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Símbolo das gestões do PT, líder comunitário “Panelada” está internado em estado grave

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O cearense José Bernardo Souza Filho, de 76 anos, que mora no Acre há mais de 30 anos e onde é conhecido como “Panelada”, está internado em estado grave no leito 203 do Hospital do Idoso. Depois de vencer um câncer na boca, mesmo saindo com sequelas, ele agora encara uma infecção que tem preocupado os médicos. A informação vem de amigos do “Panelada”, que estão fazendo uma campanha nas redes sociais para ajudar o companheiro.

José Bernardo “Panelada” é um nordestino que escolheu o Acre como sua terra ao chegar aqui nos anos 1980, trazido por empresas da construção civil. Além de bom ferreiro e melhor ainda como cozinheiro, é um artista de primeira linha. Toca, canta e compõe como poucos. Inclusive tem hinos que são ouvidos no Brasil inteiro cuja letra é sua autoria. Mais que isso, “Panelada” se envolveu no movimento comunitário. Foi uma liderança nos momentos mais marcantes das associações de moradores de Rio Branco.

Internado no Hospital do Idoso, anexo a Fundação Hospitalar, “Panelada” luta contra uma infecção cuja agressividade tem feito os amigos pedirem oração. “Temos uma saída para o ‘Panelada’, a oração. Mas Deus faz o milagre”, diz o amigo de movimentos comunitários, Vagno Rodrigues.

CONTATOS

Para ajudar o “Panelada” os contatos são os seguintes: 99962-3273, Jean, filho; 99223-0546, Vagno, amigo; ou ainda o PIX 56468059291

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REGIONAL

Moradores denunciam extração ilegal de areia no Rio Purus, município de Pauini, Amazonas

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Evandro Cordeiro

No final da tarde deste domingo (7) componentes de um grupo de WhatsApp da cidade de Pauini, no Sul do Amazonas, denunciaram que veículos da prefeitura da cidade estariam extraindo areia de forma ilegal no rio Purus, prática considerada crime ambiental.

A lei 8.176/91 em seu artigo 55 e a lei 9.605/98 configuram dois tipos de crime para a prática de extrair areia sem possuir licença.

Segundo informações, uma empresa do município é detentora da licença e, portanto, o que os funcionários do Executivo ou algum apadrinhado político de Renato Afonso, atual prefeito, estão fazendo é crime previsto em lei.

Afonso é irmão do deputado estadual e candidato à reeleição, Adjuto Afonso.

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ACRE

Estado recupera mais de 700 quilômetros de ramais em Rio Branco em 2022

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O Estado, por meio do Departamento de Estradas de Rodagem do Acre (Deracre), tem trabalhado na recuperação das estradas vicinais. A presença da autarquia nos ramais da cidade possibilitou a recuperação de mais 700 quilômetros de ramais.

“Garantir a trafegabilidade nos ramais do Acre tem sido nosso objetivo, bem como também de atender os pedidos dos produtores agrícolas. A marca demonstra mais um compromisso do Estado em melhorar os ramais da zona rural de Rio Branco”, relatou o presidente do Deracre, Petronio Antunes.

De acordo com o diretor de Desenvolvimento Regional do órgão, Tony Roque, o Estado tem garantido melhorias na trafegabilidade do produtor rural na região. “O Estado tem dado assistência às famílias nas estradas vicinais de Rio Branco, levando mais acesso e dignidade para a população da zona rural”, destacou.

Os trabalhadores têm executado serviços de recuperação, melhoramento e restauração dos ramais, no intuito de facilitar o escoamento da produção agrícola e garantir o deslocamento dos moradores na região.

O programa Ramais do Acre é uma iniciativa do Estado, em parceria com as prefeituras, para o melhoramento e recuperação de estradas vicinais.

O objetivo é criar condições necessárias para o fortalecimento do agronegócio, escoamento da produção agrícola e garantir o acesso das comunidades aos meios urbanos e a benefícios como educação e saúde.

[Ascom]

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ACRE

Jornalista César Negreiros chega na parte três de sua crônica sobre a morte anunciada do coronel Plácido de Castro

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CRÔNICA DE UMA MORTE ANUNCIADA

César Negreiros

O comerciante Antônio da Silva Rebelo, sócio do estabelecimento comercial, aproximou-se da mesa do coronel Plácido de Castro para contar que o sub-delegado Alexandrino José da Silva tinha passado pelo local na noite anterior, completamente embriagado na companhia do tenente Luiz Sombra. Sem titubear, ele chegou e declarou que “o prefeito lhe dera carta branca para liquidar o dono do seringal Capatará, contanto que fosse fora da cidade”, revelou o médico cearense, no seu livro de memórias. Em seguida, o escritor cearense relata que ao meio dia daquele fatídico 8 de agosto de 1908, saiu da Empresa, Alexandrino com o seu bando de jagunços com destino ao seringal Flor-do-Ouro’. “À tarde, partiram de volta Plácido de Castro e seu irmão Genésio, na companhia do promotor público Barros Campelo e do advogado José Alves Maia, que tinham sido convidados para convalescer nos campos de Esperança, em Capatará”, revela Dr. Esperidião Queiroz.  

Os quatro cavalheiros   pernoitaram em uma barraca em frente à foz do Riozinho (porque seus companheiros não sabiam viajar à noite), mas partiram nas primeiras horas da manhã seguinte, pelo estreito caminho que sobe pela margem direita do Rio Acre, ligando os seringais Riozinho, Benfica e Capatará. “Logo depois de atravessarem, às oito horas da manhã, o igarapé ‘Distração’, na confrontação do barracão ‘Flor-do-Ouro’, situado à margem esquerda do rio de propriedade de Alexandrino José da Silva, defrontou-se Plácido de Castro com a tocaia, que o aguardava. Primeiros dois tiros, um de Mannlicher, outro de rifle 44, atingiram-no o braço esquerdo e o lombo, arrebentando-lhe as duas últimas falsas-costelas esquerdas. Seguiu-se   uma fuzilaria, que não mais o alcançou.

A fuga – Revela que nesse rápido instante, o coronel Plácido de Castro chegou a distinguir Alexandrino, Mateiro e o preto Eugênio, que se afastava do local do cerco.  “Conseguiu galopar ainda mais de um quilômetro, acompanhado de Genésio, que passara antes, sem nada perceber, e do Dr. Campelo, que depois o alcançou. José Maia seguiu a pé, rompendo a mata”, descreve no seu livro de memórias: 11 anos na Amazônia.   “Foi em uma rede que Plácido chegou ao seringal Benfica, de João de Oliveira Rôla, onde, apesar de cuidadoso tratamento, veio a falecer às 4 horas da tarde do dia 11 de agosto de 1908”, encerrava o médico cearense que acompanhou as últimas horas do herói da Insurreição Acreana no leito de morte.

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