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POLÍCIA

Polícia prende influenciador digital do crime

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Ascom/Polícia Civil

Ação conjunta entre as delegaciais do Tucumã e de Narcóticos (Denarc) resultou na prisão, nessa quinta-feira, 01, do J. O. de 24 anos, que ostentava em suas redes sociais, mais precisamente no Facebook, seus atos criminosos relacionados ao Tráfico de Drogas.

Nela, na sua “rede”, J.O fazia inúmeros “posts” em alusão ao Tráfico, glamourizando certos valores em dinheiro (possivelmente adquirido com a traficância), posse de entorpecentes e incitação ao crime, com postagens de músicas que faziam alusão a condutas criminosas e “personagens” do crime, como o palhaço (caracterizado no “mundo crime” como símbolo de “matadores de policiais”).

 Tudo isso sendo observado por seus “seguidores”e/ou “amigos”, com direto à interação com o seu “público”, seja com comentários ou “reações”. Em uma de suas postagens ele chegou a apresentar (informar) aos seus “seguidores” e “amigos” o processo de vigilância feito na rua onde mora, feito por meio de um sistema de vídeo monitoramento, instalado na casa localizada em frente a sua, utilizando entorpecentes. A prisão dele foi fruto de uma investigação que perdurou por meses. Ele foi monitorado em sua rua e, claro, nas redes sociais, onde ele ostensivamente fazia alusão às suas práticas delituosas, como postagens de dinheiro, possivelmente adquirido com o Tráfico, uso de entorpecentes, incitação ao crime e demais atos ilícitos sem temer qualquer represália por parte dos órgãos de Segurança Pública e de Justiça”, destacou Igor Brito, delegado titular da delegacia do Tucumã. Preso, ele foi conduzido à delegacia e em seguida colocado a disposição da justica.

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POLÍCIA

Policia Civil do Acre deflagra mais uma fase da operação “Sinapse” apreende arma e prende 5 pessoas

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A Polícia Civil do Acre desencadeou nas primeiras horas da manhã desta terça-feira (13), a Operação “Sinapse”, criada para desarticular células de organização criminosa que vêm agindo em todo o estado.

A ofensiva policial deu cumprimento a cerca de 19 ordens judiciais de prisão e busca e apreensão realizadas na capital Rio Branco, e no município de Bujari e apreendeu uma arma de fogo tipo pistola calibre 380 e prendeu cinco pessoas.

A ação é oriunda de investigação da Delegacia de Repressão as Ações Criminosas Organizadas – DRACO, e contou com a
participação de mais de 60 policiais da Coordenadoria de Recursos Especiais – Core e do Departamento de Polícia da Capital e Interior – DPCI.

A operação aconteceu depois de seis meses de investigação da Polícia Judiciária, que vem monitorando as ações das organizações criminosas que tem agido no Acre.

Operação Sinapse

Sinapse é o elo de ligação entre neurônios onde agem os neurotransmissores (mediadores químicos), transmitindo o impulso nervoso de um neurônio a outro, ou de um neurônio para uma célula muscular ou glandular.

A Polícia Civil busca atingir essa região da organização prendendo membros que agiam como os “neurotransmissores” do bando criminoso.

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POLÍCIA

Ação conjunta das forças de segurança interceptam quase 200 quilos de cocaína na Br-364

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A ação policial foi realizada em conjunto pela Polícia Federal, o 6º Batalhão, o Rotam e o Gefron.
O carregamento da droga, que tinha como destino Rio Branco, era transportado numa caminhonete.
Durante a operação três pessoas foram presas e dois veículos foram apreendidos. “ As forças de segurança estão intensificando as ações de combate ao tráfico de drogas em todas as regiões”, disse o Delegado Rêmullo Diniz, coordenador do Gefron.

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POLÍCIA

Câmara Criminal mantem pena de mais de 400 anos a quarteto envolvido em duplo homicídio

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Na apelação criminal a defesa de três dos quatro envolvidos no duplo homicídio da Praia do Amapá, pediu a anulação, pediu anulação do júri.


Os advogados, argumentaram a ausência de provas e também que a decisão dos jurados foi contaria ao que consta nos autos.


Mas ao analisar o recurso o Desembargador Samoel Evangelista, disse que o conselho de sentença optou por uma das teses que constam no processo.


O voto do relator foi acompanhado pelos outros desembargadores.


Em 14 de dezembro do ano passado, Everton de Assis Melo foi condenado a 91 anos e 4 meses, Gilsicley Ferreira Monteiro a 107 anos e 3 meses, Gabriel de Souza Lima a 107 anos e 3 meses e Ivan de Souza Silva 101 anos e 4 meses.


O quarteto foi considerado culpado pelos os assassinatos dos cunhados: Fernando do Nascimento da Silva e Cristina Reis de Souza.

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