GERAL
Diego Gurgel retorna ao Sindicato dos Jornalistas: “Ferramenta coletiva que dá voz, força e proteção”

“Para mim, o sindicato é, antes de tudo, uma ferramenta coletiva que transforma uma profissão isolada em uma categoria com voz, força e proteção”, destacou o fotojornalista Diego Gurgel ao comentar sua decisão de retornar ao Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Acre (Sinjac), após anos afastado da entidade.
O reencontro com o sindicato, segundo Gurgel, vai além de uma simples contribuição financeira. Para ele, representa a retomada de um vínculo com a coletividade e com a luta por direitos da categoria. “É um reencontro com a ideia de união. O jornalista muitas vezes trabalha sozinho, sob pressão, com prazos apertados, e a nossa segurança e valorização dependem de uma organização conjunta”, comentou o profissional.
O fotojornalista ressaltou que, no seu caso, a atuação sindical se torna ainda mais essencial devido às especificidades da profissão. Entre os pontos destacados estão o direito de imagem, a garantia de autoria, o uso indevido de fotografias e a exposição a situações de risco durante coberturas. “A gente precisa de uma estrutura que nos ampare não só tecnicamente, mas também institucionalmente”, disse.
Gurgel também enfatizou a importância da defesa jurídica oferecida pela entidade, considerada por ele um dos pilares do suporte ao profissional. “É o sindicato que luta por melhores condições de trabalho, remuneração justa, respeito à carga horária e segurança, principalmente em coberturas de risco”, pontuou.
Ao falar sobre o retorno, ele destacou que a decisão também tem impacto coletivo. “Os sindicatos só têm força quando são representativos. Cada profissional que retorna amplia o poder de negociação e fortalece a luta por direitos que, muitas vezes, parecem garantidos, mas podem ser perdidos”, afirmou.
Por fim, o fotojornalista fez um apelo aos colegas de profissão para que se reaproximem da entidade. “Espero que outros colegas que estejam afastados também voltem. É esse movimento coletivo que mantém viva a nossa categoria”.












