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POLÍCIA

Colegiado de magistrados condena capitão Farias a quatro anos de prisão e perda do cargo

Julgamento foi realizado por Colegiado de juízes do TJAC; foi decretada a perda da função de policial militar que um dos réus exercia

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O Juízo da 3ª Vara Criminal da Comarca de Rio Branco condenou 18 homens por integrar organização criminosa. Um dos denunciados, e o Capitão Josemar Barbosa de Farias (Tenente Farias), também foi condenado por prevaricação e peculato. A pena é de 4 anos e foi decretada a perda da função.

O julgamento foi realizado por um Colegiado composto por três magistrados do Tribunal de Justiça do Estado do Acre TJAC, via videoconferência.

De acordo com a sentença, que é assinada por 3 juízes de Direito e ainda aguarda publicação no Diário da Justiça, somente um dos réus foi absolvido.

Entenda o caso

Segundo o Ministério Público do Acre (MPAC), as investigações teriam sido deflagradas com base na delação premiada de um dos réus.

Foi apontado, no curso da investigação, o envolvimento do então Tenente Farias, na época integrante do Bope, que supostamente favorecia a facção criminosa se utilizando do cargo de oficial da Polícia Militar.

Em síntese, a representação narra que, no contexto da conhecida guerra de facções na disputa por pontos e rotas para o tráfico de armas e drogas, o Tenente Farias favorecia uma das organizações em confrontos quando acionadas as forças de segurança, cometendo, assim, também os crimes de prevaricação e peculato.

Sentença colegiada

Em um julgamento realizado por três juízes de Direito do TJAC, foi considerado que as provas nos autos são suficientes para condenar 18 dos réus por integrarem organização criminosa com participação de adolescentes, utilização de armas de fogo, em conexão com outras facções, além de delitos, como corrupção ativa, prevaricação e peculato.

Alguns dos denunciados tiveram a pena aumentada por exercerem função de comando na facção. Da mesma forma, foram reconhecidas confissões e uma colaboração premiada (delação).

Os magistrados que assinaram a sentença também entenderam que o policial militar cometeu os crimes de prevaricação e peculato, ao utilizar força policial em favor do crime, valendo-se da função pública que exercia, agindo ao contrário do que se espera de uma autoridade policial. Por isso, o Colegiado de juízes de Direito decretou a perda da função pública, oficiando ao Comando da Polícia Militar do Estado do Acre acerca da decisão.

Penas

Se somadas, as penas dos réus ultrapassam 140 anos de prisão.

A menor pena privativa de liberdade é de 5 anos, em regime inicial fechado. A maior é de 11 anos e 5 meses, também no regime inicial fechado.

Além disso, 12 dos denunciados deverão cumprir pena no regime inicial fechado. A quase totalidade dos demais cumprem no inicial semiaberto. Somente um dos réus foi condenado a cumprir pena em regime inicial aberto.

Foi concedida prisão domiciliar, sob monitoramento eletrônico, a uma mulher grávida cuja pena foi estabelecida no inicial semiaberto.

Se somadas, as penas totalizam quase 145 anos de prisão.

Ainda cabe recurso da sentença condenatória.

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POLÍCIA

Suspeito de furtar R$ 25 mil de empresária é preso com pistola

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Ascom/PCAC

Na manhã desta segunda-feira, dia 27 de setembro, a Polícia Civil, por meio da 2ª Delegacia Regional de Polícia Civil, prendeu L. R. C. F, de 31 anos. O alvo é o principal suspeito de ter arrombado veículo e furtado diversos bens no interior do carro de uma pessoa que atua no ramo empresarial.

O fato ocorreu no final da tarde de 11 de setembro. Na ocasião, o suspeito levou a bolsa que estava dentro do carro da vítima e efetuou diversas compras utilizando o cartão de crédito que havia encontrado dentro da bolsa. Estima-se que o prejuízo da vítima foi de aproximadamente R$ 25.000,00 (vinte e cinco mil reais).

Após as diligências iniciais, foi descoberto o local exato em que o suspeito se encontrava. Com a autorização judicial correspondente, foi realizada busca na residência do suspeito, onde foi encontrada uma pistola Taurus calibre 380, com 10 munições dentro do carregador. Tal fato contribuiu significativamente para demonstrar o grau de periculosidade do investigado, o qual inclusive já foi preso por homicídio.

O Delegado de Polícia, Lucas Pereira, disse: “Graças ao trabalho investigativo da polícia civil, nós conseguimos segregar mais um indivíduo perigoso da sociedade. A equipe da 2ª DRPC agora trabalha para localizar outros envolvidos com o fato e o restante dos bens furtados da vítima”, finalizou Delegado Lucas.

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POLÍCIA

Xapuri: estrangeira é presa com 7,3 kg de cocaína em táxi que seguia para Rio Branco

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PRF

Na tarde do último domingo (26), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) fez a detenção de uma mulher de nacionalidade estrangeira que transportava 7,3 quilos de cocaína em um táxi com destino à capital Rio Branco/AC. O veículo foi abordado em frente à Unidade Operacional da PRF, no município de Xapuri/AC.

Durante a abordagem aos passageiros, a mulher que estava acompanhada de uma criança de um ano e dez meses apresentou nervosismo excessivo e gerou suspeita nos policiais. Desconfiados, eles fizeram uma busca nos pertences dela e encontraram quatro calças jeans masculinas embaladas.

Tendo em vista o peso das peças de roupa, os policiais fizeram um corte na costura lateral das calças e localizaram mais de sete quilos de drogas distribuídos em várias embalagens transparentes de plástico, fixadas junto às peças. A droga estava em forma de gel, o que ajuda a moldar a substância no formato desejado e consequentemente ludibriar a fiscalização.

Diante do flagrante delito de tráfico internacional de drogas, a mulher foi conduzida para a Delegacia da Polícia Federal, no município de Epitaciolândia/AC, onde também foi entregue as peças de roupa com a droga apreendida.

A criança foi encaminhada ao conselho tutelar para acolhimento.

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POLÍCIA

Tarauacá: policiais penais apreendem 30 litros de bebida artesanal ‘Maria Louca’

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Ascom/Iapen

Uma ação realizada pelos policiais penais do Instituto de Administração Penitenciária do Acre (Iapen/AC) resultou na apreensão de 30 litros de bebida artesanal “Maria Louca” na Unidade Penitenciária Moacir Prado, em Tarauacá.

De acordo com a equipe de plantão, com base em informações levantadas pelo Setor de Inteligência da unidade, os detentos do bloco novo e pavilhão A estavam fazendo as bebidas. Diante disso, os policiais realizaram revista nos locais, onde encontraram o material ilícito.

Durante o procedimento, 10 presos se declararam donos das bebidas e foram conduzidos ao isolamento preventivo. No âmbito da unidade, um procedimento disciplinar será aberto para investigação dos fatos.

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