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ARTIGO

Lembranças: o hoje e o ontem – agruras “vermelhas”

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Enilson Amorim

Na quinta-feira (16) o Estado do Acre amanheceu com uma notícia muito preocupante para quem está vendo o Acre crescendo e se tornando um lugar próspero e com justiça social. As redes sociais e sites noticiavam uma operação da polícia federal denominada “Operação Ptolomeu”, que visa investigar um suposto caso de corrupção ocorrido no governo do Estado do Acre. Tudo isto acontecia enquanto o chefe do executivo cumpria agenda política no interior do Acre e se preparava para mais uma jornada em busca de atender o clamor das mais isoladas populações do Estado. Diga-se um suposto caso de corrupção, considerando que as investigações ainda seguem em busca de provas, marcas identificadas pelo afastamento de alguns membros do alto escalão do governo, para não interferirem nas investigações. Tal ação que, ao meu ver, é legítima dos Órgãos Federais. Ao mesmo tempo, demonstram competência quando reconhecem eventuais erros, através da ratificação do anúncio equivocado da própria PF de que haveria um aparato da segurança pública que auxiliava nesta problemática e que podem ou não envolver alguns membros do Governo do Estado.

No entanto, o que não dá para tolerar e ficar emudecido diante da visibilidade, na Câmara Federal, em Brasília, e ver alguns Deputados Federais do PT e do PCdoB, ocuparem o Plenário da Câmara para ficarem gritando, na tribuna, chamando o atual governo do Acre de “Governo Corrupto”, sem ao menos esperarem a conclusão das investigações. Primeiro porque estes petistas defenderam e fizeram parte do maior esquema de corrupção de nosso país, iniciando com os governos de Lula em 2005, com o Mensalão liderado por José Dirceu e Delúbio Soares, e se estendendo até 20014, com o Governo de Dilma Rousseff, com a Operação Lava Jato que, naquela ocasião, provou o desviou de bilhões de reais da Petrobrás, cujo destino era para os cofres do partido e de seus demais gatunos. Tal esquema milionário foi denominado “Petrolão”. O resultado desta operação culminou não só com este aumento abusivo da gasolina em dias atuais, mas com a prisão da quadrilha petista e de seu líder “Petralha Maior”. E acreditem: seus Deputados Federais, estaduais, vereadores, Senadores e Governadores, espalhados em todo o país, passavam dias e noites defendendo seus bandidos e seu partido que, já estava tingido, desde a sua criação, pelo vermelho da corrupção generalizada. Tais acontecimentos, naqueles tempos, mancharam nosso país diante das instituições internacionais, causando um enorme descrédito sem precedentes, existentes inclusive em dia atuais.

Aqui, no Acre, este mesmo partido que, infelizmente, governou nosso Estado por vinte anos, não foi diferente, porque sempre foram membros de uma única família, a saber da corrupção. Superfaturavam obras, compravam bocas-de-lobo superfaturados e foram alvo, em seu último governo, de uma operação da Polícia Federal denominada “Operação G7” que, inclusive, culminou com a identificação de uma grande quadrilha composta por 35 pessoas, sendo que 15 foram Secretários de Estado, presos na sede da Polícia Federal,

no Acre, acusados de formação de quadrilha. Os membros desta quadrilha praticavam fraudes em licitações públicas no programa “Minha Casa Minha Vida”, formando um verdadeiro sindicato do crime no Estado do Acre. E mais uma vez, um de seus Senadores ímprobo, chegou, inclusive, a visitar um destes chefes da quadrilha petista, no Presídio tentando lhe servir como Advogado Criminalista na defesa destes vigaristas e trapaceiros que estavam roubando a população acreana por cerca de vinte anos. Neste escândalo, que deixou a população acreana bastante revoltada, ocorrido em 2016, os petistas que agora gritam, na Câmara Federal, contra o atual governo, defendiam com unhas e dentes seus bandidinhos de estimação, afirmando fielmente que eram honestos mesmo vendo as provas contundentes de suas falcatruas. É por isso que é bom as lembranças de hoje, mas as de outrora são bem melhores, porque elas foram concretizadas e provadas, fielmente, enquanto que as de hoje estão ainda sob investigação e não devemos julgar, antecipadamente, sem provas. Ainda mais por gente que vivia em meio à “gatunagem” e lambuzados pelo lamaçal da corrupção.

Em contrapartida, há quem diga que o atual governo, enfraquece porque ainda está contido em seus quadros, alguns larápios de esquerda que conseguiram de forma sorrateira permanecerem mamando nas tetas do Estado. Tal fato, fora denunciado no início do governo atual por alguns de seus aliados, no entanto, tal conselho caiu no esquecimento. Deve ser por isso que, muitos acham que o que está acontecendo é motivado por um “fogo amigo”, e que Gladson Cameli (PP) parece estar dormindo sem perceber com o inimigo e se debruçando ao lado de petistas que fazem parte de seu governo e que planejam a retomada de poder, levando informações palacianas para aqueles que visam ganhar as próximas eleições nem que seja pelo jogo mais sujo que a política lhe oferece. Afinal de contas, se dormirmos com o inimigo se tornamos mais vulnerável a seu veneno e existe uma possibilidade mais contundente de sermos mortos por ele, principalmente quando este é especialista em traições como é o caso da perseguição feita por este partido a “ex-seringueira” oriunda do Seringal Bagaço, que a meu ver, foi a única que não se corrompeu e por isso, foi perseguida.

Está claro que além disto, tais facínoras, usam tais acontecimentos nas redes sociais visando criar um discurso de que eles devem voltar ao poder porque fizeram obras importante como um esgoto a céu aberto denominado Canal da Maternidade para causar doenças aos transeuntes de Rio Branco e uma “Pinguela” que fica a menos de 30 metros das pontes Coronel Sebastião Dantas e Juscelino Kubistchek. Eles, usando estes discursos para continuarem roubando os cofres públicos e praticando perseguições morais políticas como dantes devem compreender que os tempos são outros considerando que as informações chegam rápidas e já não podem ser manipuladas tão facilmente como dantes. Como diria Antônio Costa “O maior medo de um político corrupto é um povo esclarecido”, e este texto tem esta função: esclarecer, com precisão, os acontecimentos passados e fazer uma relação com o presente.

No entanto petistas canalhas, o povo agora acordou e sabe o significado de seu joguinho, já não basta vinte anos de roubalheira em nosso Estado e no País? Acredito que

vamos preferir caras novas no governo e não figuras decrépitas como vocês que se tornaram os maiores especialistas em roubalheira de todos os tempos em nossa sofrida República. Com este ensaio de memória, visamos lembrar dos acontecimentos de outrora, considerando que a memória de alguns petistas, parece-me que ficaram um pouco turvas, quando olham para o passado. Lembrar é bom, principalmente para os ladrões de outrora, aconselhando-lhes que não julguem antecipadamente algo da atualidade que ainda precisa de provas. Ao contrário de seus bandidos do passado recente que foram presos e condenados, em diversas instâncias do judiciário brasileiro, provando, de forma concisa, que na “petezada” a especialidade da roubalheira corre em seus DNAs, porque é um grupo fissurado em práticas ilícitas que nem uma casa de recuperação consegue curar este vício.

Com isso, julgar sem provas é fácil para muitos “vermelhos ímprobos”. A verdade é que este Governo Cameli, até que se prove o contrário, tem atuado com respeito à população e zelo ao erário público. Vamos respeitar os gestores atuais e aguardar as investigações da polícia federal. Respeito é bom e o acreano gosta!

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ARTIGO

ARTIGO | Gestão de Gladson Cameli economizou R$ 219 milhões de recursos próprios

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Por Jairo Carioca

Um café quente com o secretário de planejamento Ricardo Brandão e o subsecretário de licitações, Epitácio Neto, nos estúdios da Aldeia FM em Rio Branco, revelou números surpreendentes da gestão do governador Gladson Cameli, frutos de estratégias de aprimoramento e eficiência no uso de recursos públicos.

De um total de quase R$ 800 milhões licitados, cerca de R$ 219 milhões foram economizados. Em outras palavras, o governo pagou “para baixo” o preço de obras, serviços e compras, optando pela economicidade (menor custo). Isso significa mais recursos de fonte 100 – realidade que há muito não se via no estado – aplicados em setores importantes como saúde, educação e obras estruturantes como por exemplo, a construção das pontes nos municípios de Xapuri e Sena Madureira, em fase final de licitação.

Do total de 817 processos licitatórios, 576 são de investimentos aplicados em infraestrutura e desenvolvimento. Mais de 50% do que foi licitado está concluído, o que mostra além de economicidade, eficiência e eficácia da gestão pública encabeçada pelo governador Gladson Cameli.

Para Klimes et. al. (1993, p. 149) num sentido mais geral ou literário, léxico, o termo eficiência assemelha-se a eficácia. Nesse sentido, há que se comemorar os bons resultados da capacidade de fazer e daquilo que se esperava do governo, principalmente se analisarmos esses números olhando para os efeitos da pandemia que travaram a economia mundial.

Outro dado que não pode ser ignorado são os investimentos em meio ambiente e segurança pública, responsáveis pelo avanço do estado no ranking de competitividade. A Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Políticas Indígenas e a Secretaria de Estado de Produção e Agronegócio, movimentaram meio bilhão de reais durante a pandemia. Ao contrário do que se esperava, o estado não deixou em segundo plano a bandeira da sustentabilidade, um volume grande de recursos de operações de crédito ajudou a aquecer a economia.

Consequentemente, a gestão Cameli vem destravando o setor produtivo, e apostando em tecnologia e inovação, isso tem possibilitado levar cidadania a quem está na ponta, no meio da floresta amazônica, nos seringais, nas unidades de conservação, no campo, nas lavouras.

Já na área de segurança pública, comemora-se a diminuição dos índices de violência contra a vida. O governador Gladson Cameli colocou a unidade federativa com melhor performance na área de Segurança Pública. Os dados são do relatório do Ranking de Competitividade dos Estados que também chancelou eficiência na máquina pública, sustentabilidade ambiental e inovação.

O momento azedo vivido por Gladson Cameli, que experimenta pela primeira vez a fúria da oposição e o ataque de “aliados”, talvez ocorra até pelo o seu excesso de bondade. A transparência ganhou foco em seu modo de administrar.

Palavras do subsecretário de licitação, Epitácio Neto:

Não pode ter dúvida ética, de honestidade, de transparência. De forma que, com relação a isso, o governador pode ficar tranquilo, porque da licitação do governo Gladson Cameli, jamais virá intencionalmente nenhum ato que contrarie a legislação, e o entendimento dos tribunais, nenhuma decisão que ofenda o direito de quem tem direito e nenhuma decisão que passe a mão na cabeça de quem estar fugindo da regra.

Toda gestão está sujeita a falhas humanas. Qualquer administração pode sofrer fiscalização, para isso, os poderes são harmônicos, os órgãos de controle atuam sem embaraços. As ouvidorias foram estruturadas. A própria subsecretaria de licitação tem plataformas de acesso livre as informações.

A garantia que se tem é que o plano de gestão do governador Gladson Cameli foi pensado para a população, as ações administrativas seguem um fluxo adequado e coerente com as normativas preconizadas na Constituição Federal. Com isso, não se pode deixar absorver por versões de conversas fantasiadas. Por fim, a Carta Magna é tão soberana que concede a todos o direito do contraditório e da ampla defesa.

Jairo Carioca é jornalista e assessor de imprensa.

Coordenador da Rede Aldeia de Rádios FM, é ancora do programa Cidadania que tem o quadro: Papo de Cafezinho

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ANTÔNIO FURTADO

Artigo do professor Furtado: o mundo moderno está cheio de faculdades

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PÓS-Verdade

O mundo, dito moderno, está cheio de facilidades. Atalhos para que nós, os humanos, possamos viver melhor. O homo sapiens( ele mesmo assim se nominou: “ homem sabido”) sempre fomos pretensiosos.
Ninguém há de “se queixar” das vantagens que as múltiplas tecnologias ( em especial a Transmissão de Dados) nos trouxeram, facilitando a vida.
Porém , havemos de convir, adveio junto com este “combo” de facilidades o desvirtuamento do processo evolutivo, ardis, arapucas, armadilhas travestidos de vantagens/melhorias. A rapidez e, o quase, anonimato são dois destes elementos muito ativos nestes caminhos das “facilidades perigosas”.
Os menos ambientados com tais Tecnologias/APPs, são na maioria pessoas que já viveram muito. E que nas suas épocas mais produtivas – “fazia-se diferente” – são estas as que sentem mais profundamente estas mudanças.
No descaminho de uso regular da Transmissão de Dados veio uma “ erva daninha” com potencial de arrasar quaisquer “pastagens” – as malsinadas “FAKES NEWS”. Uma grande tragédia!…
Mortal por conta da possibilidade de – divulgação rápida e devastadora – apelidada de “viralização”. Que, de fato, age como VÍRUS. Uma verdadeira “PANDIFAMAÇÃO”!…
Houve um desgraçado nazista, na Segunda Guerra Mundial, que teria dito: “ uma mentira repetida mil vezes, passa a ser verdade. Até o mentiroso acreditará nela.”
Uma filosofia torpe, maldita e canalha com poder destrutivo dos moldes da infeliz doutrinação, como tudo, de origem nazista. Sementes do mal.
Por outro lado, o filósofo francês Charles Boudelaire – ensina: “(…) caluniai, caluniai que alguma coisa ficará “.
A “Pós-Verdade” está fundada em preceitos assim – se apresentando com o viés da, hoje, chamada “Fakes News”.
O fenômeno é neologismo dialético que descreve os fatos na conveniência de dominar a opinião pública, influenciando os apelos e as crenças pessoais. Onde os fatos reais tem menos valor que as narrativas, emoções e convicções individuais. Verdade fabricada. Onde os fatos ficam sem valor, num segundo plano. Tudo visando uma opinião pública manipulável.
Sendo esta a gênese das “Falsas Notícias” , divulgadas como “Fakes News”. Ideia que, aliada à rapidez da Internet e anonimato do autor, causa estrago monumental à informação séria. Assim, qualquer mal-intencionado pode difamar, caluniar ou injuriar alguém de mérito e sumir. Prática da essência da torpeza e vilania da tristemente famosa “Fakes” – “dançam e rolam” na maledicência e impunidade. Fabricam notícias, publicam e desaparecem!
Aí, o estrago está feito. Quase impossível de ser reparado, totalmente. Na política, então, é uma tragédia!… destruindo reputações e confundido as mentes.
Alguém disse, algures: “ Nunca se justifique. Os amigos não precisam, os inimigos não acreditarão “.
Vamos torcer para que a verdade ( verdadeira) não tenha como sucessora – a “Pós-Verdade” – com lume tão infame quanto se tem apresentado nestes dias atuais de controversas ideologias de dominação de massa.
Que DEUS nos proteja de mais esta mazela!

Autor: Antônio Furtado
Matemático, Advogado
Professor Universitário
Engenheiro do DNIT

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ARTIGO

Os palhaços de ocasião: artigo sobre os pedidos de impeachment do governador

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Por Tião Maia, para o AcreNews

Lá em Epitaciolândia, onde nasci e vivei boa parte da minha infância e pré-adolescência, sempre ouvia dona Sílvia, minha mãe, em conversas com suas comadres, que uma pessoa dessas que costuma fazer de tudo para chamar atenção sobre si e para querer aparecer, deve pendurar uma melancia no pescoço e sair a desfilar por onde mais gente houver. Melancia, a fruta, no pescoço, é uma forma educada de me fazer entender. A expressão verdadeira e real envolve um penacho em forma de espanador enfiado… bem, o leitor já deve ter percebido onde quero chegar, o que não o faço em face de este site também ser lido por crianças e mocinhas pudicas, além de pessoas que não merecem ler uma coisa chula. Mas a vontade é no corpo inteiro.

E isso me vem à lembrança quando vejo no noticiário que, neste momento, já há dois pedidos de abertura de impeachment contra o governador Gladson Cameli na Assembleia Legislativa, face às investigações da Polícia Federal na chamada Operação Ptolomeu, que envolve familiares do chefe do Executivo e seus assessores. Até aí, tudo bem. Faz parte do jogo político, embora seja no mínimo antipático um pedido de cassação de um governante antes da conclusão das investigações ou uma decisão judicial, principalmente num país cuja Constituição consagra a presunção da inocência e onde também a própria Polícia Federal, em conluio com o Ministério Público Federal (MPF) e setores do Judiciário já cometeram tantos erros e destruíram tantas reputações cujos atingidos jamais vão poder recuperar as vidas que tinham anteriormente, com honrosas exceções. No Acre mesmo, tivemos uma operação chamada G7, executada pela mesma Polícia Federal por ordem de uma magistrada ordinária e um delegado sem qualquer escrúpulo.      

Mas, afora isso, que é algo absolutamente nojento quando sabemos que pessoas, como o empresário Carlos Sassai, chegaram a morrer e só foram inocentados depois de mortos ou quando foram condenados pela população sem a menor chance de defesa, é a gente ver quem assina os dois pedidos de impeachment contra o governador. O primeiro, apresentado por um policial civil de nome Leandro Costa. O segundo, pelo presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Poder Judiciário local, Isaac Ronalti. Noutras circunstâncias poderia se dizer que eles têm capacidade de postular o que pedem, como se diz no Direito, posto que estão no gozo de seus direitos políticos.

O problema, porém, é exatamente este: os dois são, por assim dizer, dois políticos menores, desses que são capazes de fazerem de tudo para aparecer, até meterem um penacho… bem… o leitor sabe onde…, para chamarem atenção sobre seus insignificantes nomes. É que ambos são candidatos a qualquer coisa este ano e, sem votos, base ou discurso, apenas com a cara de pau, querem entrar num debate no qual não conseguem ser nem coadjuvantes.

Aliás, nem é preciso, em relação ao segundo postulante, invocar o testemunho do desembargador Francisco Djalma, ex-presidente do Tribunal de Justiça do Acre, sobre as razões da suspensão do convênio do Sindicato dos Servidores com bancos consignados na época em que o gajo presidia a entidade dos serventuários. Em relação a outro, basta se analisar a quantidade votos que ele obteve em outras vezes em que postulou um mandato de qualquer coisa. Os votos que obteve, se fossem ainda em físicos e em cédulas, não encheriam uma cuia de tacacá.

O mais ridículo nesses pedidos, além da ilegitimidade de quem os pede, por mero interesse eleitoreiro e aventureiro de quem quer aparecer e por isso seria mesmo capaz de usar o citado penacho, é que as pessoas de direito, aqueles postulantes capazes, como os deputados, incluindo os de oposição ao governo e ao governador, estão calados. Edvaldo Magalhães (PCdoB), Daniel Zen (PT) e Jenilson Leite (PSB), este último candidato a governador e com sobejas razões para tentar tirar Gladson Cameli de seu caminho, deputados com a legítima capacidade de postular tais pedidos, estão quietos, ao que parece, à espera de mais acontecimentos por terem consciência de que, o que apareceu até aqui, não seria suficiente para tanto.

Mas, no entanto, aqueles palhaços de ocasião, capazes de qualquer coisa por alguns instantes de fama, vem ao gargarejo do palco como se não fossem personagens de última categoria e que, se investigados, eles, sim, é que teriam problemas. O Acre ainda é uma aldeia, onde aqui se sabe tudo sobre a vida de todos. Minha mãe tinha razão quanto à melancia. Ou, como eu digo, o penacho.

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