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POLÍTICA

Estudo da CNM reforça papel das emendas e se conecta à atuação de Márcio Bittar no Acre

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Os dados do estudo da Confederação Nacional de Municípios (CNM) sobre o crescimento das emendas parlamentares no financiamento do Sistema Único de Saúde (SUS) dialogam diretamente com a atuação do senador Márcio Bittar no Acre, especialmente na defesa do uso desses recursos como instrumento para ampliar investimentos em estados com menor capacidade fiscal.
O levantamento mostra que as emendas alcançam R$ 61,8 bilhões na Lei Orçamentária Anual de 2026, com forte concentração na saúde e execução majoritária pelos municípios. No caso acreano, onde a maioria das cidades é de pequeno porte e depende de transferências federais, esse modelo reforça a importância da articulação política em Brasília — justamente um dos eixos da atuação de Bittar.
A conexão é objetiva: o estudo aponta que a Região Norte recebe mais recursos per capita que a média nacional, chegando a mais do que o dobro em municípios pequenos. Esse resultado está diretamente ligado à capacidade de parlamentares destinarem emendas às suas bases, o que fortalece o argumento de Bittar de que o mecanismo corrige desigualdades históricas e garante que estados como o Acre não fiquem à margem do orçamento federal.
Outro ponto de convergência é o uso das emendas para custeio da saúde. A CNM mostra que cerca de 96% dos recursos são destinados à manutenção de serviços, como atendimento hospitalar e atenção básica. Na prática, isso sustenta o funcionamento cotidiano do SUS em municípios que, sem esses repasses, teriam dificuldade de manter a rede ativa — realidade recorrente no interior do Acre.
O estudo também revela que os municípios vêm aplicando mais recursos próprios na saúde, atingindo média de 21,6% das receitas, acima do mínimo constitucional. Esse cenário reforça a leitura de que as emendas não são apenas instrumentos políticos, mas complementos necessários para fechar as contas locais — ponto frequentemente defendido por Bittar ao justificar sua atuação no orçamento.
Embora a CNM aponte distorções na distribuição, com diferenças entre municípios semelhantes, esse aspecto não invalida o papel estratégico das emendas. Pelo contrário, evidencia que a presença de parlamentares ativos na destinação de recursos pode fazer diferença concreta no volume recebido por cada cidade.
Nesse contexto, é possível vincular o estudo à atuação de Márcio Bittar ao interpretar os dados como validação de uma estratégia política: utilizar o orçamento impositivo e as emendas parlamentares para direcionar recursos a estados periféricos, ampliando investimentos em áreas sensíveis como a saúde.
A leitura política do levantamento também ajuda a entender o contraste com outras correntes, como a do ex-senador Jorge Viana, que critica a dependência crescente das emendas. Ainda assim, os próprios dados da CNM mostram que, no cenário atual, elas se tornaram peça central no financiamento do SUS — especialmente em regiões como o Acre, onde a atuação parlamentar tem impacto direto na vida dos municípios.
Acesse aqui o estudo: https://cnm.org.br/comunicacao/noticias/estudo-da-cnm-mostra-dependencia-crescente-de-emendas-parlamentares-no-financiamento-da-saude-confira
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