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EVANDRO CORDEIRO

COLUNA DO EVANDRO | Nunca dirigentes de partido blefaram tanto como agora, sem as coligações

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Um ano antes das eleições e com as regras de 2020 mantidas, ou seja, sem a possibilidade de coligações, os dirigentes de partidos nunca blefaram tanto. É uma festa, como diria o radialista M. Costa. Tem presidente que afirma nem ter mais vaga em sua sigla, mas só ele mesmo é candidato. Sem coligação, só tem um jeito: fazer uma grande chapa, com 25 nomes competitivos para estadual e nove para federal, e ainda com 30% de mulheres. Fora isso, só um artifício que está sendo estudado em Brasília pode salvar, a tal Federação, em que dois ou três partidos se juntam para formar uma aliança. Fora isso, o que dirigente fala é blefe puro.

Os Câmara no Governo

Gabriela Câmara deverá assumir uma Secretaria no Governo Gladson no início de 2022. Essa porta foi aberta para os Câmara no início da gestão. O clã, finalmente, decidiu por emprestar o nome de Gabriela, que comanda no Acre o complexo de comunicação Boas Novas.

Ação Social

Administradora, Gabriela Câmara é cotada para assumir a Ação Social do Estado, o que cairia como uma luva pra ela, que tem um trabalho social pouco divulgado, mas muito forte nos bastidores do Acre.

MDB no Governo

No Governo Gladson o MDB já teve a Secretaria de Planejamento, cargos de segundo escalão, núcleos da Educação no interior e, segundo o próprio governador, portas abertas e espaço oferecidos a figuras do partido, que rejeitaram, nesse caso Roberto Duarte e João Correia. Por isso, Cameli diz que dorme com a consciência tranquila em relação a sigla.

Decidido

Os Hassem de Brasileia decidiram em definitivo: o candidato a deputado estadual da família será o Tadeu, irmão da prefeita Fernanda Hassem (PT). Só não decidiram ainda o partido. Um outro irmão deles, o médico Hassem, que trabalha na região do Purus, vai ser um dos principais cabos eleitorais fora da circunscrição do Alto Acre.

Confronto inevitável

Salvo um extraordinário acontecimento, o grande confronto pelo Senado em 2022 será entre Jorge Viana (PT) e os Bittar. O ex-senador com apoio da esquerda, que já lhe garante pelo menos 20% em qualquer disputa, enfrenta um senador que não brinca de fazer campanha, o Márcio Bittar, sempre eleito com estupendas votações e que desta vez ainda tem mais bala na agulha, uma vez que foi o relator do orçamento da União, o que lhe agiganta tanto que a esquerda brigou na Justiça para suspender uma bolada de dinheiro que Bittar está conseguindo mandar pro Acre, quase R$ 1 bilhão.

Coração de pai

Liguei para o vereador N. Lima (Progressista), presidente da Câmara Municipal de Rio Branco, para saber como está o filho dele, o deputado estadual Whendy Lima, do mesmo partido do pai, que foi submetido a cirurgia para corrigir uma bariátrica. Ele disse que as notícias são boas, mas pense num homem abalado psicologicamente. Coisa de coração de pai.

Chantagem

Candidato a governador, o senador Sérgio Petecão (PSD) continua servindo como um belo instrumento de ameaça para quem quer chantagear o Palácio Rio Branco.

Cansado de esperar

Primeiro suplente do PDT, cansado de esperar por uma oportunidade prometida pelo deputado Luiz Tchê, o ex-secretário de Saúde Gemil Júnior deverá se filiar em outro partido nos próximos dias. Não enxerga mais oportunidade, uma vez que só falta um ano para terminar a atual legislatura.

Botando fogo

Antigos figurões de governos passados ligados a Educação estão a todo vapor nos bastidores envenenando servidores de apoio contra o governador Gladson Cameli, que resolveu dar um abono para professores. Embora Cameli esteja tentando arranjar um jeito legal de estender o benefício a todos, a turma está botando fogo, incendiando várias coivaras pelas escolas.

Debruçado

O abono, já disse o governador Gladson, só não vai alcançar todos os servidores da Educação se a lei vedar. No momento ele está com a equipe econômica tentando achar uma saída em favor do pessoal de apoio.

Economia

Com os pagamentos em dia no Acre, Cobija, do outro lado do Rio Acre, em Brasileia, voltou a ser frequentada por acreanos. Nesta quinta-feira, 25, muitos “brasileños” percorriam as ruas da capital de Pando.

Prioridade

André Hassem, diretor-presidente do Imac, não disputa a eleição para estadual em 2022. Ele vai se preparar para disputar a prefeitura de Epitaciolândia em 2024. Ano que vem ele apoia a eleição de Israel Milani, secretário de Meio Ambiente, para deputado federal.

Pode até se reeleger

Deputado daquele time que a gente só sabe que existe quando consulta o Google, como diz o meu colega Astério Moreira, Wagner Felipe (PL) poderá até se reeleger. Aliado dos Câmara, ele terá uma estrada livre sem a concorrência da Gabriela Câmara dentro da igreja na qual é pastor, a Assembleia de Deus Madureira, que não disputa a eleição e vai só ajudar a mãe, Antônia Lúcia (PL), para federal.

Trabalhando apulso

A prefeita de Brasileia, Fernanda Hassem (PT), está trabalhando num esforço sobre-humano. É que a ferrada de arraia que levou no último feriadão ainda não cicatrizou.

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EVANDRO CORDEIRO

COLUNA DO EVANDRO | No palanque onde tiver PT e puxadinhos, não contem com o prefeito Bocalom

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Além de ter feito declaração nesse sentido, quem conhece minimamente o prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom (Progressistas), sabe que ele não estará em palanque onde PT ou algum de seus partidos puxadinhos estiverem. Ele em relação a esquerda é óleo e água. Não se misturam sob nenhuma hipótese. Portanto, se houver segundo turno e o os partidos que Bocalom apoiará se meterem a apoiar a esquerda contra o governador Gladson Cameli, ou vice-versa, não contém com o Boca.

Não tem o aval

Nenhum militante do Governo Gladson atacará o prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, com aval do Palácio. Será iniciativa próprio e poderá ter consequências. O governador já pediu para tratar o prefeito com respeito. Gladson acha que Bocalom tem direito de apoiar quem quiser para Governo, uma vez que não teve o seu apoio em 2020.

Convite

Presidente da Convenção Estadual da Assembléia de Deus tradicional, o pastor Pedro Abreu estaria sendo convencido a disputar as eleições para deputado federal. Se vai aceitar só Deus sabe.

É federal

Pelos bastidores do Palácio Rio Branco circula a informação segundo a qual Alisson Bestene deverá disputar as eleições para deputado federal. A escolha do vice, onde ele era cotado, estaria ganhando novos contornos. E vem surpresas por aí.

Transição?

Márcio Bittar, um dos senadores mais influentes do Acre em Brasília desde muito, parece já estar em plena transição com o ministro Rogério Marinho, do Desenvolvimento Regional. Ontem os dois estiveram juntos, à paisana, e Bittar, que deve substitui-lo, postou uma foto dos dois no gabinete.

Mudança no time

A equipe de engenheiros políticos trabalha ininterruptamente nas últimas horas junto ao governador Gladson Cameli na montagem da nova configuração do Governo. Deverá acontecer uma mudança bem significativa em toda a equipe. A justificativa é que a coisa correu solta demais nos últimos três anos.

Sem reposta

“Não me perguntem sobre a disposição política dela. Eu sou de um partido, ela é de outro”. Do secretário de Meio Ambiente do Estado, Israel Milani, sobre sua namorada, a prefeita de Brasileia, Fernanda Hassem. Ele é do PRÓS, vai disputar para federal, e ela ainda está no PT.

Só é brabo

Ninguém nega que o Mazinho Serafim (MDB) tem sido um grande prefeito para Sena Madureira. Só é valente que só o diacho, um mangangá de oco, mas é trabalhador.

Visualizou, mas não respondeu

Liguei e mandei mensagem para o prefeito de Mâncio Lima, o Isaac Lima, perguntando se ele fica no PT e se vai apoiar a reeleição do governador Gladson Cameli, como prometeu. Ele visualizou a mensagem, mas ignorou. Não respondeu foi com nojo.

Teve convite

O ex-deputado João Correia foi convidado para ajudar o governo, mas não topou. Preferiu ficar na oposição. Teria sido convidado mais de uma vez, a rigor. E assim o MDB veio aos pedaços para a gestão.

Pergunta

Será que Flaviano Melo, Pádua Bruzugu, Aldemir Lopes, Mauri Sérgio, entre outras figuras, não representam o glorioso?

Fica a pergunta.

Com os evangélicos

O governador Gladson Cameli, pessoalmente, tem construído uma relação com lideranças evangélicas. Quase todos estão em franca relação com ele, mas é inegável a participação do deputado federal Alan Rick (DEM) nessa engenharia.

Eles voltam

É inútil fazer lista de vereador e deputado que vota em projetos que desagradam as massas. Na próxima eleição os mesmos se reelegem, as vezes até mais fácil. O eleitor virou um caso sério, como diria a música da Naiara Azevedo, “toma aqui os 50 reais”.

Militante de volta

Quem voltou a militar forte em favor da esquerda pelas redes sociais é o professor Cláudio Ezequiel. Todo dia ele dá pitacos detonando os governos Gladson e Bolsonaro. A rigor, ele deve deixar o PSOL e voltar para o PT, onde deverá disputar as eleições.

PP Mulher

Presidido pela Francinete Barros, o PP Mulher virou uma máquina política sem tamanho. Está organizado nos 22 municípios, mas muito organizado. Onde elas chegam tem festa.

Arroz e óleo do Acre

Vem aí arroz e óleo de soja produzido a partir de colheitas em terras acreanas. O AcreNews vai mostrar em breve o potencial do agronegócio, em franca ascendência.

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EVANDRO CORDEIRO

COLUNA DO EVANDRO | Pelo andar da carruagem, o governador vai acabar apoiando todos os pretendentes ao Senado ao seu redor

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A presidente do PP Mulher, Francinete Barros, disse à coluna que o partido não abrirá mão da reeleição de Mailza Gomes para o Senado e citou enes razões; Jéssica Sales, do MDB, espera apenas se recuperar a tempo do tratamento de câncer para voltar às ruas com sua pré-candidatura endossada pelos caciques do glorioso; Márcia Bittar, ainda sem partido, não para de andar pelo Acre nem nos domingos, com a benção do presidente Bolsonaro; e Alan Rick (DEM), melhor nas pesquisas, discursa como candidato ao Senado em todos os eventos do Governo, sem contar com a decidida deputada federal Vanda Milani (PROS), em cuja residência, no bairro Quinze, o frenético vai-e-vem de apoiadores é em torno de sua candidatura ao Senado. Então, ao governador, não restará outra alternativa, senão apoiar a todos. Ele não vai, certamente, entrar em bola dividida, mesmo que isso signifique perder a cadeira para um Jorge Viana da vida. Todos os pretendentes são de maior e sabem bem o que querem.

Saída do PT

A prefeita de Brasileia, Fernanda Hassem, deve ser convidada a deixar o PT nos próximos 15 dias. À coluna, ela disse que está ciente de tudo e que não está preocupada sobre um novo partido. “Não sou candidata a nada, então não preciso me preocupar com partido”, afirmou.

Inflamada

Fernanda Hassem anda meio inflamada, mas vai guardar por enquanto seus desatinos. Tem algumas perguntas a fazer de público, mas as fará mais na frente.

Adiamento

Os números de pesquisas domésticas vão dando notícias nada alvissareiras para o PT e Jorge Viana, no que pese a pressão dos abstinentes de poder, vai adiando sua decisão sobre o que vai disputar. Em agosto disse que decidiria em setembro, em setembro passou para novembro, de novembro para janeiro e agora já fala em março. Ou seja: com os números que tem em mãos, JV sabe que derrotar Gladson só é possível no tapetão. Sonham com um pedido de afastamento de Cameli.

Só no tapetão

E não é apenas o PT que sonha com um pedido de afastamento de Gladson Cameli feito pela Justiça. Ex-aliados estão inclusive sofrendo de ansiedade, por causa dessa espera. É o único jeito de derrotá-lo.

Celebridade

Neste domingo, em Porto Acre, o governador Gladson Cameli parecia um astro de cinema, durante eventos de inaugurações e assinatura de convênios com a prefeitura. Passou maior parte do tempo posando para selfies com a criançada e até com adultos.

Muchou

Os jornalistas do “watergate” perderam a empolgação. A série de reportagens deles para derrubar o governo Gladson caiu de oito para quatro curtidas. E os quatro admiradores deles são pessoas que viraram contra o governo por não terem sido contemplados na gestão.

Chance

“Não tem como a gente perder a oportunidade de reeleger o Gladson. Já é, disparado, o governador que mais fez pelo nosso município”. Do prefeito de Porto Acre, Bené Damasceno.

Esperto

Tem um prefeito do interior que vai apoiar todos os candidatos a governador. O ex-vereador Chequeiro disse à coluna que todo candidato que chega no município ele faz a maior festa, do Petecão a Gladson.

Tirando proveito

Os adversários do governador Gladson Cameli estão aproveitando ainda a carona da operação Ptolomeu para pregar o caos. Pelo que escrevem nas redes sociais, o Estado é como se fosse uma casa de licenciosidade. Estão no seu papel. Se vai surtir efeito só o futuro dirá, porque por enquanto os números são bem rasteiros para essa turma.

Gozação

O diretor do Deracre, Petrônio Antunes, disse que o desespero dos adversários é tão grande que eles tentaram passar uma ideia maluca pra população de que houve um desvio de R$ 800 milhões no Acre. Isso é algo tão fantasioso quanto o reino de avelã, segundo Antunes. Tem que ser motivo de gozação.

Estilo coronel

O estilo raivoso de coronel do Nordeste de Ciro Gomes vai transformando ele no Cabide nacional. Não empolga mais ninguém com aquela retórica de Pedro Malazarte. O PDT daqui não emitiu uma nota sobre o lançamento da candidatura a presidente do “Tiringa” letrado.

Medidas antipáticas

Tião Bocalom está tomando todas as decisões antipáticas no início da gestão. Do meio para a frente é só paz. Era o que comemorava um assessor dele hoje cedo. Tomara.

Movimento dos vices

Tem foquinhos por toda a parte de movimentos em defesa de nomes para vice de Gladson Cameli. Um deles tem no centro das discussões o nome da vereadora Michelle Melo (PDT), muito atuante em Rio Branco, mas ainda muito nova na política.

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EVANDRO CORDEIRO

COLUNA DO EVANDRO | ‘Os planos mudaram’, diz chefe da Casa Civil, Rômulo Grandidier, que disputaria as eleições para federal

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O chefe da Casa Civil do Governo, Rômulo Grandidier, disse a coluna que os “planos mudaram” em relação ao que estava mais ou menos programado desde o início do ano e ele não deverá mais disputar as eleições em outubro, para federal. É candidato a cuidar da relação política do Governo com aliados e futuros aliados, pavimentando a reeleição de Gladson Cameli. “Mas estou as ordens do governador. A palavra final de tudo aqui é dele”, afirmou.

Direito do Gladson

Márcio Bittar (PSL), senador: “Fui o primeiro e serei o último, se for o caso, a defender a reeleição do Gladson. A vez é dele”.

Vão andar nus

Dois figurões da política prometeram andar nus nas ruas de Sena Madureira caso o governador Gladson Cameli cumprisse a promessa de campanha de fazer a ponte sobre o Iaco, ligando o primeiro ao segundo distrito. Nesta segunda, 17, saiu a homologação da obra no Diário Oficial. Os dois podem começar a arrear as calças.

Montagem de chapa

Devido a precariedade que será formar chapas para federal, uma vez que não existe mais as coligações, muita gente nem viajou nesse início de ano. Todo mundo aperreado, principalmente os que já tem mandato, para garantir a reeleição. Para isso tem que ter chapa.

Relação com o MDB

De um analista experiente da política local: “Se o Gladson tivesse resolvido a situação da velha guarda do MDB, a relação dele com o partido não estaria na situação que está”.

Na frente

A Márcia Bittar não emagreceu atoa. Enquanto tem uma turma se programando para disputar o Senado, ela está andando nas ruas de Cruzeiro do Sul, pra cima e pra baixo, naquelas ladeiras sem fim.

Agro

Vem aí uma fábrica de óleo de soja genuinamente acreana, além de um arroz de primeira também produzido aqui. É o agronegócio começando a fluir.

O Boca tá só

Os vereadores de Rio Branco, por enquanto, não se manifestaram em relação a esse problema dos ônibus. Deixaram o pepino todo na mão do prefeito Bocalom.

Alcance da bispa

Além das redes Boas Novas de rádio e televisão, a bispa Antônia Lúcia também está investindo alto em emissoras seculares. Quer alcançar crentes e não crentes até a eleição de outubro.

Festival garantido

Esse ano vai voltar a acontecer um festival que era famoso no Acre nos anos 1990 e 2000, o da Ibral, ali no bairro Aeroporto Velho. Vai ter apoio do Governo do Estado.

Ponte no Aeroporto Velho

Ao inaugurar uma pequena obra no bairro Aeroporto Velho, cercado de moradores, que queriam lhe abraçar a fazer selfie, Gladson Cameli olhou para o rio Acre e garantiu a quem estava ao redor: “Aqui perto vamos realizar outra obra importante para a capital, ligação com o segundo distrito por uma ponte”.

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