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EVANDRO CORDEIRO

COLUNA DO EVANDRO | Metade, ou mais um pouco, da bancada federal do Acre não deve voltar pra Brasília após as eleições

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A atual bancada federal do Acre deve sofrer uma mudança de, no mínimo, 50%. A saber: Vanda Milani (PRÓS) vai disputar o Senado, assim como Alan Rick (UB) e Jéssica Sales (MDB), e Mara Rocha (MDB) disputa o Governo. Só aí são quatro cadeiras que serão ocupadas por caras novas. Resta saber se os outros quatro, que vão para  a reeleição, conseguem voltar. Tem pouca gente apostando em Jesus Sérgio (PDT), Léo do PT, Perpétua Almeida (PCdoB) e Flaviano Melo (MDB). Esses dois últimos costumam surpreender no final. Podemos ter, pelo menos, cinco ou seis novos deputados federais. No Senado, só Mailza Gomes (PP) precisa defender seu cinturão, uma vez que Sérgio Petecão (PSD) e Márcio Bittar (UB) tem mandato até 2026.

Dos Macedo

Quem está se apresentando como pré-candidato a deputado estadual é o ex-vereador por Rio Branco, Marcelo Macedo (PT). De tradicional família, é um nome a ser espiado nessas eleições.

Boa apresentação

Pedro Valério está jogando na rua um jornalzinho no estilo folder com uma pincelada sobre sua história de vida. E justifica está saindo na frente: “É que enquanto eu estou fechando com uma formiguinha que tem 30 votos, tem concorrente comprando deputado e ex-deputado”.

A diagramação do folder, muito bem-feita, é do Leka Cordeiro, da Print Gráfica.

Esquisito

A coisa mais surpreendente nas redes sociais é assistir Luiz Calixto e João Correia defender a volta de Lula. Logo eles…

Substitutos

Com o advento do fundão eleitoral, em que boa parte dos candidatos a deputado federal terão dinheiro, não é bom fazer prognósticos, uma vez que estariam em certa igualdade. Mas tem uns nomes que saltam aos olhos suas movimentações. Por exemplo: Fábio Rueda, Eduardo Veloso e Pedro Valério vão queimando setenta pelo União Brasil. No Republicano é improvável não enxergar as candidaturas de Roberto Duarte, Keiliane Cordeiro e Antônia Lúcia. Pelo PP já se fala em Samir Bestene, Socorro Neri e, mesmo sem ter anunciado seu nome, Ghelen Diniz também é forte. No MDB, tem Flaviano Melo e Major Rocha. Na chapa da esquerda tem Perpétua Almeida (PCdoB) e Léo de Brito (PT). E por aí vão surgindo mais nomes competitivos que ao longo da campanha certamente surpreenderão.

Feitos do Deracre

Como não precisa mais ninguém ter ciúmes do diretor presidente do Deracre, Petronio Antunes, uma vez que ele não será candidato, agora dá para mostrar o quanto o Departamento de Estradas vem trabalhando. Até ramal o Deracre está asfaltando e para quem gosta de números, o órgão fez 300 pontes nos últimos três anos.

Normal

Não dá para estranhar algumas rusgas que surgem durante uma pré-campanha. São seres humanos tentando se agrupar, o que sempre foi difícil, desde a pré-história. É o caso de Alan Rick e Márcio Bittar. No final dá tudo certo. Quem não lembra das brigas na época da Frente Popular, cujos finais eram sempre um forró tocado pela sanfona estridente do Monteirinho?

Limite da paciência

Nunca um político no Acre foi tão paciente quanto o Jenilson Leite, candidato a governador pelo PSB. Está há seis meses esperando uma decisão do ex-senador Jorge Viana. Dizem que, apesar da fala mansa, do estilo jesuíta, Jenilson só não teria chutado o pau da barraca graças ao ex-deputado federal Cesar Messias, que sonha ainda ser vice de Viana numa chapa majoritária.

Ainda falta

Para quem imaginava um cenário caótico, há dois, três meses, com o que o governador Gladson Cameli tinha para resolver, dentro de seu partido e com o aliado Márcio Bittar (UB), o céu azulou. Já está praticamente tudo resolvido, faltando apenas serenar a situação de Alan Rick (UB), único, segundo os números, capaz de vencer Jorge Viana numa disputa pelo Senado. Falta esse gargalo.

EVANDRO CORDEIRO

COLUNA DO EVANDRO | Se houver segundo turno na disputa pelo Governo, o melhor cenário para Gladson é enfrentar Jorge Viana

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A rejeição ao PT contínua bem ativa, como em 2018 e 2020, segundo as pesquisas e conforme a gente vê nas ruas, nos convescotes, mas há razão de sobra para acreditar que a candidatura de Jorge Viana ao Governo do Acre não será uma qualquer no atual cenário. Primeiro ele aposta no espatifado do grupo que era oposição aos governos da frente popular e que ganhou tudo em 2018. Cada um foi para um lado. Segundo, acredita que ainda pode reeditar uma época em que distribuía sua foto autografada. Ele não perde seu velho estilo. E os petistas aqui no Acre, convenhamos, ainda tem alguma coisa em torno de 25% do eleitorado. Foi muita gente beneficiada com cargos e outras benesses do poder por longos 20 anos. Por tudo isso, JV e seu grupo apostam no segundo turno. E se isso acontecer, ele terá apoio dos principais caciques de sua antiga oposição, como Flaviano Melo, Vagner Sales, os irmãos Rocha e o próprio Sérgio Petecão. Com ódio de Gladson, maioria deles preferira se aliar ao PT. Só tem um detalhe: eles só não levam para a urna o voto do eleitor deles. Será um apoio pessoal, seco. Quem vota no primeiro turno em Petecão ou Mara Rocha, jamais votará no PT em qualquer circunstância. Sendo assim, o melhor cenário para o governador Gladson Cameli, se tiver segundo turno, é que a disputa seja com o PT.

Mesmo fogo

No quarto mandato consecutivo de deputada estadual, a Maria Antônia se prepara para o quinto com a mesma animação do primeiro. Encontrei ela e o marido, Deda, se organizando para campanha, parecendo dois meninos em dia de aniversário.

Gratidão

“Quem se preocupou comigo e com o morador de Assis Brasil foi o governador Gladson Cameli. Por isso vou ser grato a ele”. Do prefeito Jerry Correia (PT) ao declarar apoio a reeleição de Cameli, mesmo o PT tendo candidato a governador.

Sobre companhias

O governador Gladson Cameli disse a coluna que não subestima candidatura de ninguém. Nem mesmo as do PSOL (Nilson Euclides) e Agir (David Hall). Mas está ciente de que tem tomado as decisões corretas para garantir sobre de quem deve estar perto.

Presentão

Nei Amorim, candidato a Senador pelo Podemos, ganhou um presentão ao garantir a primeira dama de Cruzeiro do Sul, Lurdinha Lima, como sua primeira suplente. Costura de seu amigo Nicolau Júnior (PP).

Levantes

Alan Rick (UB) acha interessante, do ponto de vista espiritual, todos os levantes em torno de sua candidatura, mesmo ele sendo um parceiro leal. Pastor, ele sabe que isso ocorre sempre antes de grandes vitórias.

Menos, JV

Ao se lançar candidato, Jorge Viana continua vestido de sua tradicional arrogância, ao dizer que o povo o obrigou a disputar o Governo. Quem o obrigou foi a nacional, que precisava desse palanque pra Lula no Acre.

Eles não perdem a mania de grandeza.

Sucesso da feira

Opositores do governador Gladson Cameli guardaram suas críticas sobre a Expoacre 2022, dado o sucesso retumbante. Foram inteligentes, porque se abre a boca contra perderiam politicamente.

Fortaleza da Fieac

Melhor não subestimar a candidatura do José Adriano a deputado federal pelo PP. Ele terá, entre outros, o apoio de federações pelo Brasil todo, como prêmio pela bela relação que ele criou ao longo do tempo enquanto vem participando da vida ativa da Federação.

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EVANDRO CORDEIRO

COLUNA DO EVANDRO | Pós-convenção: candidatura de Jorge Viana, do PT, pode despertar voto útil em Gladson Cameli

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As convenções partidárias ocorridas nesta sexta-feira, 5, colocaram fim ao ar de mistério que pairava na cabeça do eleitor. A partir de agora todo mundo sabe quem é quem na disputa pelo Palácio Rio Branco e, assim sendo, as próximas pesquisas podem trazer a lume um cenário bem mais real, desanuviado. O eleitor não tem mais razão esconder sua preferência. Só é preciso esperar um pouco, uma semana, quem sabe, para se ter esse panorama novo.

As apostas daqui para frente podem apontar várias tendências e uma delas deverá ser a mais marcante, a questão do voto útil no governador Gladson Cameli (PP). Aquele sujeito que rejeita o PT, veementemente, ainda em grande número, segundo todas as pesquisas levantadas já esse ano, certamente não vai mais querer partir para uma aventura pela direita, apostando em dissidentes do Governo. Esse eleitor vai entender que o PT ficou longos 20 anos no poder e isso lhe deu capilaridade. Tem muita gente com saudade, não das gestões deles, que deixaram a desejar nos últimos dez anos, mas das benesses dos cargos que uma gestão pode patrocinar.

Passadas as convenções o eleitor vai dar uma nova viajada, reparar melhor na gestão do governador Gladson e provavelmente vai entender que, apesar da pandemia, e por causa dela, se descobriu nele um tipo de líder diferente, com uma empatia invejável, talvez uma das maiores razões de ele ter perdido maioria dos aliados de 2018. O elemento ajudou a elege-lo há quatro anos imaginando um cenário desastroso, com abertura de vagas para a sua cadeira. Eis que ele aparece fazendo uma boa gestão da pandemia e, pior, para quem tem pretensões de sucede-lo: mudando a situação dos servidores públicos e criando uma relação com gente que nenhum outro governador teve na história do Acre. Nesse sentido Cameli é um fenômeno. Resultado: em dez dias mais ou menos vamos saber, pelas pesquisas, se o eleitor vai ter coragem de apostar numa aventura correndo o risco de o PT voltar ou se, como sempre faz, vai de voto útil, cravando em Cameli, único capaz de parar os petistas.

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EVANDRO CORDEIRO

COLUNA DO EVANDRO | Jorge Viana está fazendo os últimos esforços para convencer Marcus Alexandre a disputar o Governo

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O ex-senador Jorge Viana (PT) não está afim de fazer a convenção do partido, nesta sexta-feira, 5, com sua candidatura ao Senado escoteira. Quer um candidato a governador sobre o palanque do qual subirá e, de preferência, que seja de seu partido. Tentaram a Nazaré Araújo e ela já disse não de público. Nas últimas horas, em decorrência dos acontecimentos do lado do pessoal que ganhou tudo em 2018, me contou a fonte: o clima melhorou lá dentro do PT. A mesma fonte garante que faltaria pouco para convencer Marcus Alexandre a disputar outra vez o Governo. Além de já ter lastro no Estado todo, eles se aproveitariam do desentendimento geral entre os adversários. Como a fonte é das boas, melhor não duvidar daquilo que estava guardado para ser anunciado na convenção de amanhã.

Primeira foto

Fernando Zamora, Mara Rocha e Márcia Bittar

Saiu a primeira foto da candidata a governadora Mara Rocha (MDB) com sua candidata ao Senado, Márcia Bittar (PL). O Senador Márcio Bittar quer mais, para segurar o União Brasil no grupo, talvez uma vice. Mais tarde tem decisão da Justiça a medidas pedidas pelo deputado federal Alan Rick, que está tentando segurar a sigla para ser candidato a vice ou Senador na chapa do governador Gladson Cameli (PP), com quem não abre mão de continuar aliado.

Gratidão

O mundo vai acima e vem abaixo, como dizia minha tia Irene, e as pesquisas continuam confirmando o governador Gladson Cameli como favorito na disputa pelo Governo. Diferente dos ingratos, o povão é grato a ele, principalmente, pela forma como cuidou das pessoas durante a pandemia.

Técnicos para vice

Se não puder ser Alan Rick, Gladson Cameli tem nomes técnicos para compor sua chapa como vice. Volta à baila os nomes de Rômulo Grandidier e Alysson Bestene.

Melhor longe

Tem prefeito que não vai interessar muito ter o apoio na disputa pelo Governo. É melhor que estes apareçam como traidores. Ouvi agora há pouco ali ao redor do Palácio.

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