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POLÍCIA

Treze mulheres que entraram na penitenciária Antônio Amaro com documentos falsos são condenadas

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O Juízo da 4ª Vara Criminal da Comarca de Rio Branco julgou e condenou 13 mulheres por falsificação de documento público, para fins de visitação ao presídio de segurança máxima Antônio Amaro.

São elas: Thalia Aguiar Ribeiro, Mírian Chaves Silva, Duana Rocha da Silva, Deyme Magalhães da Costa, Maria Jeane Lima Araújo, Glauciany Alves de Lima, Keli Gomes de Freitas, Lina Kelly Oliveira de Araújo, Lauane Ketlen de Oliveira Pereira, Erica Leite de Souza, Valéria da Silva Andrade, Talia de Freitas Clemente e Juniele Monte Belarmino Galvão.

A sentença, que é assinada pelo juiz de Direito Cloves Ferreira, considerou que a prática criminosa narrada na denúncia restou devidamente comprovada, impondo-se a aplicação da lei.

Entenda o caso

De acordo com os autos do processo, ao todo 31 mulheres tentaram e algumas delas conseguiram ingressar na unidade de segurança máxima utilizando carteiras adulteradas, com códigos de barras semelhantes aos dos documentos fornecidos aos visitantes dos detentos.

As acusadas utilizaram a mesma alegação – a de que o esquema teria sido possível, segundo as acusadas, graças a um suposto funcionário da Oca, que seria o responsável pela fabricação e entregas das carteiras de visitantes.

Todas as rés também afirmaram que não viram o rosto da pessoa no momento da entrega dos documentos falsificados, nem sabem dizer a placa do veículo de cor prata que o suspeito dirigia. Os documentos falsos foram vendidos por valores entre R$ 80,00 (oitenta reais) a R$ 600,00 (seiscentos reais)

Julgadas e condenados

O juiz de Direito Cloves Ferreira, após a instrução do caso, tendo sido garantido às denunciadas o direito à ampla defesa e ao contraditório, entendeu que os crimes restaram comprovados pelas provas materiais e testemunhais juntadas ao caderno processual (os chamados autos do processo).

O magistrado registrou, na sentença, que a Polícia Penal descobriu inicialmente duas carteiras falsas durante a entrada dos visitantes, o que os alertou para a possibilidade de que outras mulheres tivessem utilizado documentos falsificados para ingressar na unidade de segurança máxima.

Após diligências, os agentes constataram mais 29 mulheres com carteiras falsas com o código de barras idêntico e inválido, totalizando 31 pessoas processadas por falsificação de documento público, anotou o juiz de Direito sentenciante.

Cinco das rés foram condenadas a penas individuais de dois anos de detenção. Já outras oito denunciadas deverão cumprir dois anos e seis meses de detenção. Se somadas, as penas totalizam 30 anos de prisão. Também foi decretada a revelia (ausência que resulta na impossibilidade de defesa no processo) de cinco das acusadas, além do desmembramento do feito em relação às demais rés.

Ainda cabe recurso da sentença lançada pela 4ª Vara Criminal da Comarca de Rio Branco.

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POLÍCIA

Polícia Civil mostra balanço das ações desenvolvidas na Delegacia de Epitaciolândia

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Ascom/PCAC

A Polícia Civil, por meio da Delegacia Geral de Epitaciolândia, fez balanço das ações desenvolvidas no município nos seis primeiros meses do ano.

Os trabalhos investigativos resultaram em 45 prisões em flagrante e o cumprimento de 11 mandados de prisão, além da instauração de 181 inquéritos policiais e a conclusão e remessa para o judiciário de 104 inquéritos.

Em seis meses de trabalho, a equipe de agentes de Polícia Civil retirou de circulação 09 armas de fogo, 24.946kg de drogas, além de R$ 3.333,00 (três mil, trezentos e trinta e três reais) entre bens e dinheiro apreendido. O trabalho investigativo ainda resultou em 06 representações por prisão preventiva, 31 medidas protetivas.

O trabalho policial também recuperou 04 veículos produto de furto e apreendeu mais 03 veículos em situações de tráfico de drogas.

A Polícia Civil também realizou 1.920 atendimentos à população de Epitaciolândia, o que demonstra uma instituição atuante em todos os sentidos e sempre na defesa da manutenção da segurança pública.

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POLÍCIA

Cruzeiro do Sul: ação integrada das Forças de Segurança do Acre prende quatro integrantes de facção

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Ascom/PCAC

Nas primeiras horas desta quinta-feira, 05, Forças de segurança composta pelas as Polícias Civil, Militar, Instituto de Administração Penitenciária (IAPEN) e Federal, prenderam quatro membros de organização criminosa em Cruzeiro do Sul durante a segunda fase da “Operação Reditus”.

O trabalho investigativo da Polícia Civil possibilitou a representação por pedido de prisão preventiva dos investigados o que resultou na prisão de quatro pessoas envolvidas em organização criminosa que agia na região do Juruá, nos bairros Cruzeirão, Cohab, São José, Formoso, Escola Técnica, Vila Lagoinha, Vilas Assis Brasil e 25 de agosto. Esses bairros foram identificados como pontos de atuação do bando que foi alvos da primeiras e segunda fase da operação “Reditus”.

De acordo com levantamento realizado pela Polícia Civil, todos eles já possuem passagem pela polícia. O trabalho integrado foi realizado pelas Polícias Civil, Militar, Federal e Instituto de Administração Penitenciaria (IAPEN) o que envolveu cerca de 60 (sessenta) agentes de segurança pública.

O nome da operação “Reditus” vem do Latim e significa regresso tendo em vista que todos os investigados dessa operação já possuem passagem pelo presídio e respondem por procedimento.

Ao término da ação, 04 (quatro) pessoas foram conduzidas à delegacia por cometimento de crimes como: associação criminosa, organização criminosa, tráfico de drogas e associação para o tráfico. Foram presos A. S. O de 25 anos, J. da S. O. de 25 anos, F. P. O. de 22 anos e A. C. O. da S. de 27 anos. Todos com passagem pela polícia e com forte nível hierárquico dentro do conselho e grupo que era o braço direto da organização criminosa.

Na primeira fase da operação “Reditus” que ocorreu em 07 de maio de 2021, foi possível prender 09 pessoas que afazem parte do mesmo grupo criminoso totalizando 13 prisões de membros da mesma organização criminosa que promovia desordem e cometimento de ações delituosas.

O grupo criminoso também era responsável pela autorização e ordenamento de ações de roubo, tráfico de drogas e homicídios. De acordo com investigação da Polícia Civil, o bando planejava ataques a membros da segurança pública, do Poder Judiciário e do Ministério Público.

De acordo com o delegado que coordenou a ação policial, Heverton Carvalho, o trabalho investigativo e o trabalho integrado das forças de segurança possibilitou o êxito da ação policial. 

“A integração das forças de segurança vem possibilitando êxito na prisão de quatro pessoas com envolvimento direto em organização criminosa trafica de drogas e associação para o tráfico. Cumprimos os mandados de prisão preventiva e logrando êxito em neutralizar a ação delituosa desse grupo criminoso”, disse o delegado Heverton Carvalho.

O processo investigativo continuará no sentido de identificar mais pessoas envolvidas em crimes correlatos e representar junto ao poder judiciário pela prisão e responsabilização de dessas pessoas.

Os presos foram encaminhados à delegacia de Polícia Civil do município para procedimento praxe e em seguida colocado à disposição da justiça.

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POLÍCIA

Polícia Civil deflagra operação, prende traficante e desmantela laboratório em Rio Branco e Rondônia

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Ascom/PCAC

A Polícia Civil do Acre, por meio da Delegacia de Repressão a Ações Criminosas Organizadas, na manhã desta quinta-feira, 05/08, cumpriu 9 mandados em diversos pontos de Rio Branco e nas cidades de Porto Velho, Cujubim e Ariquemes em Rondônia.

A ação contou com o apoio do Departamento da Capital e Interior, policiais de outras unidades além da Polícia Civil de Rondônia e decorre de investigação sobre a atuação de determinada facção criminosa com ramificações nos Estados do Acre e Rondônia.

Durante o cumprimento dos mandados foi preso em flagrante o nacional P. R. L., de 22 anos, sendo encontrado no alvo, drogas (maconha e cocaína) e um pequeno laboratório onde era misturada, secada, pesada e embalada para comercialização, além de material para embalagem, balança de precisão e cultivo em um jarro com a planta da espécie cannabis sativa (maconha) além de dois veículos foram sequestrados, um Renault Fluence e um Wolksvagen Golf.

Foram cumpridas ordens de sequestro de dois veículos, além de documentos para prosseguimento da investigação. Ao todo foram cumpridos seis (6) mandados de busca e apreensão, um (1) mandado de prisão preventiva e dois (2) mandados de sequestro.

O nome da operação “Asfixia” tem como significado a dificuldade ou impossibilidade de respirar, que pode levar à anóxia; pode ser causada por estrangulamento, afogamento, inalação de gases tóxicos, obstruções mecânicas ou infecciosas das vias aéreas superiores etc.  Dessa forma, a Policia Civil trabalha como objetivo de coibir as ações criminosas como forma de asfixiar o crime organizado.

O delegado Felipe Martins, titular da DRACO, agradeceu o empenho de todos e afirmou que a investigação continua e outras fases da operação ASFIXIA serão deflagradas em breve.

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