco, no bairro Sobral. É mestre em Direito Ambiental e Políticas Públicas.

A mensagem do livro é: VOCÊ TAMBÉM PODE, SÓ DEPENDE DE VOCÊ.

DEPOIS DOS 45 – NA PRORROGAÇÃO narra a história de uma pessoa determinada e confiante de que a caminhada é segura e vai dar certo. Mostra a possibilidade de ser possível buscar os sonhos a qualquer momento, sendo à vontade o aspecto determinante.

O livro, nos limites de uma ficção, expõe a firmeza com que o autor percorreu a sua senda numa certeza ímpar de que estava da rota certa ao fazer a opção de estudar depois dos 45 anos. Contudo já quero deixar claro que o livro não é um conto, é uma história real de um homem de carne e osso, certamente com uma mente diferenciada. Um nordestino destemido, que nasceu no interior do Maranhão, passou pelo Piauí e atualmente vive no Acre.

Judson Barros logrou êxito em diversos concursos depois dos 45 anos. Dentre os cargos que ocupou, podemos citar o de analista do Ministério Público do Amapá, analista da Defensoria Pública da União e professor da Universidade Federal do Amapá, onde cursou mestrado em Direito Ambiental e Políticas Públicas. Tudo sem a necessidade de apadrinhamento, a troco de uma única receita: a confiança e a dedicação misturadas com a paciência.

Depois dos 50 anos resolveu ser Delegado de Polícia e conseguiu aprovação para o cargo no Acre e no Piauí. Esses Estados promoveram ações administrativas e judiciais, que beiram a irracionalidade, no sentido de não permitir que o autor efetivasse o seu intento. Assim, depois de aprovado nos concursos, foi obrigado a encarar uma insana demanda judicial contra esses Estados para garantir o seu direito.

Situações de tamanha discriminação não é compatível com o Estado Democrático de Direito, sobretudo porque se mostra sem respaldo constitucional. Mas o homem venceu de novo. E nesse ponto é importante que se observe a disposição de quem não retrocede porque um obstáculo foi armado a sua frente, pois a vontade de vencer está acima de eventuais perseguições descabidas.

O Estado não pode ser um ente discriminador sem propósito e sem base jurídica, antes deve promover a igualdade entre os cidadãos. O autor deixa claro que a etariofobia é tão violenta quanto o racismo e a homofobia.

É ao mesmo tempo uma história de superação e quebra de paradigmas. Num momento em que a grande maioria das pessoas entende não ser mais possível realizar as aspirações, Judson Barros resolveu cursar uma faculdade e reescrever a sua história de vida. O livro mostra como foi esse processo de reconstrução.

Importante aspecto do livro é mostrar para os leitores que o tempo e hora quem define é cada pessoa, nos limites de sua consciência. Que a questão da idade não tem qualquer importância. Que a hora de fazer é a hora que se resolve fazer. Ter 50, 60 ou 70 anos é de total irrelevância.

É um escrito que leva o leitor a reflexões, pois mostra a necessidade de mudanças de comportamento, de modo que se possa alcançar os objetivos planejados. Em um jogo, com preleção, primeiro tempo, intervalo, segundo tempo e prorrogação, o leitor irá entender como o autor, na sua experiência de vida, traçou e chegou aos seus objetivos.

Certamente que a história de Judson Barros pode servir como um norte, mas cada um terá o seu próprio modo de fazer e seguir na sua própria trilha.

O livro ainda mostra a sua relação familiar. O amor entre ele e seus filhos, Isis Valentina de Judson, Indira Maria e Judson Luís. Explica a valiosa importância da sua esposa Missy-Lany ao lhe dar apoio incondicional para que a caminhada se tornasse mais leve e possível. O imenso amor que conduziu a relação com a sua mãe Dica é outra faceta do autor que emociona.

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Um dos papas da fotografia no Acre, Marcos Vicentti ministrará curso com vagas limitadas até final de maio

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O fotojornalista Marcos Vicentti, acreano do pé rachado cuja obra ganhou o mundo, vai aplicar ainda nesse mês de maio um curso para curiosos dessa arte. Com bagagem internacional, Vicentti ganhou boa parte dos prêmios disputados no estado.

O curso acontecerá nos dias 29 e 30 de maio, no horário de 8:30h às 12h e 14h às 17h. Com faixa etária a partir de 14 anos e carga horária de 16 horas. As vagas são limitadas a 10 participantes. E tem pré-requisito: ter uma câmera semiprofissional ou profissional.

Para mais informações, entre em contato pelo número (68) 98421-9899.

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