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POLÍTICA

Márcio Bittar chama CPI da Covid de mentirosa: “nasceu com desculpa da vacinação”

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Falando na condição de vice-líder do governo Jair Bolsonaro no Senado Federal, o senador Márcio Bittar (MDB-AC) qualificou a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga possíveis omissões do Governo Federal no combate à pandeia do coronavírus, como a “CPI da Fake News, a CPI que nasceu de uma mentira”. A declaração do senador foi feita ainda na noite desta segunda-feira (05) em entrevista à rede de TV CNN Brasil, em Campo Grande (MS), onde ele cuida de um parente acometido por doença. Bittar vem trabalhando de forma remota a partir do Mato Grosso do Sul.

Márcio Bittar falou sobre os rumos da CPI e dos depoimentos marcados para acontecerem nesta terça-feira (06). Quando indagado pelo jornalismo da emissora sobre o que esperar da CPI, o senador pelo Acre disse o seguinte: “É a primeira entrevista que eu concedo sobre a CPI e eu não poderia começar sem a afirmação de que ela é uma CPI da Mentira. Essa CPI nasceu mentindo. Nasceu dizendo que iria apurar o problema da falta de oxigênio em Manaus. Era uma mentira. A verdade é que os sete senadores que dominam a CPI – e eu quando os assisto me envergonho da ignorância e da truculência porque quando os depoimentos são aquilo que eles não querem ouvir, salta aos olhos que os sete senadores só aceitam e incentivam os depoimentos que estejam alinhados com eles”.

De acordo com o senador, a CPI do Senado é da mentira porque ela, segundo ele, nasce com a desculpa a vacinação e inventar alguma razão para criminalizar o presidente da República. “Mas isso não vai acontecer, porque a política sanitária de combate à doença em execução no país tem também a responsabilidade dos governos estaduais e municipais”, disse.

Márcio Bittar também saiu em defesa do líder do Governo na Câmara, deputado Ricardo Barros (PP-PR), citado como envolvido na aquisição da vacina indiana Covaxin, a preços supermajorados e cujo contrato só não teria sido executado graças às denúncias do deputado Luis Miranda (DEM-DF) e seu irmão Luis Carlos Miranda, servidor do Ministério da Saúde. O deputado Ricardo Barros deve falar na CPI nesta terça-feira (06).

“Eu conheço o deputado Ricardo Barros e tenho certeza de que ele não está envolvido em coisas irregulares. O que existe são ilações. Eu fui relator do Orçamento e, nesta condição, recebi milhares de pessoas interessadas em verbas públicas. Numa dessas reuniões, se houver um mau-caráter, ele sai dizendo que recebeu proposta para alguma irregularidade. Eu sei bem como é isso”, disse o senador.

Para Márcio Bittar, o presidente Jair Bolsonaro tem enfrentado de cabeça erguida e com apoio popular os desafios da pandemia. “Somos o quarto país do mundo em vacinados, avançamos com o PIB, anunciamos investimentos recordes no agronegócio, através do Plano Safra;. Não há tempo a perder”, disse o senador, ao acusar os governadores do chamado Consórcio do Nordeste de serem blindados pelo sete senadores da CPI que são contra o Governo. “Eles compraram respiradores que nunca foram entregues mas a CPI não quer saber disso”, afirmou Bittar.

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POLÍTICA

Vereador Arnaldo Barros cobra presença de intérpretes em órgãos públicos

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Nesta quinta-feira, 05, durante a sessão da Câmara de Vereadores em Rio Branco o vereador Arnaldo Barros (Podemos) cobrou que a secretaria de Saúde insira intérpretes de Libras para auxiliar os surdos-mudos que buscam atendimento nas unidades de Saúde, ele também pediu para que fosse cobrado a mesma eficácia na iniciativa privada.

Já existe uma lei de 2004 e não vem sendo cumprida a presença de um interprete nas unidades de saúde pública e privada para ajudar os surdos-mudos. Quando eles precisam buscar o sistema de Saúde, precisam pagar um intérprete para que sejam entendidos. Faço essa denúncia e cobro da prefeitura um posicionamento”, enfatizou Arnaldo Barros.

O vereador aproveitou e destacou que até na própria Câmara de Vereadores precisa-se melhorar o destaque da intérprete, pois, a mesma encontra-se em um local com pouca iluminação, dificultando assim a visibilidade de quem necessita acompanhar os serviços da Casa.

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INTERIOR

Anel Viário de Brasileia e Epitaciolândia: pilares da ponte ficam prontos até o final do ano

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Agência AC

Maior obra da gestão do governador Gladson Cameli, a construção do anel viário de Brasileia e Epitaciolândia é uma realidade. O futuro contorno da rodovia BR-317, que impactará positivamente cerca de 50 mil habitantes das duas maiores cidade do Alto Acre, segue dentro do cronograma estabelecido e promete movimentar a economia da região, com a geração de emprego e renda.

Construção do anel viário de Brasileia e Epitaciolândia já é realidade. Orçada em R$ 57,5 milhões, obra é a maior em execução na gestão de Gladson Cameli. Foto: Diego Gurgel/Secom

A obra é executada pelo Departamento de Estradas de Rodagem do Acre (Deracre), em parceria com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), por meio do consórcio formado pelas construtoras Cidade, CZS e Meta. O investimento total é de R$ 60,4 milhões, com previsão de entrega até o fim de 2022.

O anel viário terá extensão de 10,3 quilômetros, contemplando ainda uma nova ponte sobre o Rio Acre. Com 251,5 metros de cumprimento, os trabalhos para a construção da estrutura estão em andamento. Nesta etapa, além do rebaixamento do terreno e das escavações necessárias para a construção das fundações e pilares, o canteiro de obras está em fase final de implantação.

Local onde está sendo construída a ponte. Nesta etapa, trabalhos se concentram no rebaixamento do terreno e escavações para construção das fundações e pilares da estrutura. Foto: Cedida

Orçada em R$ 18,6 milhões, a ponte deverá consumir cerca de 550 toneladas de aço e 5,5 mil metros cúbicos de concreto. Segundo Eduardo Brito, gerente de contratos da Construtora Cidade, empresa responsável pela estrutura, a meta é concluir o levantamento das fundações e pilares até o próximo mês de dezembro.

“O nosso principal desafio nesta obra é com o curto período sem chuvas na região. Até o fim deste ano, queremos acelerar o máximo possível na parte de fundações e pilares, para que possamos cumprir o cronograma e entregar a ponte concluída em dezembro de 2022”, argumentou.

A técnica empregada na construção da ponte será a de balanço sucessivo. Nesse sistema, a estrutura não precisa de escoramentos, sendo possível avançar a obra a partir dos dois pilares principais erguidos em cada margem do rio. O método é considerado bastante seguro e é muito utilizado na engenharia.

Perspectiva da futura ponte sobre o Rio Acre, que integrará o contorno rodoviário da BR-317. Foto: Reprodução

Nos próximos dias, duas frentes de serviço estarão iniciando as obras do novo traçado da BR-317. Em Epitaciolândia, o anel viário terá 6,12 quilômetros e em Brasileia serão 4,18 quilômetros. A estrada contará com duas pistas de rolamento e acostamento.

Atualmente, 25 operários trabalham na construção ponte. A partir de setembro, o número deve aumentar. Quando estiver em seu auge, previsto para o segundo semestre de 2022, todo o complexo rodoviário empregará cerca de 200 pessoas. A mão de obra local terá prioridade na contratação.

No auge da obra do anel viário, previsto para o segundo semestre de 2022, empreendimento deverá contar com a força de trabalho de 200 operários. Foto: Diego Gurgel/Secom

Desenvolver o Acre é um dos pilares da administração do governador Gladson Cameli. Segundo o chefe de Estado, o anel viário terá relevante contribuição no progresso da região do Alto Acre e resolve uma demanda histórica dos moradores de Brasileia e Epitaciolândia.

“Esse contorno rodoviário é o último gargalo a ser superado naquilo que chamo de ‘segundo Canal do Panamá’, que é a união do Atlântico com o Pacífico. Todo o fluxo pesado de caminhões e carretas não passará mais pela zona urbana, melhorando a segurança e fluidez do trânsito nas duas cidades. Estamos preparando o Acre do futuro, com mais oportunidade para todos. Essa é uma obra histórica e, se Deus quiser, vamos transformar esse sonho em realidade para a população”, declarou.

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ACRE

Cidades com mais de 250 mil habitantes, Estados e DF têm até amanhã, 6, para enviar respostas à Pesquisa Nacional de Mobilidade Urbana

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Marcelo Gomes para o AcreNews

Termina amanhã, 6 de agosto, o prazo para resposta à Pesquisa Nacional de Mobilidade Urbana, a Pemob. Devem preencher o formulário as cidades com mais de 250 mil habitantes, os 26 Estados e o Distrito Federal. O estudo está sendo coordenado pelo Governo Federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento Regional, o MDR.

Fernanda Barbosa, assessora técnica do Departamento de Projetos de Mobilidade e Serviços Urbanos do MDR, explica a importância das informações para o desenvolvimento de políticas públicas eficientes para o setor.

“Essas informações são muito importantes para o MDR porque auxiliarão na construção do Sistema Nacional de Informações em Mobilidade e farão parte também do diagnóstico do setor no País. Por isso fiquem atentos, porque o prazo se encerra na próxima sexta-feira, 6 de agosto.”

A Pesquisa Nacional de Mobilidade Urbana busca aperfeiçoar as políticas públicas de mobilidade urbana desenvolvidas pelo Governo Federal. O estudo identifica, entre outras informações, a qualidade dos serviços de transporte público coletivo, as fontes de receita, inovações tecnológicas e o uso de fontes de energia menos poluentes.

Para saber mais sobre ações de mobilidade urbana do Ministério do Desenvolvimento Regional, acesse mdr.gov.br.

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