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Celular chega a 90,1% dos idosos no Brasil; Acre supera 59% e acompanha avanço da inclusão digital
A posse de telefone celular entre pessoas com 60 anos ou mais cresceu de forma significativa no Brasil entre 2016 e 2025, reduzindo as desigualdades regionais e ampliando a inclusão digital da terceira idade. Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua sobre Tecnologia da Informação e Comunicação, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que os maiores índices do país chegaram a 90,1%, enquanto o menor alcançou 65,4%.
No Acre, o avanço também foi expressivo. Em 2016, 59,6% dos idosos acreanos já possuíam telefone celular para uso pessoal, percentual superior ao de estados da Região Norte, como Amazonas (57,0%) e Pará (51,0%). O estado acompanhou a expansão da conectividade registrada em todo o país.
Segundo o IBGE, a disseminação dos smartphones, a ampliação da cobertura de internet e a digitalização de serviços públicos e privados impulsionaram o acesso da população idosa à tecnologia. O celular passou a ser ferramenta essencial para operações bancárias, consultas de saúde, comunicação com familiares e acesso a serviços governamentais.

O levantamento também evidencia a redução das diferenças entre os estados. Em 2016, a distância entre o maior e o menor índice era de 37 pontos percentuais, variando de 42,6% no Maranhão a 79,6% no Distrito Federal. Em 2025, o menor percentual passou para 65,4%, no Piauí, enquanto Paraná e Rio Grande do Sul registraram os maiores índices, ambos com 90,1%.
Os dados reforçam que a inclusão digital da população idosa se consolidou no Brasil e que o Acre acompanhou esse movimento, ampliando o acesso dos idosos acreanos às tecnologias de comunicação e aos serviços digitais.
Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – PNAD Contínua TIC. Gráfico divulgado pelo perfil Amazônia Urbana.











