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SAÚDE

Alta de casos respiratórios faz Rio Branco reforçar rede de saúde; procura por vacinas segue baixa

Publicado

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Foto: Assessoria

Por Alessandra Karoline

O aumento expressivo nos casos de síndromes respiratórias acendeu o alerta na saúde pública da capital acreana. Para conter o avanço das doenças e garantir assistência à população, a Prefeitura de Rio Branco, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), anunciou um pacote de medidas que inclui o reforço nos atendimentos das Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e das Unidades de Referência em Atenção Primária (URAPs), além da ampliação do calendário de vacinação.

Um dos principais pontos de preocupação das autoridades sanitárias é a baixa adesão à campanha de imunização. Atualmente, a cobertura vacinal contra a Influenza em Rio Branco está em apenas 39%. O imunizante está liberado e disponível para toda a população a partir dos seis meses de idade em todas as salas de vacina do município.

Foto: Assessoria

Mutirão aos sábados e divisão do fluxo de atendimento

Como estratégia para facilitar o acesso de quem trabalha durante a semana, a prefeitura instituiu o atendimento em regime de plantão aos sábados, das 7h às 17h. Ao todo, quatro URAPs estarão abertas estrategicamente para oferecer consultas médicas, aplicação de vacinas e serviços gerais da Atenção Primária:

URAP Francisco Roney Meireles

URAP Augusto Hidalgo de Lima

URAP Farmacêutica Dra. Cláudia Vitorino

URAP Rozangela Pimentel

O secretário municipal de Saúde, Rennan Biths, enfatizou que a conscientização da comunidade sobre onde buscar ajuda é vital para evitar o colapso e as longas filas na rede pública.

“Estamos vivendo um aumento dos casos de síndromes respiratórias e a vacinação continua sendo a principal forma de prevenção. Também é importante que a população procure a unidade adequada para cada situação. Os casos leves devem ser atendidos nas UBSs e URAPs, enquanto as UPAs e o Pronto-Socorro ficam destinados aos casos mais graves, garantindo mais agilidade e organização”, explicou o secretário.

Foto: Assessoria

Quando procurar ajuda?

O enfermeiro Paulo Júnior, atuante na URAP Maria Barroso, detalhou os principais sintomas que caracterizam as síndromes respiratórias: tosse, coriza, espirros, dor de garganta, febre e congestão nasal. Segundo o profissional, o manejo correto e a prevenção vacinal evitam que o quadro clínico evolua para quadros severos. “A vacinação é fundamental para reduzir o risco de agravamento da doença e proteger a população”, reforçou.

A Semsa emitiu uma cartilha de orientação sobre o perfil dos sintomas e as respectivas unidades de saúde recomendadas:

Sintomas leves (coriza, espirros, febre baixa): O cidadão deve se dirigir à UBS ou URAP mais próxima de sua residência.

Sinais de agravamento (falta de ar, febre persistente, dor no peito): A recomendação é buscar atendimento de urgência nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs).

Situações de emergência extrema: O paciente deve ser encaminhado imediatamente ao Pronto-Socorro.

Fonte o RIo BRANCO

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