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Padre e pastor falam sobre Paixão e Páscoa a convite do Acrenews

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O Acrenews chamou duas lideranças importantes do cristianismo cujos sacerdócios são realizados no Acre, para falarem sobre os importantes feriados da Sexta-feira da Paixão e Páscoa. As opiniões deles divergem pouco, mas não deixam de ser interessantes.

Nascido em Borgo a Mozzano, Itália, 1945, Padre Masssimo Lombardi entra no seminário em 7 de novembro de 1957. Foi ordenado padre em Lucca, no dia 28 de junho de 1969, por Dom Enrico Bartoletti.


De 1969 a 1974 ingressou na Freguesia de S. Paolino, em Lucca. Em julho e agosto de 1974 foi a Verona para se preparar para o CEIAL.


Em Verona, no Centro Eclesial Italiano para a América Latina (CEIAL), aprende o português, começa a vivenciar a espiritualidade missionária e a aprofundar a realidade do Brasil.


Desde 1974 o Padre Massimo parte como sacerdote “fidei donum”, juntamente com outros dois colegas, abre a frente missionária da Igreja de Lucca na região amazônica, materializando assim a irmandade da Igreja de Lucca com a ex-Prelazia de Acri e Purus, que mais tarde se tornou a atual Diocese de Rio Branco.


Começou com a paróquia de Santa Inês, passando depois para a Paróquia do Divino Espírito Santo.
Depois mudou-se para a paróquia de Cristo Libertador, onde desceu pelos mais perdidos e pobres dos becos e barracos, “fez uma missão de rua”, com todas as pessoas, crianças e mulheres, homens e idosos, visitando-os e fazendo-os sentir e experimentar o espírito missionário.


Em seguida, subiu à Catedral para enfrentar a nova missão da pastoral urbana, com os novos desafios do centro da capital, Rio Branco.


O último desafio foi a Cidade do Povo.


Ao preparar seus fiéis catedrais, ele também engajou e fascinou outras paróquias para iniciar a enorme missão de evangelizar as pessoas da nova cidade com seus novos e grandes problemas.
O Padre Massimo, depois de cinquenta anos de sacerdócio e quarenta e cinco de Acre, ainda não disse: “Missão cumprida!”


Começou com o Bispo Moacyr Grechi, Bispo de Rio Branco de 1972 a 1998.
Hoje colabora com Dom Joaquim Pertinez Fernandez, Bispo de Rio Branco desde 1999.
Convidado pelo Acrenews para fazer uma sinopse da Sexta Santa, sobre como a igreja romana a ver, ele disse, entre outras, que muita coisa mudou, mas a essência da Paixão de Cristo é a mesma. Veja o que ele disse mais:

Acrenews – A paixão de Cristo ainda é comemorada como antigamente pela igreja Católica?

Padre Massimo – Estamos vivendo o tríduo Pascal, que é formado de três dias, com três celebrações que formam uma unidade: quinta-feira santa, ceia do Senhor, lava-pés, que foi comemorado. Hoje, sexta-feira, comemoramos a paixão e a morte de Jesus. Sábado é véspera da Páscoa, comemorando já a vitória de Jesus sobre a maldade humana, sobre o egoismo, sobre a violência, sobre a morte, porque Ele ressuscitou. São três dias que formam o tríduo Pascal.

Acrenews – Com a pandemia, que lição o cristão pode tirar nesse ferido santo?

Padre Massimo – Essa pandemia, pelo menos o aspecto comercial já foi rebaixado, porque nessa pandemia as preocupações são outras: precaução e defesa e cuidado da própria saúde, da saúde dos familiares. A gente tem aquela situação de medo. É um sofrimento muito grande porque a gente sabe que o vírus é traiçoeiro. Então a gente fica se distanciando. Agora isso é perigoso porque ninguém deve se acostumar depois a viver no individualismo, pensando só em si. Agora quem tem fé sabe que Jesus Cristo continua vivo, vencedor da morte. Ele procama a vida. Só que a vida de Jesus é uma vida verdadeira, plena, não é só uma vidinha egoísta. Na pandemia nós devemos aproveitar para entender que a nossa vida tem sentido se for vivida como partilha, como generosidade, como solidariedade, para construirmos uma cultura de paz. Pelo contrário a pandemia não vai nos ensinar nada. E vai passar em vão, sem produzir frutos. Através das reflexões sobre o evangelho, sobre a paixão, morte e ressurreição de Jesus, uma reflexão que não poderá ser feita nas grandes assembleias ou eventos da igreja, mas uma reflexão e uma meditação feita na própria casa, no máximo acompanhando pela televisão ou pelas redes sociais algumas celebrações. Mas isso para um dia com mais força, vencendo o individualismo aí recebendo aquela vontade de abraçar, de apertar a mão e de ajudar as pessoas menos favorecidas. Então eu acredito que o tríduo Pascal esta semana santa Jesus que morre e ressuscita, que continua no nosso meio, vai nos ajudar demais para plantar aquelas sementes de uma nova sociedade, de novos relacionamentos. Pelo contrário tantas mortes serão em vão, mas a morte de Jesus não foi em vão. Produziu muitos e muitos frutos. Que assim seja!

Pastor diz que sexta da Paixão é só para lembrar de onde veio a salvação

O pastor protestante Francisco Francelino, liderança da igreja Assembleia de Deus no segundo distrito de Rio Branco, descreveu ao Acrenews o que a igreja pensa na atualidade sobre datas como a sexta-feira Santa. Não é dele polemizar, mas ele defende o seguinte: a sexta da Paixão não precisa de nenhuma espiritualização a mais, senão lembrar da morte de Cristo pela salvação da humanidade. Nascido no interior de Cruzeiro do Sul, no Acre, em 1957, o pastor Francelino se mudou para a cidade aos nove anos de idade. Era uma vida de muita pobreza. “Na verdade não era uma vida de pobreza, a gente vivia mesmo uma vida de miséria”, conta. Com o pai doente, aos 12 anos ele era como se fosse o provedor da casa. “Eu fazia de tudo que você possa imaginar para levar algum tipo de sustento para dentro de casa, para ajudar minha mãe, que também fazia algum serviço para ajudar. Não tive oportunidade de estudar. Naquela época fiz apenas o primeiro grau”, conta.


Quando chegou em Rio Branco, em 1995, foi que o pastor concluiu o ensino médio, na base do provão, mas ai veio a grande sacada da vida: foi para uma faculdade, cursar Direito, depois de driblar tantas dificuldades. Foi um dos melhores alunos e logo na primeira tentativa passou no exame da ordem. “Passei na primeira prova que fiz o exame de ordem e me tornei advogado pela graça de Deus. Eu sou de família de descendência indígena. A minha bisavó era india”, segundo ele. Francelino também estudou teologia. Com toda essa bagagem, ele falou mais o seguinte ao Acrenews:

Acrenews – Como a igreja evangélica atual trata de datas como a sexta-feira da Paixão?

Pastor Francelino – A igreja evangélica, por exemplo Assembleia de Deus, ela trata esse dia de hoje, sexta-feira, chamada sexta-feira Santa, como um feriado normal. Apenas usamos esse dia para relembrar que Cristo morreu por nós na cruz do calvário, mas sem nenhum adendo a mais. Nós não usamos esse dia para ficar sem poder fazer nenhuma atividade, não usamos esse dia para auto piedade, para autocomiseração. Vemos esse dia como um feriado normal e com essa observação de que lembramos que o cristianismo comemora nesse dia o dia em que Cristo foi crucificado, deu sua vida por nós. É importante lembrar que Cristo morreu por nós dando a sua vida no calvário para nos salvar de todos os nossos pecados e por isso não deixa de ser uma data que os cristãos devem lembrar com com amor a obra de Deus, com amor ao seu semelhante, mas nada além dessas coisas.

Acrenews – O que a igreja protestante mais crítica em relação ao mercantilismo em datas como a sexta santa?

Pastor Francelino – Infelizmente todos os dias que o cristianismo passou a celebrar com relação a pessoa de Jesus, outros dias têm se tornando datas puramente mercantilistas, né? Por exemplo: agora na Páscoa retiraram o cordeiro que é o símbolo de Cristo morrendo no calvário por nós e colocaram chocolate, ovos de chocolate. O que nós vemos de fato é que o cristianismo tem perdido, a medida que o tempo avança e tem perdido muita sua essência e perdendo a sua essência ele avança muito para o lado materialista, esquecendo-se daquilo que verdadeiramente tem valor e passa a praticar outras atitudes, outras ações que não tem nada a ver com as datas. É só observar a data celebrada por Israel até hoje, claro que de maneira bem diferente daquela que foi original, se lembra ação da Páscoa, que lembrava a saída dos judeus do Egito. Foi morto um cordeiro e o cordeiro era o símbolo da morte de Cristo, simbolizava também Cristo no calvário. Então a medida que o cristianismo foi se humanizando ele foi perdendo o valor das coisas, foi deixando de dar valor aquilo que realmente tem valor para valorizar outras coisas e isso é normal em toda situação, em qualquer situação, não. Quando você deixa de valorizar uma coisa boa, você vai ter que colocar outra no lugar dela e você melhorou você vai escolher ou uma melhor ou vai escolher uma pior. No cristianismo infelizmente tem acontecido isso: as pessoas deixaram o verdadeiro, aquilo que realmente tem valor nas escrituras para seguir as suas próprias linhas, dotes comerciais e assim por diante.

Acrenews – Como o senhor enxerga a pandemia de coronavirus nesse momento e sua relação com os dias ditos santos?

Francelino – A pandemia chegou para diminuir essa farra comercial que fazem nos feriados considerados feriados sagrados. Eu não creio que seja só isso, eu creio que existe algo muito maior por trás de tudo isso, eu creio que esse vírus que está assolando o mundo ele foi um vírus criado com a intenção de fazer exatamente aquilo que ele tá fazendo, mas creio também que tudo isso está registrado nas escrituras, são cumprimento das escrituras para os finais dos tempos. Se formos observar o que tem me chamado muita atenção nesses últimos dias é Daniel capítulo 7. Você vai ver que que está acontecendo hoje parece ser um ensaio daquilo que irá acontecer quando o anticristo vier, aparecer na terra parece ser um ensaio. Mudança de leis e governantes tentando mudar os dias, proibições e mais proibições de tudo quanto é lado, muita confusão na terra. Então se você for ver, existe algo muito maior do que simplesmente essa questão de que o povo precisava dar uma parada, mas o fato é que também o mundo esqueceu de Deus e a Bíblia diz que quando estivermos próximo da vinda de Jesus o mundo vai estar como nos dias de Noé, quando uns comiam, casavam e davam-se em casamento. Ou seja: ninguém lembrava mais de Deus. Então está chegando o fim dos tempos e aí junta-se uma coisa com a outra e Deus, claro, nos fim dos tempos a palavra de Deus está declarando que vão acontecer muitas desgraças, muitas misérias. Isso também servirá como um meio pedagógico para chamar atenção da humanidade para voltar-se para Deus. Certamente essa pandemia tem levado muita gente a se voltar para Deus, porque tem percebido que o fim dos tempos estão aí as portas.

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Assembleia de Deus faz programação para celebrar os 110 anos de fundação em Belém

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G1 Pará Foto: Reprodução

A Assembleia de Deus completa 110 anos de fundação e para celebrar a data, a igreja realiza programações em Belém, cidade onde tudo começou. Nesta sexta-feira (18), haverá culto solene, às 19h, com a presença do presidente Jair Bolsonaro, governador Helder Barbalho, prefeito de Belém, Edmilson Rodrigues entre outros convidados. A programação será transmitida pelas redes sociais da igreja.

No sábado (19), está programada a inauguração do Museu Nacional da Assembleia de Deus, localizado na avenida Nazaré com a travessa 14 de Março. E às 9h, haverá a reconstituição da chegada dos pioneiros Daniel Berg e Gunnar Vingren, na Escadinha, no Porto de Belém.

Aproximadamente 200 pessoas serão recepcionadas, vindas de navios, vestidas em trajes do início do século XX. De acordo com a igreja, o evento já é tradição e por medidas restritivas em razão da pandemia, será aberto a um público reduzido para evitar aglomerações.

Fundação

No início do século XX, os suecos Daniel Berg e Gunnar Vingren, receberam em profecia a ordem de que tinham que pregar o evangelho num lugar chamado Pará. Ao pesquisarem no mapa, descobriram que era um local distante na Amazônia. Sem dinheiro e sem entenderem o idioma português, partiram de Nova York rumo a capital paraense. Eles desembarcaram em Belém no dia 19 de novembro de 1910. No Pará conheceram o casal Henrique e Celina Albuquerque, que cederam sua casa para as reuniões pentecostais.

A Assembleia de Deus é uma igreja missionária, com forte atuação na América do Sul, África e Ásia e outros países. Além de missões internacionais, a Igreja presta serviços às comunidades carentes da região metropolitana e ribeirinhas, além de refugiados.

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Conheça a história da Assembleia de Deus em Feijó, que completa 88 anos esse mês

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ASSEMBLEIA DE DEUS EM FEIJÓ – ACRE: UM EXÉRCITO IMBATÍVEL

Corria a década de 30…

Tempos sombrios, de grave crise econômica e de instabilidade política, marcavam o mundo pós-guerra. A Europa, ainda atormentada pelos horrores do grande conflito armado, via eclodir os movimentos totalitários, comandados por discursos inflamados de líderes como Mussolini, Stálin e Hitler. Homens que lideraram grandes exércitos pela força de ideologias extremistas. Homens que escreveram seus nomes nos anais da história com as penas do terror e com a tinta do sangue de seus compatriotas. Homens cujos nomes a história deveria esquecer!

Mas, bem longe daquele contexto tenebroso, na cidade de Feijó, no norte do Brasil, e com perfis totalmente opostos aos daqueles homens malignos e cruéis, atuaram homens cujos nomes a história deveria reverenciar. Homens cuja única ideologia é o amor perfeito do Pai. Homens de corações incendiados pela centelha missionária, apaixonados por almas. Homens que, ao invés de sujarem suas mãos de sangue, espalharam a semente do evangelho, plantando esperança nos corações sedentos de uma mensagem de paz.

São dezenas deles! E queremos, nesta noite tão solene, relembrar seus feitos tão dignos de fulgurar nos mais convencionais registros históricos.

Voltemos à década de 30 e visitemos o município de Envira, no Amazonas. Ali, encontraremos Lino José Benício servindo como evangelista numa humilde congregação do seringal Novo Mundo. Um homem simples, obediente à Palavra e disposto a cumprir o Ide do Mestre. Foi essa sua disposição e o seu amor pela obra missionária que o levou a abandonar seu lugar e, orientado pelo Espírito Santo, fundar uma igreja na então Vila Feijó, no Acre. Naquele templo simples, construído em madeira bruta e coberto de palha, Lino José Benício foi apresentado ao pastorado e consagrado, sendo, logo em seguida, empossado pelo pastor José Floriano, em 16 de junho de 1933.

Naqueles tempos difíceis, de cultos realizados à luz de candeeiro e farol, o fervor da igreja incipiente e a pregação da Palavra eram o que atraía cada vez mais almas para o Sol da Justiça, que é Jesus.

No ano de 1939, acometido de uma doença, nosso pioneiro deixa a direção da igreja, após 6 anos de intenso trabalho e dedicação amorosa à causa do evangelho.

Entre os anos de 1939-55, coube ao pastor Manoel Araújo, de nacionalidade portuguesa, a missão de desbravar as terras feijoenses, abrindo vários pontos de pregação, construindo novas congregações e reconstruindo o templo central da igreja em madeira de lei. Sob a graça e a unção de Deus na ministração da Palavra, e extremamente zeloso da doutrina e organização da igreja, esse intrépido obreiro viu engrossar a fileira de fiéis no campo que lhe foi confiado. Consciente do dever cumprido, 16 anos após sua posse, em 1955, é transferido para Rio Branco, onde presidiria aquela igreja e a Convenção Regional do Acre.

Pastor Antônio Prudente de Almeida e sua esposa Valda Almeida foram os nomes escolhidos para assumirem a presidência desta igreja no ano de 1955. Após dois anos, em 1957, pastor Prudente, sentindo ter findado o seu tempo à frente desta obra, transferiu o cajado ao seu sucessor.

Era um novo tempo. O Dono da obra procurava alguém que, com ousadia e intrepidez, investisse no evangelismo pessoal. Em Sena Madureira, no seringal Macoã, estava o casal de obreiros preparado para essa missão. E foi assim que, em 1957, o pastor Raimundo José do Nascimento e sua esposa, a irmã Maria de Lourdes Elias do Nascimento, foram comissionados por Deus para assumir a direção da igreja feijoense.

Ocorre que, por desígnios do Pai, o pastor Raimundo experimentou a dor da perda de sua fiel companheira. Os tempos não eram realmente fáceis, mas Deus não deixa as lágrimas de um fiel secarem no chão da indiferença. Lágrimas de um fiel, plantadas em solo de dor, geram frutos de alegria. E, para o pastor Raimundo José, a alegria veio num matrimônio abençoador, nos filhos que lhe daria a irmã Judite Aguiar do Nascimento e em 22 anos de profícuo ministério à frente desta igreja, findo em 23 de maio de 1979.

O pastor João Batista Adrião, junto com sua esposa Francisca Adrião, assumiu esta igreja no dia 23 de maio de 1.979 e permaneceu até março de 1982, passando quatro anos entre nós.

Após sua saída, assumiu o pastor Jonas Francisco da Costa que, com sua esposa Adaíres Costa, presidiu esta igreja de 13 de setembro de 1.982 a 14 de novembro de 1.983, por pouco mais de 1 ano.

Entre idas e vindas de obreiros, a obra do Senhor em Feijó crescia a passos largos. Deus confirmava sua presença no meio do seu povo e o ministério de cada obreiro que dedicava sua vida a esse lugar. 

Não foi diferente com o pastor Luiz Gonzaga de Lima e sua esposa Vânia Maria Chiquito de Lima. Apesar de bem jovem, pastor Luiz era convicto da chamada de Deus em sua vida e assumiu a liderança desta igreja em novembro de 1.983 a setembro de 1.986, passando três anos à frente deste trabalho.

Logo em seguida, a missão de nos apascentar foi confiada ao pastor Sebastião Jesus de Araújo e à sua esposa, irmã Elizabete, que nos presidiram no período de setembro de 1.986 a 1.987.

Com a saída do pastor Sebastião, coube a um filho de Feijó e filho na fé desta igreja, o pastor Jader Correia de Sena, a honra de servir ao Senhor na presidência interina da Assembleia de Deus em Feijó, juntamente com sua esposa, a irmã Lizete Thaumaturgo Sena. No curto período de 1987 a abril de 1988, esse casal de obreiros contribuiu de forma muito significativa para o elevo espiritual desta igreja.

Pastor Jader foi sucedido pelo pastor Peregrino Nogueira de Oliveira, que desde muito jovem se dedicou ao ministério da palavra. Ele e sua esposa, irmã Silvânia Helena Lopes de Oliveira, foram empossados em 16 de abril de 1.988, pastorearam durante quatro anos, saindo em outubro de 1.992.

Em seguida, o pastor Rosilúcio Oliveira Britto assume a liderança da igreja, em 09 de outubro de 1.992. A exemplo dos que lhe antecederam, realizou um grande trabalho em prol da Obra do Senhor. Ele e sua esposa Ivanete Mesquita Britto passaram três anos na direção deste trabalho e tiveram sua participação na história desta igreja até setembro de 1.995.

De setembro a novembro de 1995, a missão foi atribuída ao pastor Josué de Souza Almeida, que, por razões particulares, precisou deixar a presidência da igreja.

No dia 05 de novembro de 1.995, assume a presidência da igreja o pastor Francisco das Chagas Santiago de Oliveira que, em companhia de sua esposa, a irmã Alzenira do Nascimento Oliveira, aqui estive por dois anos, realizando um brilhante trabalho para Deus. Concluído o tempo de Deus nas suas vidas, nossos pastores foram despedidos no dia 15 de março de 1.997.

Na mesma data, assume o pastor Lázaro Humberto Lemes que, juntamente com sua esposa, a irmã Luzia Aparecida Rodrigues Lemes, realizou relevantes trabalhos, dentre os quais estão a construção de algumas congregações e a edificação do novo templo, cumprindo suas responsabilidades de maneira muito correta e eficiente.

Entendendo que seu tempo estava findando na presidência desta igreja e que o Senhor lhe chamava para outro lugar, pastor Lázaro entregou a presidência, em 04 de setembro de 2.005, sendo substituído pelo pastor Valério Oliveira da Silva que, com sua esposa Vera Lúcia Teixeira da Silva, preside de 04 de setembro a 11 de março de 2.007, deixando marcas de dedicação e compromisso na causa do Senhor.

Concluindo o seu tempo na presidência, pastor Valério se despede, transferindo a honra ao nosso querido e atual pastor Rogélio Luiz Rodrigues de Souza e sua mui digna esposa, a pastora Maria Surleide Alves de Souza.

Pastor Rogélio, apesar de ser um obreiro relativamente jovem, responde positivamente às necessidades da igreja feijoense. Seu ministério é confirmado pelo Senhor por meio do crescimento vertiginoso da obra e da experimentação do sobrenatural de Deus nos diferentes trabalhos a que se propõe realizar. Trabalhos esses sempre marcados por muito dinamismo e espiritualidade e pela presença ativa e marcante da pastora Surleide, uma obreira na acepção lata da palavra e entusiasta do ministério do esposo.

 Já são mais de 12 anos à frente desta igreja. Período em que vários departamentos foram criados; muitos templos construídos, tanto na cidade quanto no interior, e vários métodos de trabalho implantados, todos eles resultando no crescimento expansivo da igreja!

Hoje, a Assembleia de Deus em Feijó dispõe de um templo sede espaçoso, moderno e com amplo estacionamento. Possui também um quadro de 15 pastores, 18 evangelistas, dezenas de presbíteros, missionárias, diáconos, diaconisas e auxiliares que servem nesta obra.

Pastor Rogélio, pela abundante graça de Deus, empreendeu muitas conquistas espirituais nesses anos todos, mas a maior delas, certamente, é poder testemunhar o crescimento da igreja em mais 100%! Feijó tem, hoje, um verdadeiro exército de mais de 5 mil assembleianos, comandados por um líder inflamado pelo amor de Deus, tomado de paixão por almas.

 Temos milhões de motivos para celebrar ao Senhor, para render graças ao seu poderoso nome, pois que tão cuidadosamente nos deu líderes cheios de unção e ousadia. Homens que não tiveram as suas vidas por preciosas, mas cumpriram a carreira que aqui lhes estava proposta, dando testemunha da graça salvadora e cuidando amorosamente daqueles que lhes foram confiados pelo Senhor dos exércitos!

Aqueles grandes homens da história secular, que, na década de 30, arregimentavam multidões em nome de ideologias extremistas, mesmo sendo oradores brilhantes, líderes natos, não lograram êxito em suas empreitadas: suas estratégias falharam, seus numerosos exércitos tombaram, os reinos que pretendiam estabelecer ficaram apenas em seus loucos sonhos. Eles atraíram para si o peso eterno de tanto sangue derramado e pereceram sem deixar saudades!

Mas, entre nós, longe dos holofotes e dos registros da história oficial, há uma galeria de heróis de verdade! Há uma galeria de nomes que fulguram nos anais celestiais. Nomes de homens que, por meio da fé, venceram o reino das trevas, praticaram a justiça, puseram em fuga legiões de espíritos aprisionadores de almas, triunfaram sobre enfermidades, da fraqueza tiraram forças, tornaram-se poderosos na guerra contra o pecado e puseram de pé um exército mui excelente! E esse exército é o que aqui se vê hoje: essa igreja poderosa, viva, combatente e vitoriosa. Uma igreja que milita contra principados e potestades, contra as hostes espirituais da maldade e que avança destemida no território do inimigo!

Aquela igrejinha tão pequena, que começou com uma família, é hoje uma grande potência espiritual porque foi alimentada não com discursos de ódio nem com filosofias humanas. Diante dela estiveram os comissionados do Senhor dos exércitos, cuja ideologia é a palavra do próprio Cristo que diz: Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura!

Oitenta e seis anos se passaram desde o longínquo 1933. Nesse tempo, líderes mundiais fracassaram, planos de governos falharam, economias fortes faliram, mas nós estamos de pé, conservando a tocha acesa, pois somos fruto daquela semente que, há 86 anos, foi plantada no calor do fogo pentecostal!

E que venham outros oitenta e seis anos, para mostrarmos ao mundo inteiro que a Igreja de Cristo nunca sucumbirá, pois, o próprio Jesus é o seu sustentáculo! E as portas do inferno não prevalecerão contra ela!

Deus abençoe Feijó.

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Gabriela Câmara e vereador Arnaldo Barros realizam projeto de evangelismo

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Folha do Acre

A missionária Gabriela Câmara e o vereador Arnaldo Barros estiveram na última sexta-feira (12) em mais uma ação no presídio Francisco de Oliveira Conde onde realizaram doações de Bíblias de estudos para os presos. Foi a primeira vez que a missionária Gabriela Câmara realizou este tipo de missão após ter sido consagrada como missionária na Assembleia de Deus Madureira.

Gabriela Câmara e Arnaldo Barros formaram uma parceria em busca de evangelizar o maior número de pessoas possíveis e ajudar na reabilitação de dependentes químicos.

“Temos uma aliança em prol de ganhar almas para Jesus e reduzir a criminalidade”, diz.

Arnaldo Barros é fundador do projeto “Paz para o Acre” que busca ressocializar pessoas que estejam dispostas a abandonar facções criminosas.

Gabriela Câmara além de missionária da Assembleia de Deus também é diretora da Boas Novas onde desenvolve um projeto de evangelismo em tempo integral.

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