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Depasa implanta bombas flutuantes para evitar desabastecimento devido a seca do rio Acre

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G1 Acre | Foto: Ana Paula Xavier/Rede Amazônica Acre

Com a capital acreana já enfrentando uma seca severa do Rio Acre, o Departamento de Água e Saneamento do Acre (Depasa) já utiliza bombas flutuantes para evitar o desabastecimento de água. Nesta terça-feira (20), o Rio Acre marcou 1,96 metro.

Sem chuvas, a Defesa Civil Municipal também se prepara para abastecer comunidades que dependem de poço artesiano com carros-pipa.

Em entrevista à Rede Amazônica Acre, o diretor de operacional do Depasa, Alan Ferraz, explicou que as bombas foram instaladas ao longo do ano para a utilização no período de seca. As equipes instalaram três conjuntos de motobomba, que jogam 990 litros para serem tratados.

“A medida que sempre fazemos é que nossa equipe sempre faz a manutenção preventiva na parte mecânica, elétrica e mantendo o equipamento no melhor possível do abastecimento”, frisou.

Ferraz falou também que mesmo com todos os cuidados, há o risco de a capital acreana ficar sem água.

“Nesse período não é fácil buscar água no rio, fica muito baixo, a dificuldade de trazer água é maior, os conjuntos motobomba precisam ser muito bons para manter essa vazão, mas acaba baixando essa vazão e pedimos que a população tente não desperdiçar água porque está difícil fazer a água chegar até o usuário nessa época”, reforçou.

O diretor falou também que o Depasa vai continuar usando bomba flutuante após o período de estiagem. Mesmo com o baixo nível, ele garante que a vazão está sendo mantida e o plano de distribuição segue normal.

“Essa bomba, na verdade, vamos deixar definitivamente. O que trabalhamos agora é com os inversores de frequência, que quando o rio vai subindo vamos mudando a rotação e forçando menos ela”, concluiu.

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INTERIOR

Em Cruzeiro do Sul, presídio intensifica oferta de oficinas profissionalizantes visando diminuir a reincidência criminal  

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Com 718 pessoas reclusas, em regime inicial fechado, o presídio Manoel Neri da Silva, em Cruzeiro do Sul, revela uma realidade alentadora para o sistema prisional. Desse total, pelo menos 62 dos que estão remindo (abreviando o tempo de cumprimento da pena privativa de liberdade pelo trabalho ou estudo) suas penas frequentam oficinas profissionalizantes de marcenaria, mecânica, horta, casa de farinha e dick, naquela unidade prisional. 

A constatação é do secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), coronel Paulo Cézar Rocha dos Santos, que aproveitou sua estada no Vale do Juruá, nesta segunda-feira, 27, para a entrega do novo prédio do Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), em Cruzeiro do Sul, e o lançamento do Projeto SUAT, para crianças e adolescentes daquela região, para realizar uma visita técnica ao presídio.

Na ocasião, o titular da Sejusp, ao parabenizar o diretor do presídio, Elves Barros, pelo trabalho ali desenvolvido, destacou a importância do trabalho para a ressocialização do apenado, asseverando que “as atividades laborais executadas na Unidade garantem uma porta aberta à liberdade com dignidade por meio do trabalho”.

Para a visita, o secretário Paulo Cézar esteve acompanhado do diretor de operações da Sejus, coronel Ulysses Araújo, do coordenador do Gefron, coronel a Glayson Dantas, e do coordenador da Sejusp no Juruá, coronel James Clei, que asseverou ser “esse trabalho de ressocialização bem forte em Cruzeiro do Sul”, debitando tal avanço “aos policiais penais e também ao Governo do Estado, que faz investimentos nas nossas unidades penitenciárias.”

“Geralmente esses presos não retornam para a unidade quando saem, eles voltam para seus familiares e são reintegrados de uma forma mais tranquila para a sociedade, procuram trabalho para sustentar a família”, completou o coronel James.  

Mais agenda

Ainda no vale do Juruá, o secretário de Segurança Pública também realizou visita técnica às obras de construção do Centro Integrado de Segurança Pública e Cidadania (CISPC), no município de Mâncio Lima, e da academia no 6º BPM, em Cruzeiro do Sul, que fazem parte do pacote de obras da Sejusp que estão em execução naquela região. 

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Morre de câncer um dos oficiais da reserva da Polícia Militar do Acre; comando emite nota

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NOTA DE FALECIMENTO

O Comandante-Geral da Polícia Militar do Acre (PMAC), oficiais, praças e servidores civis, manifestam o mais profundo pesar pelo falecimento do Capitão Reformado Luiz Alberto Rodrigues Maia, aos 60 anos, ocorrido por volta das 22h desta terça-feira, 28, no Hospital do Amor, em Porto Velho.

O corpo do oficial da Polícia Militar será transladado para a cidade de Rio Branco nesta quarta-feira, 29 de junho. O sepultamento ocorrerá no Cemitério Morada da Paz, na quinta-feira,30 (amanhã).

O capitão L. Maia, como era conhecido na tropa, ingressou nas fileiras da Polícia Militar do Acre em 1º de outubro de 1982 e serviu a corporação até o ano 2014, quando foi reformado, dedicando mais de 30 anos de serviços em prol da segurança pública do Acre.

Neste momento de grande tristeza e dor, expressamos as nossas mais sinceras condolências e rogamos a Deus que traga conforto necessário aos familiares enlutados, para que possam enfrentar com serenidade a imensurável perda de seu ente querido.

Disse-lhe Jesus: “Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim ainda que morto viverá. E todo aquele que vive e crê em mim, jamais morrerá.” (João 11:25-26).

Rio Branco-AC, 29 de junho de 2022.

Paulo César Gomes da Silva – Coronel PM
Comandante-Geral da PMAC

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POLÍCIA

Rio Branco registra a maior redução de variação de mortes violentas, aponta levantamento

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A cidade de Rio Branco, capital do Estado do Acre, teve a maior queda de redução de Mortes Violentas Intencionais (MVI) dentre todas as capitais, em 2021. Os dados foram retirados da 16ª edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado na última terça-feira (28).

Segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, a categoria mortes violentas intencionais corresponde à soma das vítimas de homicídio doloso (incluindo os feminicídios), latrocínio, lesão corporal seguida de morte e mortes decorrentes de intervenções policiais em serviço e fora (em alguns casos, contabilizadas dentro dos homicídios dolosos).

A categoria MVI representa o total de vítimas de mortes violentas com intencionalidade definida de determinado território. “O número de policiais mortos já está contido no total de homicídios dolosos e é aqui apresentado apenas para mensuração do fenômeno”, explica o documento.

Segundo o documento, a capital do Amapá registrou taxa média de 63,2 mortes violentas por 100 mil habitantes no ano passado. Entre todos os municípios, conforme o anuário, São João do Jaguaribe (CE) é apontada a cidade mais violenta do país, com taxa média de 224 mortes violentas por 100 mil habitantes.

A maior redução na variação (-48%) foi registrada por Rio Branco. A capital do Acre teve queda de 44,5 mortes violentas por mil habitantes em 2020 para 23,1.

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