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POLÍCIA

Sargento Brandão, que matou amante grávida, tem pena de 27 anos mantida pela Justiça

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A Câmara Criminal do Tribunal de Justiça manteve a pena do sargento da reserva da PM José Eronilson da Silva Brandão, condenado pela morte da amante Guiomar de Souza Rodrigues. A defesa do militar ingressou com um recurso pedindo a anulação do júri que sentenciou o policial a 27 anos 6 meses e 6 dias.

Na apelação criminal, o advogado Mário Rosas alegou censura da magistrada que presidiu o julgamento e violação aos princípios do contraditório e da ampla defesa. Outro questionamento foram as interrupções do promotor de justiça, classificadas de indevidas e não fundamentadas.

Mas ao analisar o pedido, o relator Pedro Ranzi disse, em um dos trechos da decisão, que “não se acolhe alegação de nulidade por cerceamento de defesa, em função do indeferimento de diligências requeridas pela defesa”. O relator ainda afirmou que o magistrado destinatário final das provas, pode, de maneira fundamentada, indeferir a realização de diligências que considerar protelatórias ou desnecessárias. O voto do relatar foi acompanhado pelos outros membros da Câmara criminal.

Com a decisão, o júri que sentenciou José Eronilson Brandão a 27 anos 6 meses e 6 dias foi mantido em segundo grau.

O policial militar foi condenado pela morte de Guiomar de Souza Rodrigues, com quem mantinha um caso extraconjugal. O crime ocorreu no dia 1º de dezembro de 2018 dentro do carro do réu, no Bairro 6 de agosto.

Consta na denúncia que a vítima foi morta por asfixia mecânica. O militar teria utilizado uma corda para matar Guiomar e depois desovado o corpo no ramal do Sinteac. Para dificultar as provas, ainda colocou o símbolo de uma organização criminosa em toalha e deixou sobre o cadáver, caracterizando a fraude processual.

O crime teria sido cometido após o acusado descobrir que a vítima estava grávida.

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POLÍCIA

Indígena morre afogada no Rio Purus em Santa Rosa

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A indígena Fátima Raquira Kulina, de 35 anos, foi vítima de afogamento. O caso ocorreu na tarde desta quarta-feira, 26, na zona rural do município de Santa Rosa do Purus.

Segundo informações, Fátima Kulina tinha saído de casa para tomar banho no Rio Purus, mas como a mulher demorou para retornar à residência, o marido, Luiz Moura, decidiu ir até margem do Rio. No local mergulhou e encontrou o corpo da mulher.

Na sequência o marido da vítima entrou em contato com o Prefeito de Santa Rosa, que acionou a Polícia Militar. O cadáver foi resgatado e levado ao Hospital da cidade. O médico plantonista confirmou o óbito e liberou o corpo de Fátima para a família.

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POLÍCIA

Feijó: R$ 14 mil e mais de 1 kg de cocaína são apreendidos em área de mata

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Ascom/PCAC

Na tarde desta quarta-feira, 26, a Polícia Civil no município de Feijó, apreendeu em uma região floresta 1,180 kg de cocaína e R$14.000,00 (quatorze mil reais). O trabalho investigativo da equipe da Polícia Civil de Feijó em parceria com a Divisão Especializada em Investigação Criminal (Deic), localizou o entorpecente e o dinheiro que estavam enterrados em uma região de mata, na zona rural da cidade.

“A droga era embalada dentro da mata, longe dos olhos da polícia, mas pautando as ações num trabalho de inteligência, a polícia civil não mediu esforços para retirar de circulação a cocaína apreendida, que de acordo com a média de preço, causou um prejuízo de mais de R$ 41.000,00 (quarenta e um mil reais) aos criminosos”, destaca o Delegado de Feijó, Railson Ferreira.

A Polícia Civil segue com as investigações para identificar o proprietário da droga e consequentemente sua responsabilização.

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POLÍCIA

Assassinato de tia em Feijó não tem relação com rituais satânicos

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A morte da lojista Maria Antonieta de Souza Abreu, de 39 anos, não está relacionada a rituais satânicos. A confirmação foi dada pelo delegado responsável pelo inquérito, Railson Ferreira. “A Polícia Civil fez um levantamento minucioso deste caso. Não existe um único indicio de rituais. O crime foi passional”, disse o delegado.

Na tarde desta quarta-feira, 26, a adolescente de 14 anos chegou na Pousada Mocinha Magalhães, localizada no Bairro Florestal Sul, em Rio Branco. O mandado de internação provisória foi decretado no período da manhã pela Justiça.

A partir de agora a Polícia Civil terá o prazo de 10 dias para finalizar o inquérito. Só após a conclusão do procedimento a Justiça vai decidir qual será o tempo de internação da adolescente.

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