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CULTURA

“Depois de Dora” é atração no Acre com o Grupo Candeeiro, cujo protagonista é acreano

Contemplado pelo edital nº 001/2020 da Lei Aldir Blanc (LAB) no Acre, a Associação Teatro Candeeiro apresenta a peça Depois de Dora.

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Na peça, Dora é interpretada por Jaqueline Chagas – Foto: Mag Araújo/Reprodução

De volta aos palcos para sua segunda temporada de 2021, o espetáculo tem sua estreia marcada para o dia 9 de julho às 19h30, no teatro da Usina de Arte João Donato, em Rio Branco.

A Associação Teatro Candeeiro foi criada na capital do estado no ano de 2016, fruto do professor da Universidade Federal do Acre (Ufac), Micael Cortês, e do artista e escritor Nolram Rocha. Este último é formado em Gestão de Pessoas pela Universidade do Paraná e seguiu seus estudos na Licenciatura em Teatro pela Ufac e em Direção Teatral na SP Escola de Teatro.

Escrita e dirigida por Nolram, a peça conta a história de um grupo de jovens universitários na jornada que rodeia a morte de uma mulher chamada Dora. Algumas escolhas “podem resultar em erros irreversíveis dos quais nenhum de nós é isento”, anuncia a sinopse da peça. O modo como ocorreu a morte de Dora é uma das grandes surpresas do espetáculo.

Nolram conta um pouco mais da peça. “Um acontecimento, fora do planejamento de Dora, a submeteu a uma rotina diferente da que estava acostumada e isso a abalou completamente. A partir daí, houve um encadeamento de decisões não acertadas que levaram jovens universitários a refletirem ludicamente sobre a sua história”, revela.

“Dora não é mocinha e nem vilã, ou é os dois, mas o que sabemos é que ela carrega em sua biografia a complexidade que temos em existir. O espetáculo em si nos faz emergir, com certa apreensão e muito humor, na nossa própria condição de seres finitos”, descreve o diretor.

Outras peças do grupo Candeeiro que foram trabalhadas por Nolram incluem “O Baile”, adaptação do filme homônimo de Ettore Scola; “O mambembe”, de Arthur de Azevedo, e “Uma lição longe demais”, de Zeno Wilde.

Por meio da LAB, administrada pelo governo do Estado por meio da Fundação de Cultura Elias Mansour (FEM), várias peças do Candeeiro foram contempladas e financiadas. “A Lei Aldir Blanc foi difundida no meio cultural de todo o país. Fundamental para a sobrevivência dos artistas, a articulação no Acre feita pela FEM e pela Fundação Garibaldi Brasil abriu as portas para muitos sonhos saírem do papel. Temos outros projetos, além de ‘Depois de Dora’, por esta lei emergencial. Aguardem ‘Afluentes Acreanas’, de Jaqueline Chagas e ‘Uma lição longe demais’, de Zeno Wilde”, conta Nolram.

“Depois de Dora” tem a classificação indicativa de 14 anos. O espetáculo segue com apresentações durante todos os sábados e domingos do mês de julho. A entrada é gratuita e o uso de máscaras é obrigatório; o limite de ocupação do espaço é de, no máximo, 60 pessoas.

Ficha Técnica

Escrito e dirigido por: Nolram Rocha

Elenco

Isadora | Jaqueline Chagas

Enrico | Jhony Carvalho

Caetano | Hysnaip Moura

Lúcia | Lonara Teixeira

Marília | Netty França

Narciso | Bel Gabs

Genetriz | Beatriz Araújo

Contrarregragem atuante

Beatriz | Beatriz Araújo

Bianca | Bianca Cabanelas

Elias | Elias Silva

Henrique | Henrique Queiroz

Jonathan | Jonathan Torres

Rick | Rick Santos

Wesley Silva | Wesley Silva

Arte Gráfica | Pedro Daher

Assistência de direção e produção | Elias Silva

Cantores solistas | Bel Gabs, Eyshila Cristine e Beatriz Araújo

Fotografia | Mag Araújo e Bianca Cabanelas

Iluminação | Jaqueline Chagas

Assistente de operação de luz | Enrique Queiroz

Direção musical e Sonoplastia | Gustavo Leles, João Gabriel Fonseca e Nolram Rocha

Operação de som | Enrique Queiroz

Piano | Eduardo Bibiano

Violão e Percussão | Eyshila Cristine

Tecido acrobático | Hysnaip Moura

Canção original | “Fiel soldado” – Compositor: Nolram Rocha

Arranjo: banda Laika e João Gabriel Fonseca

Patrocínio | Fundação de Cultura Elias Mansour (FEM) por meio da Lei Aldir Blanc

Apoio | Funerária São João Batista, Morada da Paz e Recanto Food & Beer

Realização | Associação Teatro Candeeiro

Produção | Nolram Rocha

Com informações 3 de Julho Notícias.

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CULTURA

Exposição (a)gosto delas chega à Escola de Gastronomia na Cidade do Povo

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Assessoria de Imprensa – FEM / Fotos: Hannah Lidya

“(A)gosto delas” é uma iniciativa do Governo do Acre por meio da Fundação de Cultura Elias Mansour (FEM) com curadoria da Usina de Artes João Donato. A exposição teve sua primeira edição no Memorial dos Autonomistas e contou com 23 artistas, além de outras artistas que contribuíram com sua realização. A mostra reúne expressões de diferentes técnicas, expressões e linguagens.  As obras foram pensadas de forma individual e coletiva e trazem uma perspectiva única sobre o assunto. Cada uma delas é carregada de autenticidade e discutem diferentes questões sobre o feminino, trazendo não só a beleza, mas as diversas “mulheridades”, expressões e denúncias.

A exposição é a extensão de outra que foi pensada no ano de 2020 ” Nascer mulher” que buscava aproximar mulheres de todos os lugares e seguimentos, porém, devido a pandemia da COVID-19, o projeto foi interrompido. A ideia é abranger o diálogo, ver o que cada uma está produzindo e colocar em evidência a sua produção.

Flaviane Rodrigues estava em um curso na Escola de Gastronomia e aproveitou para prestigiar a exposição. Aos 28 anos, ela disse que nunca tinha ido a uma exposição de arte, especialmente apenas de mulheres “Eu acho que deveria ter mais exposições assim, porque agrega na cultura, além de ser uma experiência única e nova.” Disse.

Simone Pessoa é coordenadora da Usina e participou da montagem da exposição e falou de sua importância.

“A cultura é feita pelo povo e para o povo e a gente sabe e tem consciência de que boa parte dos bairros e comunidades não tem acesso, porque isso não está democratizado. A partir do momento em que nós trazemos os artistas, é uma forma de que esta comunidade posso ter acesso e se sinta parte disso.”

Simone Pessoa

A Usina e a escola de gastronomia fazem parte do Instituto de Desenvolvimento da Educação Profissional Dom Moacyr Grechi (IEPETEC). Francisco Weider é o Coordenador de aprendizagem e falou sobre a dificuldade que há em viabilizar o acesso à arte no local devido ao estigma de marginalidade. “É importante que nós comecemos a dar voz a quem necessita dar voz.”. Para o professor, o conhecimento nos torna mais humanos e com maior compreensão, principalmente se relacionadas às temáticas como a da exposição. As obras são uma denúncia, mas elas também acalentam o coração e o espírito.”

Atualmente, a exposição conta com 19 artistas e a pretensão é que as obras visitem outros municípios do estado. A exposição fica disponível no hall do 1° piso da escola, até o dia 30 de setembro. 

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CULTURA

Banda acreana Trilobitas lança seu primeiro EP

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Eanes Henrique Enes / Fotos: Reprodução

Conversamos com Willian Garcez e ele nos deu as seguintes informações, em suas palavras:

Apresentação

Trilobitas é uma banda acreana que surgiu em 2018. É um trio composto por Marcos Almeida (bateria), Heleno SZ (baixo e voz) e Wilian Garcez (voz e guitarra).

O trio segue uma linha sonora minimalista e psicodélica, mesclando as diferentes influencias individuais dos integrantes. Uma alquimia de ritmos como rap, punk-rock, soul e samba-rock.

Além disso, as composições trazem textos líricos que abordam variados temas, desde desilusões amorosas até questões de cunho político-social. A poética do Trilobitas é sinestésica, traz elementos da poesia concreta e do “surrealismo político-social brasileiro”.

O EP

Gravado em Rio Branco, no Acre, sob as energias das fartas águas de janeiro de 2021. Foi um trabalho gestado por muito tempo, parido em menos de duas semanas. Tivemos que extrair, com certa rapidez, uma torrente de emoções e afetos produzidos, refletidos, retroalimentados, descobertos, tudo em meio a uma pandemia. A gravação desse EP foi um momento de ressignificar muitas coisas, como a relação da banda, a abertura a mais universos musicais, inerentes às composições, mas que só saltaram aos olhos no processo de gravação. Foi um momento de muita emoção, de realização de parte de um sonho sonhado há muito tempo.

O EP foi gravado e produzido por Cauê Teixeira em Rio Branco. Depois foi mixado pelo mesmo, em BH. A masterização foi feita por André Cabelo, também em BH. O trabalho do trio traz participações muito especiais, contando com uma linda harmonia de piano em “Onde foi”, feita pelo músico e compositor, Rafael Pimenta; um solo visceral do guitarrista acreano, Eanes Henrique, na faixa “Selfie”; e ainda um feat formidável com o rapper mineiro, Abu. 

Esse trabalho é também sobre o agora. Contem moléculas do agora. É um ponto culminante numa relação entre três pessoas, que passam pelas alegrias das criações e pelos desafios de se conviver e compartilhar existências e experiências. Esse trabalho é contra todos os fascismos, os internos e os externos.

Futuros projetos

A gente pretende gravar mais músicas quando for possível. Temos uma boa quantidade de canções já prontas. Enquanto isso não rola, seguimos compondo mais.

FICHA TÉCNICA

Produzido por Cahuê Teixeira e Trilobitas, em Janeiro de 2021

Gravado e mixado por Cahuê Teixeira.

Masterizado por André Cabelo

Inspirado e concebido em Rio Branco – Acre.

Arranjos: Heleno Szerwinsk e Wilian de Arruda.

Composições: Marcos, Heleno e Wilian.

Participações especiais: Rafael Pimenta (piano) em “Onde foi”, Abu (voz) em “Passo febril” e Eanes Henrique (guitarra solo) em “Selfie”

Letras por Wilian G.A (Tocaia, Selfie, Pele preta e O pedreiro) e Heleno Szerwinsk (Onde foi e Passo febril).

Teclado em Selfie por Heleno.

Percussões em Tocaia e Pele preta: Abu.

Capa e conceito visual: Renata Parrilha.

Artes: Danilo D’Sacre e Vandsmile.

Produção e divulgação: Xifuta Records.

Acompanhe a banda nas redes sociais: @trilobitas

Instagram, spotify,  e Youtube.

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ACRE

Em Rio Branco, escolas vão ter que oferecer aulas de meditação e inteligência emocional

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Por Wanglézio Braga / Foto: Ilustração

As escolas da rede municipal de ensino de Rio Branco vão oferecer aos seus alunos aulas de meditação e inteligência emocional. É o que prevê a Lei N° 2410/2021 publicada na edição de hoje (14) do Diário Oficial do Estado (DOE) e assinada pelo prefeito Tião Bocalom (PP).

O “Programa de Meditação e Inteligência Emocional” tem como objetivo “aperfeiçoar o processo educativo nas escolas por meio do desenvolvimento da meditação e da inteligência emocional da comunidade escolar e dos alunos, estimular a melhoria da atenção, concentração, memória, aprendizado e do cognitivo, promover o autoconhecimento e a autorregulação e um maior controle das emoções, desde cedo”.

O dispositivo também terá o objetivo de “melhorar o controle da impulsividade e irritabilidade, reduzir os níveis de ansiedade e estresse, a incidência de violência e bullying e os índices de evasão escolar, promover a melhoria da qualidade de vida da comunidade escolar e alunos e fomentar a empatia e a solidariedade na escola e na sociedade”.

De acordo com o documento, as atividades serão “consideradas extracurriculares, desenvolvidas semanal ou quinzenalmente e de participação facultativa”. ” Para o cumprimento desta lei poderão ser realizados convênios ou parcerias com instituições públicas ou privadas (…) Esta lei entra em vigor na data de início do ano letivo posterior ao de sua publicação”, diz trecho do decreto.

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