Connect with us

CULTURA

Exposição coletiva de mulheres artistas acontece em Rio Branco

Publicado

em

Por Eanes Henrique Enes

Com período de visitação de 15 a 31 de agosto, a exposição coletiva “(A)gosto delas”, pinta o Memorial dos Autonomistas com muitas cores em diversos gêneros estéticos.

São 23 mulheres artistas expondo suas obras de singularidades únicas e de muitas multiplicidades.

Mostrando a força das artistas que se unem para mostrar que a hora e a vez são delas.

Simone Pessoa, da curadoria da exposição, nos conta gentilmente, que a ideia foi desenvolvida no passado, mais especificamente em março, quando Fundação Elias Mansour (FEM) propôs a realização de uma exposição com obras só de artistas mulheres, como forma de celebrar o dia internacional das mulheres, dando visibilidade à produção de artistas acreanas. Que se apresentou com o título “Na(s)cer Mulher”.

Também foi proposto realizar outras apresentações artísticas só com mulheres até o fim do ano.

Porém, com a pandemia de covid-19, que assolou o mundo todo, inviabilizou o projeto na época.

Entretanto, com a reabertura parcial dos espaços, surgiu a proposta de uma segunda edição da exposição. Pensada no mês de agosto, para atuar em conjunto à campanha de enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher.

Ficou na responsabilidade da Usina de Artes João Donato fazer a curadoria. Agora com o nome de “(A)gosto Delas”.

Em suas palavras nos conta: “Para ao mesmo, brincar com o nome do mês e deixar claro o conceito de liberdade em relação à mulher e seu direito de escolha, de definição do que quer e do que gosta”.

E ainda mais, no texto de apresentação da exposição, pensaram e expressaram a ideia em que: “A proposta da exposição neste agosto foi de fazer dele um tempo em que essas mulheres artistas pudessem criar e expor a seu gosto obras que as representassem, que traçassem conexões consigo, com as outras artistas da mostra e com o público”.

Fotos: Hannah Lydia

São “23 mulheres artistas, promovendo trocas de ideias, possibilitando trabalhos coletivos, propondo intervenções entre linguagens”.

A respeito da face estética do projeto, acrescenta Simone Pessoa: “nós quisemos deixar bem livre a questão da técnica, do tipo de arte. Como no campo das artes, a figura feminina foi quase sempre invisibilizada, negada a autoria, diminuído o valor de seus potenciais artísticos, quisemos ver e levar ao público a capacidade criativa de cada uma, fosse por meio da escultura, do bordado, da pintura, da literatura, do grafite, da fotografia, da gravura… Para a curadoria, foi muito importante discutir com as artistas as ideias e propostas, desde o título até a montagem das obras e instalações. Algumas delas ajudaram a montar no local sua própria obra e a das outras artistas. No grupo de WhatsApp criado para a comunicação das participantes, tudo foi compartilhado e definido coletivamente”, afirma.

As artistas que expõem suas obras são: Dani Mirini, Rosilene Nobre, Simone Pessoa, Hannah Lydia, Laélia Rodrigues, Ellen Pitta, Fany Dimytria, Rafaela Zanatta, Ana Beatriz Craveiro, Nattércia Damasceno, Kétila Flor, Heide Genifer, Vandsmile, Beatriz Bentes, Alessandra Duarte, Bruna Duarte, Lira Modesto, Marina Bylaardt, Lara de França, Hanna Araújo, Hellen Lirtez, Hallana Di Souza, Isabel Darah e Bell Paixão no cerimonial.

A exposição ocorre de segunda a sexta, de 08h às 12h e 14h às 18h.

E Sábado e domingo das 16h às 20h. No Memorial dos autonomistas. Com período de visitação de 15 a 31 de agosto.

Imperdível esta exposição de multiplicidades e coletividade da força que só as artistas mulheres têm!

Clique para comentar

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

CULTURA

Teatrão, Palácio e Biblioteca da Floresta serão revitalizados

Publicado

em

Por

Agência AC

O governador Gladson Cameli e a senadora Mailza Gomes assinaram, nesta quarta-feira, 19, em Rio Branco, o convênio que garante a revitalização da Biblioteca da Floresta, do Teatro Plácido de Castro (Teatrão), que também terá parte da estrutura física ampliada, e do Palácio Rio Branco. O montante, na ordem de R$ 12,4 milhões, foi destinado pela parlamentar, por meio de extra emenda.

Com os projetos devidamente finalizados pela Secretaria de Estado de Infraestrutura (Seinfra), os documentos dependem tão somente de aprovação da Caixa Econômica Federal para que as ordens de serviço sejam dadas. O banco estatal ficará responsável pela liberação dos recursos e fiscalização das reformas.

O governador Gladson Cameli enalteceu o empenho da senadora com a recuperação destes importantes patrimônios públicos. “O meu muito obrigado à Mailza por ter conseguido esses recursos para a revitalização destes prédios, em especial, o nosso Palácio Rio Branco, que faz parte da história do Acre. Faço questão de acompanhar essa obra de perto”, comentou o chefe do Executivo.

Investimentos na revitalização dos espaços públicos somam R$ 12,4 milhões. Foto: Diego Gurgel/Secom

Mailza Gomes reforçou seu compromisso com a população e afirmou que o seu mandato segue à disposição, para viabilizar recursos que beneficiem o estado. “Estou muito feliz em contribuir com a revitalização desses espaços culturais tão importantes do nosso Acre. O nosso trabalho será sempre em prol do bem coletivo”, afirmou.

Continue lendo

CULTURA

Há 15 anos, o mundo conhecia a história do Acre através da minissérie “Amazônia – De Galvez a Chico Mendes”

Publicado

em

Por

Por Observatório da TV / Foto: Reprodução

Em 2 de janeiro de 2007, a TV Globo estreou a minissérie Amazônia – De Galvez a Chico Mendes, na qual Glória Perez, natural do Acre, quis traçar em três fases um panorama da história do estado e da região.

Um grandioso elenco foi reunido para a produção, que teve direção-geral de Marcos Schechtman, parceiro da autora desde O Clone (2001/02), atual cartaz do Vale a Pena Ver de Novo. A história começa em 1899, atravessa a primeira década do século 20, dá um salto de algumas décadas e tem seu desfecho nos anos 1980.

A partir das famílias do Coronel Firmino (José de Abreu) e do seringueiro Bastião (Jackson Antunes) que como muitos outros é explorado e humilhado pelo proprietário do seringal, a história mostra como o negócio da borracha funcionava e as disputas pelo rentável território do Acre, que na época pertencia à Bolívia, mas era majoritariamente ocupado por brasileiros em busca de melhores perspectivas.

Dessa conjuntura se aproveita Luiz Galvez (José Wilker), espanhol que se lança numa batalha pela conquista do Acre ao saber que os bolivianos estão para arrendar toda a região a um consórcio formado por empresários da Inglaterra e dos Estados Unidos.

Nesse cenário tem destaque também a figura do militar Plácido de Castro (Alexandre Borges), que chega ao Acre para demarcar terras de seringais e acaba envolvido na disputa pela independência do território, que consegue.
Entre os anos 1940 e 1950, depois de muitos anos de distribuição desigual da riqueza surgida da borracha e com a grande concorrência das plantações mais organizadas da Malásia, o cultivo brasileiro cai em decadência. Nessa fase surgem amadurecidos Augusto (Humberto Martins), filho do Coronel Firmino, e Bento (Emílio Orciollo Netto), filho de Bastião.

Nos anos 1980, os vastos seringais já deram lugar a pastos para gado. Augusto (Francisco Cuoco) não consegue impedir que o domínio de outrora lhe escape por entre os dedos. De sua parte, Bento (Lima Duarte) é o grande amigo de Chico Mendes (Cássio Gabus Mendes), cuja luta por direitos dos índios e dos seringueiros e contra a destruição da Amazônia o leva a ser assassinado cruel e covardemente.

Leia mais: https://observatoriodatv.uol.com.br/colunas/fabio-costa/na-manchete-e-na-globo-a-amazonia-foi-cenario-de-producoes-de-teledramaturgia

Continue lendo

CULTURA

Antologia Reminiscências contempla mais de 70 escritores acreanos

Publicado

em

Por

Ascom/FEM

Elaborada a partir de um projeto da Câmara Temática de Literatura de Rio Branco, entidade ligada ao Sistema Municipal de Cultura, gerido pela Fundação Garibaldi Brasil (FGB), foi lançada esta semana a antologia Reminiscências.

Aprovada na primeira fase do edital da Lei Aldir Blanc, a proposta foi executada pelo governo do Estado do Acre, por meio da Fundação de Cultura Elias Mansour (FEM).

Visando promover a publicação de obras literárias no estado e incentivar a leitura e a escrita, a publicação contemplou 71 escritores acreanos.

Ao todo, foram impressas mil cópias da obra, sendo 700 distribuídas entre os escritores, como pagamento de direitos autorais, e 200 à FEM, instituições de educação e ensino do estado e espaços de leitura. As outras cem são destinadas aos organizadores da obra.

A proposta foi trazer à tona o nome de escritores acreanos, desde aqueles que nunca haviam publicado até os que já possuíam publicações.

Em abril de 2021, a Câmara Temática de Literatura lançou o I Prêmio Florentina Esteves de Poesia, Contos e Causos, que teve como resultado o I Festival Literário de Poesias, Contos e Causos, realizado em dezembro.

Os dois eventos contaram com a representatividade da escritora e produtora cultural Kelen Andrade e do escritor e também produtor Alessandro Gondim, e culminaram  na elaboração da antologia, em que todas as obras inscritas participam.

Sobre o Prêmio Florentina Esteves

O Prêmio Florentina Esteves de Literatura foi a primeira premiação acreana que homenageou uma mulher. Florentina, falecida em 2018, foi uma escritora, romancista e educadora que dedicou parte de sua vida à educação e cultura acreanas, sendo a primeira professora graduada do estado e secretária de Educação do Acre na década de 1960.

Além disso, em sua trajetória, também destacou-se como membro da Academia Acreana de Letras.

Já o festival contou com apresentações artísticas e a entrega de certificados para os vencedores.

O projeto

O projeto teve início com as inscrições em abril de 2021 e em 28 de dezembro realizou o Festival Literário de forma presencial, contando com apresentações artísticas e homenagens.

Buscou-se  premiar três autores por categoria, totalizando nove premiações em dinheiro. Uma das características marcantes do projeto é que uma de sua categorias é o causo acreano,  gênero literário típico na região.

Para Kelen Andrade, “foi um projeto que atingiu todo o estado, pessoas que nunca publicaram conseguiram pela primeira vez, além de empregar profissionais de várias áreas editoriais e artistas de outros segmentos”.

Continue lendo

Trending

O Portal AcreNews é uma publicação de AcreNews Comunicação e Publicidade

Editor-chefe: Evandro Cordeiro

Contato: siteacrenews@gmail.com

Área rural 204, Barro Vermelho - Rio Branco

CNPJ: 40.304.331/0001-30

Os artigos assinados não traduzem, necessariamente, a opinião deste jornal



Copyright © 2021 Acre News. Todos os direitos reservados. Desenvolvido por STECON Engenharia e Tecnologia